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MJSP abre inscrições para 4ª Edição de Cursos para condutores de veículos de emergência

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) está com as inscrições abertas para a 4ª Edição dos cursos “Condutores de Veículos de Emergência – CVE” e “Atualização de Condutores de Veículos de Emergência – ACVE”. Para esta edição são 10 mil vagas e as inscrições vão até 20 de outubro. As aulas online podem ser feitas no período entre 1 e 30 de novembro. 

Os cursos são exclusivos para profissionais que integram o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), responsáveis pela condução de veículos de emergência utilizados para policiamento, socorro de incêndio, salvamento, fiscalização de trânsito e ambulâncias. 

Os interessados em participar da capacitação devem, primeiramente, se cadastrar na plataforma Sinesp (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública) neste link. Em seguida, é só acessar a Rede EaD-Segen para realizar a inscrição. Para quem já é cadastrado no sistema, basta entrar no portal com login e senha. 

5ª Edição

Quem não puder fazer os cursos agora terá mais uma oportunidade. As inscrições para a 5ª Edição vão de 10 a 20 de novembro e as aulas podem ser feitas de 1° a 30 de dezembro.  

Edições anteriores

Até agora já foram ofertadas 30 mil vagas nos cursos de capacitação. Na primeira e na segunda edição, realizadas em agosto e setembro, respectivamente, foram 20 mil vagas. Mais 10 mil vagas foram abertas na 3ª Edição e os cursos estão sendo feitos em outubro. 

A 2° Sargento Debora Maria, da Polícia Militar do Acre, é uma das alunas. “O curso de Condutores de Veículos de Emergência cumpre um protocolo de extrema valia para os integrantes das forças de segurança pública que dirigem viaturas policiais ABTs e ambulâncias, pois ratifica o grau de responsabilidade e comprometimento do condutor, a observância dos requisitos legais como, por exemplo, a idade mínima e a categoria de CNH para que possa assumir a condução, fomenta a direção defensiva, subsidia o conhecimento humano psíquico correlato ao tema, bem como explicita quais os equipamentos de proteção individual não podem deixar de estar na viatura”, avalia a policial. 

Sobre os cursos

As capacitações, desenvolvidas pela Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública (Segen) do MJSP, buscam atualizar os profissionais da segurança pública, conforme exigência prevista no Código de Trânsito Brasileiro. 

“Todos os motoristas que dirigem veículo de emergência deverão ser previamente aprovados em um curso especializado, em especial aquele profissional que conduz ambulâncias, viaturas ou veículos de emergência. Estes necessitam de uma preparação específica para atuar em situações que exigem a rápida intervenção e envolvam riscos à vida das pessoas. Nesses casos, ter condições psicológicas e técnicas durante o trajeto é fundamental tanto para o motorista quanto para os colegas de equipe presentes e a sociedade que aguarda aquele atendimento solicitado”, ressalta o Diretor de Ensino e Pesquisa da Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública do MJSP, Ricardo Magno.

O curso Condutores de Veículos de Emergência tem carga horária de 60 horas/aula, enquanto que o de Atualização de Condutores de Veículos de Emergência, obrigatório para quem fez o curso inicial há mais cinco anos, possui 16 horas/aula. Ambos estão divididos em quatro módulos: legislação de trânsito, direção defensiva, noções de primeiros socorros e respeito ao meio ambiente e convívio social.

 

Fonte: Brasil.gov

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Mais seis aeroportos são concedidos e auxiliarão a retomada do turismo no país

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Nesta quarta-feira (20/10), o Governo Federal concedeu à iniciativa privada seis aeroportos brasileiros, o que deve auxiliar a retomada do setor de turismo nas principais regiões do país no período pós covid-19. A partir de agora, os terminais de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE), hoje administrados pela Infraero, serão geridos pelo grupo CCR, que já opera no aeroporto de Belo Horizonte, por meio da BH Airport. Com a iniciativa, os terminais receberão investimentos na ordem de R$ 1,8 bilhão.

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, ressaltou a importância desta iniciativa para todo o setor turístico, que foi um dos mais afetados durante a crise sanitária. “Com esta transferência, os passageiros e as empresas aéreas terão à disposição aeroportos uma infraestrutura cada vez melhor, mais confortável e mais integrada”, destacou.

A partir de agora, a empresa administradora dos terminais deverá realizar ações como a revisão e melhoria das condições de infraestrutura, a revitalização das sinalizações de informação e a disponibilização de internet wi-fi gratuita. Além disso, o contrato prevê que nos próximos 36 meses deverão ser realizadas adequações de infraestrutura para que o aeroporto esteja habilitado a operar, no mínimo, com uma pista de aproximação de não-precisão; disponibilizar pátio de aeronaves que atenda às especificações contratuais e adequar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto.

Os seis aeroportos que fazem parte do Bloco Central transportaram cerca de 7,3 milhões de passageiros em 2019, segundo a Infraero. A previsão é de que a movimentação de passageiros aumente em 30% no primeiro ano de concessão (9,5 mi), podendo chegar a 208% de alta ao longo dos 30 anos (22,5 mi), período em que valerá a concessão dos seis terminais.

TURISMO – Com a concessão dos terminais do Bloco Central, os turistas que visitarem atrativos como o Jalapão (TO), Lençóis Maranhenses (MA) e o Delta do Parnaíba (PI) contarão com nova infraestrutura e conforto em seus deslocamentos. Além disso, os aeroportos servirão como base de apoio aos municípios vizinhos, contribuindo para a integração regional e nacional.

Em abril, o Governo Federal leiloou 22 terminais aéreos agrupados em três blocos: Central, Norte e Sul. Com isso, ficaram garantidos os investimentos de R$ 6,1 bilhões, sendo R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,48 bilhão no Norte. A arrecadação total em outorgas chegou a R$ 3,3 bilhões.

Com informações do Ministério do Turismo

Fonte: Brasil.gov

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