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Monumento Marco Zero recebe concretagem; Comunidade São Gonçalo Beira Rio

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O Monumento Marco Zero, localizado na Comunidade São Gonçalo Beira Rio,  recebeu ação de concretagem. A estrutura de 17 metros relembra a chegada dos primeiros bandeirantes a Cuiabá. Após a conclusão do Marco pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer a área será revitalizada pela Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana.

A secretária Carlina Jacob tem percorrido obras e equipamentos culturais e esportivos para fiscalizar o andamento das ações e agilizar a entrega. Em visita ao Monumento do Marco Zero, Carlina ressaltou a importância da preservação da memória local e seu uso para o fomento do Turismo e da Cultura regional como geradores de emprego e renda.

Três batelões, como são chamadas embarcações esguias que percorriam as águas do Rio Cuiabá há 300 anos. Uma estrutura de 17 metros fincada às margens do rio na Comunidade São Gonçalo. Este é o Monumento do Marco Zero, símbolo do princípio de uma cultura local que perdura, que resiste ao tempo e que é passada de geração em geração pelos moradores da região.

“Esta é uma obra muito significativa, não só para São Gonçalo, mas para Cuiabá, para Mato Grosso. Aqui se deu início a história da nossa capital, é importante destacar esse princípio de uma história que já completou seus 300 anos, isso é parte da nossa gente, é identidade e tem que ser celebrado. Revitalizar este espaço, construir esta simbologia vai fomentar ainda mais as atividades econômicas de São Gonçalo, dar destaque aos artistas e artesãos locais, é valorização da nossa cultura, dos nossos artistas gerando emprego e renda”, pontuou a secretária de Cultura, Esporte e Lazer.

Para o presidente da Associação de Moradores da comunidade São Gonçalo Beira Rio, seu Dalmi Lucio de Almeida, morador da comunidade há 60 anos, a obra é aguardada com ansiedade e vai marcar para a posteridade a história da Comunidade.  

Com a realização da concretagem da estrutura, a obra avança para a finalização do Monumento com a confecção dos bicos das três embarcações. Após o término da estrutura, a Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana fará a revitalização do entorno, onde será instalada uma praça com mirante para o Rio Cuiabá.

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Artesanato do Centro-Oeste compõe exposição no Rio; rede de Mato Grosso faz sucesso

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Rede das redeiras de Limpo Grande de Várzea Grande

O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), localizado na Praça Tiradentes, região central do Rio de Janeiro, oferece ao público a exposição gratuita Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal, que pode ser vista de terça-feira a sábado, das 10h às 17h, até o próximo dia 30 de outubro. Após a visitação, as peças artesanais podem ser adquiridas.

© Divulgação CRAB

A exposição é promovida pelas unidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

“Os estados e o Distrito Federal se juntaram para fazer uma ocupação, como se fossem um território só, com os biomas do Pantanal e Cerrado”, disse o curador da mostra Renato Imbroisi à Agência Brasil.

Renato Imbroisi decidiu transformar a mostra em uma grande casa cenográfica, montada em uma área de 440 metros quadrados (m²) do CRAB, em cujos cômodos o visitante tem a oportunidade de apreciar as riquezas naturais, objetos artesanais e a culinária típica da região conhecida como Coração do Brasil ou Berço das Águas.

“Cada espaço tem a força de mostrar o artesanato de cada um desses estados, com uma diversidade grande. A gente tem cerâmica, madeira, bordados, trabalhos com fibras, crochê, pintura, escultura. São mais de 200 artesãos”.

A casa

A exposição tem duas entradas. A primeira exibe os monumentos de Brasília, seguindo-se o Pantanal e o Cerrado, ilustrados por esculturas de animais em fibra de vidro, madeira, barro e produto reciclado. A partir dessa área, o público entra em uma varanda, decorada por redes de Várzea Grande bordadas, além de objetos de mestres artesãos tradicionais dos estados do Centro-Oeste.

De acordo com Imbroisi, a ideia é também gerar negócios para os artesãos participantes da exposição. “É uma vitrine de oportunidades. A exposição inteira está à venda.”

Na varanda, são encontradas também peças indígenas, principalmente de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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No quarto, uma projeção na cama oferece ao visitante animações em cima de vários tipos de bordados. Há também painéis com flores do Cerrado, em fotos dos profissionais Lena Trindade e Lucas Moura, feitas para a mostra.

Na cozinha, estão expostos vários utensílios, desde panelas de barro, panos de prato, jogos americanos, até frutos do Cerrado. A sala de jantar expõe cavalhadas de Goiás, esculturas de cenas do cotidiano da região, ilustrando a lida no campo, utensílios de vaqueiros, animais, além de uma parte religiosa com terços de sementes de buriti. No fundo, ouve-se uma trilha sonora de conversas dos artesãos trocando receitas e falando de seus trabalhos.

O banheiro representa as águas cristalinas. Há uma série de projeções de filmes dos rios, cachoeiras, das águas correntes da região. Na sala de estar, um painel gigante de madeira esculpida retrata boiadeiros que atravessam o Pantanal levando gado. No corredor, aparece em tamanho real a maioria dos artesãos com sua obra na mão e, em frente a eles, há paisagens do Cerrado e do Pantanal e dos animais desses biomas.

A segunda entrada exibe uma quantidade grande de ipês feitos de troncos de árvores, com flores e pássaros esculpidos em madeira.

Diversificação

Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal

Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal – Divulgação CRAB Sebrae

O diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio, Sergio Malta, destacou que esta é uma das maiores e mais diversificadas mostras de artesanato brasileiro já expostas no CRAB.

“Queremos, com isso, não só contribuir para essa arte popular e para a cultura do país, como também gerar renda para o artesão do Centro-Oeste, região que ocupa 19% do território nacional”.

Programa Ocupação

Criado em março de 2016, em um prédio histórico da Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro, o CRAB está, atualmente, conectado com todo o país para reposicionar e qualificar estrategicamente os produtos feitos à mão no Brasil e capacitar os agentes da sua cadeia produtiva.

O primeiro passo para reforçar essa conexão foi a criação do Programa Ocupação: um convite para que as áreas de artesanato de todas as unidades do Sebrae ocupassem o espaço do CRAB com mostras temporárias todos os anos, apresentando ao público o que há de mais significativo e relevante na produção de cada estado.

De acordo com a gerente do CRAB, Ana Paula Moura, a ideia é “vestir” o CRAB com todas as riquezas existentes no Brasil.

A mostra de artesanato organizada pelo Sebrae Pará, chamada Círio de Cores e Sabores, inaugurou o projeto Ocupação do CRAB, em setembro do ano passado.

Fonte: EBC Geral

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