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Ministério de Desenvolvimento Regional reconhece estado de calamidade no Amapá

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Agência Brasil

apagão no amapá
Reprodução / Twitter @Diogotapuio

Apagão no Amapá segue pelo 20º dia consecutivo, após um incêndio que ocorreu em uma subestação de energia

O Ministério do Desenvolvimento Regional publicou portaria em que reconhece o estado de calamidade pública no Amapá. No dia 3 de novembro, um incêndio no transformador de uma subestação de energia deixou 14 das 16 cidades do estado sem luz.

Foram mais de 80 horas sem energia elétrica e atualmente a população continua com o fornecimento limitado, em sistema de rodízio.

Em portaria publicada ontem (21) no Diário Oficial da União, o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, reconhece “por procedimento sumário, o estado de calamidade pública na área do território do estado do Amapá, afetada pelo desastre”.

O Amapá já estava em estado de emergência quando foram. repassados R$ 21,5 milhões ao estado para o aluguel de geradores e a compra de combustível.

Na prática, não há diferença entre estado de emergência ou calamidade. Mas o estado de calamidade dá mais segurança jurídica e permite ao governo federal antecipar pagamentos de aposentadorias e benefícios assistenciais como Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família .

Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque , a carga completa poderá voltar ao normal até 26 de novembro.

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“A gente quer justiça”, diz viúva de João Alberto em encontro com parlamentares

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João Alberto foi espancado e morto em um Carrefour de Porto Alegre
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João Alberto foi espancado e morto em um Carrefour de Porto Alegre.

Nesta terça-feira (1),  integrantes da comissão externa da Câmara dos Deputados se reuniram com o pai e a viúva de João Alberto Silveira Freitas , um homem negro que foi espancado até a morte em uma unidade do  supermercado Carrefour em Porto Alegre. As informações foram dadas pelo UOL .

O objetivo da comissão externa é acompanhar as investigações do Caso João Alberto. O encontro entre parlamentares, o pai João Batista e a viúva Milena Borges Alves aconteceu em um auditório de um hotel em Porto Alegre.

Milena contou que João Alberto era uma pessoa saudável, alegre, que estava sempre cantando e dançando e ajudava com as tarefas de casa. “Ele que tomava a frente das coisas. Ele que decidia. Nesse sentido estou bem perdida”, relatou ela.

“Nunca pensei que uma ida no mercado iria acontecer esse tipo de coisa. A gente quer justiça “, complementou.

O pai de Beto disse que “é uma dor muito horrível” e que não deseja isso para ninguém. “Quero pedir a Deus para que nunca outra pessoa passe por isso”, afirmou.

“A gente tem aquela ideia de que nunca iria acontecer. Infelizmente aconteceu. É uma dor horrível, mas aguardo justiça. O que eu posso fazer é aguardar por justiça “, disse João Batista.

Durante a roda de conversa, Milena foi perguntada se entendia o assassinato de João Alberto como uma questão de racismo .

“Sim. Acredito que alguma coisa falaram para ele [no caminho até o estacionamento], de ter chamado de negro , algo assim. Para ele ter reagido daquela forma [ter dado o soco no segurança]”, respondeu ela.

“Não posso acreditar que a fúria com a qual atacaram meu filho não seja racismo “, disse João Batista. “A vida do meu filho não vai voltar mais, mas eu aguardo por justiça”, concluiu.

“Nós vimos nessa morte causa racial. Vontade era destruir. Nada, absolutamente nada, justifica o que aconteceu ali. Que não seja em vão, que isso nunca mais aconteça”, disse a deputada federal Benedita da Silva (PT).

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