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Ministro do Desenvolvimento Regional é o convidado do Sem Censura

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O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, é o entrevistado de hoje (13) do programa Sem Censura, da TV Brasil, que vai ao ar às 21h30, ao vivo. Ele conversa com  a jornalista Marina Machado sobre as obras realizadas pela pasta que comanda, especialmente as que visam a garantir o abastecimento de água para todas as regiões do país.

Rogério Simonetti Marinho é economista e professor. Em fevereiro deste ano, foi nomeado para o cargo de ministro do Desenvolvimento pelo presidente Jair Bolsonaro. Até então, estava à frente da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, onde atuou como um dos principais articuladores da Nova Previdência.

Nascido em Natal (RN), Marinho foi deputado federal pelo estado por três mandatos. À época, foi relator do projeto que mudou regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e atuou em prol da modernização da legislação trabalhista. Ainda pelo Rio Grande do Norte, foi vereador; presidente da Câmara Municipal de Natal, secretário municipal de Planejamento e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico.

Contribuem como debatedores convidados os jornalistas Carla Araújo, do UOL, e Fábio Graner, do Valor Econômico. O bate-papo também aborda alguns números do ministério: 6,2 mil obras concluídas em mais de 4 mil municípios – só em 2020 – e que geram cerca de 4 milhões de empregos diretos. Aproximadamente 410 mil moradias foram entregues, das quais 61 mil direcionadas a famílias de baixa renda.

Em seu novo formato semanal, o programa Sem Censura ganha ritmo ágil e linguagem clara e direta com a participação de debatedores convidados e interação com o público, que pode participar usando a hashtag #novoSemCensura, no Facebook, Twitter e Youtube.

O programa é transmitido para todo o país em TV aberta, por intermédio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação Pública – TV, gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e por outras plataformas.

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Fonte: EBC Geral

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PF e Receita fazem operação para combater contrabando de cigarros

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A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram, hoje (19), uma operação para desarticular organização criminosa dedicada ao contrabando e produção clandestina de cigarros. Batizada de Tavares, a investigação apura ainda os crimes de redução à condição análoga a de escravo, contra o meio ambiente e corrupção de menores.

Estão sendo cumpridos 40 mandados de prisão e 56 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. Além disso, também estão sendo executadas ordens judiciais para sequestro e arresto de 56 veículos, 13 imóveis e valores em contas vinculadas a 23 pessoas físicas e jurídicas, até o valor de R$ 600 milhões.

A investigação teve início em 2020 para apurar a prática de contrabando de cigarros na região metropolitana de Porto Alegre. Com o avanço das apurações, diligências realizadas identificaram a existência de uma organização criminosa estruturada para a produção clandestina de cigarros de marcas paraguaias em cidades do Rio Grande do Sul.

Escravidão

A Polícia Federal informou ainda que as investigações apontaram indícios de que a fabricação seria operada por trabalhadores mantidos em condições análogas a de escravidão e que supostamente teriam sido cooptados no Paraguai.

“Parte dos cigarros produzidos abasteceria o mercado clandestino do Uruguai e pontos de venda no Rio Grande do Sul vinculados à facção criminosa do estado. A estimativa é que a fábrica clandestina produziria cerca de 10 milhões de maços de cigarros por mês, com faturamento mensal de R$ 50 milhões. Conforme projeção da Receita Federal, os impostos, se recolhidos, atingiriam R$ 25 milhões, somente em tributos federais”, informou a PF.

Participam da Operação Tavares 250 policiais federais e 60 servidores da Receita Federal. Acompanham a operação integrantes do Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e servidores do Ministério do Trabalho e Previdência Social. A operação foi denominada com esse nome em alusão ao local onde foi identificado o primeiro depósito do grupo, na cidade de Cachoeirinha.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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