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Mônica Waldvogel fortalece o discurso de empatia para ajudar quem precisa

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Mônica Waldvogel
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Mônica Waldvogel

Ao compartilhar uma notícia do jornal “Folha de S. Paulo”, cuja chamada diz que “Bolsonaro ignora quatro mil mortes, ironiza título de genocida e critica medidas restritivas”, Mônica Waldvogel expressou sua opinião por meio do Twitter. “Seguinte: ele não liga se são 100, 4.000 ou 340.000 brasileiros mortos. O presidente vive numa realidade paralela, indiferente ao que acontece no seu país. Tem a fantasia da vida normal quando o Brasil está aterrorizado com a transmissão acelerada e os hospitais lotados”.

Em outro trecho de seu desabafo, a jornalista e apresentadora da GloboNews deixou subentendido que a situação é grave e, se não houver participação responsável, pode se agravar ainda mais. “Parte da população também não dá a mínima, não há informação que faça entrar alguma ideia nas suas cabeças, nem experiência no resto do mundo que permita aprender com o que já se sabe sobre a doença”, disse, referindo-se a quem desdenha do fato ou o banaliza.

Antes de encerrar, ela fez questão de apontar uma solução e incentivar um movimento em que se faça algo por muitos que não têm os privilégios de alguns. “O que resta é apoiar governadores e prefeitos que batalham soluções para o gigantesco problema sanitário e humanitário que enfrentamos. Cuidar de nós e de nossos amores. Fazer doações para diminuir o sofrimento dos que sentem fome e estão desamparados. Esse pesadelo vai acabar”, concluiu.

Fonte: IG GENTE

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Maju Mazalli conta como são feitas as cenas ‘quentes’ do ‘De Férias com o Ex’

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Ex- De Férias com o Ex contou detalhes da produção
Reprodução/Poddelas

Ex- De Férias com o Ex contou detalhes da produção

Maju Mazalli, ex-De Férias com o Ex , contou como funciona a suíte master do reality. Ela revelou que o câmera que grava as cenas mais ‘quentes’ do reality fica apenas dez minutos no quarto. A influenciadora revelou que o último dia de confinamento é sem câmera, para aproveitarem como quiserem. 

“O câmera fica na suíte master nesse tempo para gravas as cenas de champanhe, uva e aquela coisa linda, depois ele sai”, contou. “Ficam só aquelas câmeras com o infravermelho. Não tem um roteiro do que nós temos que fazer na suíte, mas eles deixam um caminho. Tem uma uva ali, tem o champanhe. Tem gente que odeia o tablet que manda no reality e tem gente que ama”, disse no programa Poddelas. 

“Tudo que você vai fazer: as atividades, os encontros, as festas, tudo quem avisa é o tablet. Quando faz o barulho dá um susto de verdade! O povo acha que é combinado, mas não é… É cada susto que a gente leva”, contou. 

A influenciadora também contou que a produção espera por pegação dentro do reality, favorecendo quando escutam alguma pessoa fala de outra. “A produção deixa a gente muito livre para fazermos o que quisermos, mas em encontros eles falam que ‘o tempo tá apertado’ pra colocar pressão pra acontecer alguma coisa”, disse.

“Tudo o que acontece no programa, acontece porque tem que acontecer mesmo. O último dia a gente passa na casa sem as câmeras que é pra gente aproveitar, mas normalmente, ninguém se aguenta mais. Na última festa ficou todo mundo doido, a gente aproveitou um pouco, mas a gente queria mesmo era ir embora”, concluiu.

Fonte: IG GENTE

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