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Ministério da Saúde divulga novos grupos prioritários para a vacinação; veja lista

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O governo federal publicou documento com uma nova edição do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. O material traz orientações referentes aos grupos prioritários para vacinação de pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente e inclui novas classificações.

Na edição atualizada, o Ministério da Saúde inclui no grupo prioritário de risco as gestantes e puérperas, portadores do vírus HIV e funcionários da limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos dentre os trabalhadores de serviços essenciais. Esses últimos já estavam previstos para inclusão nas edições anteriores, mas em validação da estimativa populacional.

Além disso, o documento traz as atualizações da estimativa da população em situação de rua, das informações acerca das orientações e precauções de Vacinação, informações publicitárias sobre a Campanha, encomendas de vacinas da Covid-19, bem como anexo com o descritivo das pautas de distribuição das vacinas realizadas.

Quanto os critérios de priorização para vacinação dos grupos de pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, gestantes e puérperas, na fase I, serão vacinadas proporcionalmente, de acordo com o quantitativo de doses disponibilizado:
• Pessoas com Síndrome de Down acima de 18 anos;
• Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal
(diálise) acima de 18 anos;
• Gestantes e puérperas com comorbidades, acima de 18 anos;
• Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos;
• Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos.

Já na fase II, serão vacinados proporcionalmente – de acordo com o quantitativo de doses disponíveis – as faixas de idade de 50 a 54 anos; 45 a 49 anos; 40 a 44 anos; 30 a 39 anos e 18 a 29 anos:
• Pessoas com comorbidades;
• Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no BPC;
• Gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes.

A estimativa populacional para a Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19 é de 80.530.030 pessoas e a descrição das comorbidades incluídas como prioritárias para essa imunização é apresentada no quadro 2 do documento, disponível no Observatório CNM Covid-19. (Colocar link observatório). Mais informações podem ser consultadas com a área técnica da saúde, pelo e-mail: saú[email protected] ou pelo telefone (61) 2101-6000.

 

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Presidente da AMM participou da audiência da Comissão de Zoneamento Socioeconômico Ecológico da Assembleia Legislativa

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, Neurilan Fraga, participou da audiência da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico da Assembleia Legislativa, ocorrida na última quarta-feira. A comissão recebeu também o secretário-adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade, Walter Valverde, e o superintendente de Agronegócios, Sérgio Leal, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico-Sedec. 

Na ocasião, o presidente da AMM falou sobre a necessidade de um programa que priorize a produção local com sustentabilidade econômica e social. Fraga informou aos parlamentares que vem participando de diversas reuniões que discute o tema, considerado um dos mais importantes para Mato Grosso e para o Brasil.

Na sua avaliação, o Estado deve ter um projeto aprovado, para colocar o carimbo na produção local. “Temos que ter o zoneamento aprovado, garantindo ao nosso consumidor, o que produzimos com sustentabilidade econômica e social”, disse ele, ponderando que não adianta o Estado ser o grande produtor de grãos, se tem grande parte da população, vivendo com pouca renda, marginalizada pela ruqueza produzida no Estado.

Durante a audiência, Fraga disse ainda que na ouproposta do zoneamento, tem que ficar clara a preocupação com a questão econômica, com foco na sustentabilidade social. Ele lembrou que são movimentados mais de R$ 60 bilhões com as exportações do setor do agronegócio,   concentrado por apenas dez famílias, sendo que o  restante da população não participa deste processo. “Sabemos que é fruto do trabalho do agronegócio, mas a grande produção agrícola fica concentrada com uma minoria em Mato Grosso”, assinalou
Conforme o presidente da AMM, é preciso inverter a situação, quando se trata da inclusão social, ter um programa de desenvolvimento econômico que possa trabalhar as regiões empobrecidas. “Tem muitas regiões empobrecendo e outras ficando mais ricas. Estamos construindo ilhas de prosperidade e ilhas de bolsões de pobreza”, disse ele, questionando sobre o percentual da população que participou do crescimento desta riqueza em Mato Grosso. 

O governo estadual, segundo ele, deve ter o compromisso de descentralizar a produção de riqueza. É essencial que a Agricultura familiar tenha acesso a tecnologia e mais assistência técnica. “Necessitamos de um programa que apresente as ações socialmente sustentáveis. Que possamos produzir e gerar receita   no nosso estado, que as pessoas pobres possam ter mais oportunidades e melhor qualidade de vida”, alertou.

O presidente da comissão especial, deputado estadual Dr. Eugênio, pediu que a Sedec trabalhe para fazer mudanças na minuta de novo Zoneamento Socioeconômico Ecológico do estado que está sendo apresentada à população desde fevereiro. “Queremos receber para votação na Assembleia um projeto diferente, que não impeça o desenvolvimento do estado para evitarmos fazer um substitutivo que possa ser contestado na justiça”, disse o parlamentar.

A Casa vai ter a grande responsabilidade de votar esse novo zoneamento e é importante que o estado não seja impedido de ser um grande produtor de alimentos, defendeu.

A próxima reunião da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico está prevista para o próximo dia 29 e deve ser realizada com técnicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em São Felix do Araguaia.

Fonte: AMM

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