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Ministério da Saúde deve desistir de recomendar cloroquina contra Covid-19

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Ministério da Saúde deve desistir de recomendar cloroquina contra Covid-19
Rafael Barifouse – Da BBC News Brasil em São Paulo

Ministério da Saúde deve desistir de recomendar cloroquina contra Covid-19

Após uma diretriz encaminhada pelo comitê que elabora protocolos de tratamento farmacológico da Covid-19, o Ministério da Saúde deve rejeitar a prescrição de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. A informação foi revelada, nesta terça-feira (4), pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’.

Os protocolos estão sendo encaminhados ao comando da pasta, hoje sob o comando de Marcelo Queiroga, por um grupo da Universidade de São Paulo (USP). O documento prevê a inclusão de corticoides e anticoagulantes no tratamento feito em ambiente hospitalar.

Segundo a reportagem, dentro do Ministério, o argumento é de que, mesmo se quisesse, o governo não conseguiria oficializar a sugestão de hidroxicloroquina para a Covid-19. A ausência, na bula, de qualquer menção ao eventual uso do medicamento para tratamento de infecções virais inviabiliza a inclusão no protocolo.

O governo já recomendou oficialmente a hidroxicloroquina em um aplicativo do Ministério da Saúde, lançado para orientar médicos sobre o tratamento de sintomas da doença. Tirada do ar poucos dias depois, a ferramenta sugeria o remédio até mesmo para recém-nascidos.

Desde o início da pandemia, a hidroxicloroquina é recomendada pelo presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o chamado ‘tratamento precoce’ – que não tem comprovação científica – também é incentivado pelo governo federal.

Fonte: IG SAÚDE

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Mortes por Covid-19 da população entre 40 e 49 anos aumentaram 57% sem vacinação

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Reprodução: BBC News Brasil

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A população entre 40 e 49 anos registrou o maior percentual de aumento de mortes em relação à média desde o início da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com os dados do Portal da Transparência do Registro Civil, que atualiza em tempo real nascimentos, casamentos e óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do País, o crescimento nessa faixa etária chegou a 57% no número de óbitos em abril na comparação com a média mensal registrada entre março de 2020 a março de 2021.

Os dados apontam ainda que os óbitos de pessoas mais jovens e que ainda não receberam imunização foram as únicas faixas etárias que registraram crescimento absoluto e percentual superior a 50%.

Os números absolutos de falecimentos da faixa etária de 40 a 49 anos também aumentaram em abril, passando de 7047 em março para 7611 no último mês, mesmo com a diminuição no total de mortes em relação a março de 2021.

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Na sequência, a faixa etária que vai dos 30 aos 39 anos viu o aumento do número de óbitos crescer 56% em relação à média. O crescimento também se deu nos números absolutos em relação a março, passando de 3.353 para 3.620. Outra faixa etária que registrou crescimento foi a de pessoas entre 50 e 59 anos, com óbitos aumentando 54% em relação à média desde o começo da pandemia, e passando de 12.070 em março para 13.409 em abril.

Ainda em crescimento, mas em patamares inferiores, a população entre 60 e 69 anos registrou aumento de 22%, e um aumento de falecimentos menor em relação às demais idades, passando de 18.755 em março para 19.876 em abril.

Nas demais faixas etárias, já vacinadas, o número de óbitos caiu, reduzindo 8% na faixa entre 70 e 79 anos, 52% entre 80 e 89 anos, e 65% na população entre 90 e 99 anos.

Fonte: IG SAÚDE

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