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Ministro russo morre ao tentar salvar cinegrafista no Ártico

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Ministro de emergências da Rússia
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Ministro de emergências da Rússia

 O ministro para Situações de Emergência da Rússia, Yevgeny Zinichev, 55 anos, morreu nesta quarta-feira (8) ao tentar salvar um cinegrafista durante um treinamento em Norilsk, no Ártico, confirmou Moscou.   

“O ministro morreu tragicamente no cumprimento do dever enquanto estava salvando a vida de uma pessoa em exercícios interdepartamentais para proteger a zona ártica de emergências”, informou o Ministério em nota.   

 Segundo as agências russas de notícias, o cinegrafista estava na beira de um penhasco quando se desequilibrou e caiu. O ministro tentou salvar o homem antes que ele caísse na água, mas acabou batendo a cabeça em uma pedra e ficou gravemente ferido.   

Os dois chegaram a ser levados de helicóptero para um hospital da região, mas não resistiram aos ferimentos. Em nota oficial, o presidente do país, Vladimir Putin, disse estar “chocado” com a morte de um “amigo sempre confiável e leal, além de um grande profissional”.   

“Nós perdemos um verdadeiro servidor da pátria, um companheiro e uma pessoa que era próxima de todos nós. Era um homem de grande força interior, coragem e audácia. É uma perda pessoal insubstituível para mim. Nós compartilhamos muitos anos de trabalho comum e sempre soube que poderia contar com Yevgeny em qualquer situação, mesmo nas mais complicadas”, acrescentou.   

Conforme o perfil feito pela agência Sputnik, Zinichev entrou na KGB em 1987 e, desde 1991, atuava no Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB). Ele trabalhou em diversas funções e “acompanhava o presidente Vladimir Putin em suas viagens a trabalho”. Zinichev tinha assumido a liderança da pasta em 2018.   

Fonte: IG Mundo

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Auxílio aluguel para moradores de áreas de risco será R$ 600 em São Paulo

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Desabamento em Paraisópolis em outubro de 2021
Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Desabamento em Paraisópolis em outubro de 2021


O valor do auxílio aluguel pago pela Prefeitura de São Paulo vai passar de R$ 400 para R$ 600 num período máximo de 18 meses. O benefício será para pessoas que residem em áreas de alto risco em intervenções ou obras realizadas pela própria administração municipal, com o compromisso de atendimento habitacional definitivo.

Essa foi uma das propostas apresentadas aos moradores e lideranças da região do Córrego Antonico, em Paraisópolis, nesta sexta-feira (22). A medida deve atender às 1.500 famílias que residem em cima do córrego .

Na apresentação, estiveram presentes os secretários da Habitação, Orlando Faria, de Assistência Social, Carlos Bezerra, e de Projetos Estratégicos, Alexis Vargas e o coordenador geral da Defesa Civil, Joel Malta de Sá. Cada um destacou as ações planejadas por suas pastas após o desabamento ocorrido na região no último sábado (16).

Em Paraisópolis, 19 famílias que tiveram suas casas interditadas já estão autorizadas a receber o benefício de auxílio aluguel provisório. As formas de atendimento habitacional definitivo serão oferecidas por meio do programa “Pode Entrar”, sancionado em setembro deste ano, com previsão de regulamentação até novembro.

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A iniciativa oferece uma Carta de Crédito aos beneficiários. Ela funciona como um subsídio para a aquisição do imóvel e a conta garantidora, que faz com que a prefeitura garanta crédito para as pessoas que não conseguem comprovar renda ou que não tenham acesso ao sistema bancário. O valor dessa carta vai variar de acordo com a renda do cidadão, com limite de R$ 120 mil, não reembolsável.

Além disso, o secretário Orlando Faria mencionou a possibilidade de a gestão adquirir imóveis privados para fins de habitação de interesse social, garantindo redução dos custos e tempo de entrega. “Já fizemos uma pesquisa na região e já mapeamos 6 mil unidades de interesse social que a Prefeitura pode comprar”, adiantou.

A administração municipal frisa que o plantão social, tanto da habitação como da Assistência Social permanece na região. “Porém nenhuma família aceitou a oferta de ser abrigada pelos serviços municipais, inclusive em hotéis”, explicou o secretário, Carlos Bezerra.

Interdição

Segundo o comandante da Defesa Civil, foram vistoriados e selados 32 imóveis, sendo sete deles comerciais, no local do desabamento. A prefeitura ressalta que, para o avanço das obras no local, é fundamental que as famílias aceitem alguns dos benefícios ofertados, deixando suas casas que se encontram em área de risco hidrológico. Após a desocupação de toda a área, as intervenções de engenharia poderão ser iniciadas.

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