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Ministério da Justiça contabiliza 145 ocorrências e 18 prisões até o momento

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Agência Brasil

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Aumentou para 145 o número de ocorrências contabilizadas pelo Ministério da Justiça neste domingo (29) de eleições. Já o número de prisões e conduções, registradas até as 11h, está em 18.

De acordo com relatório divulgado há pouco pelo ministério, foram apreendidos, até o momento, R$ 8,9 mil, além de cinco veículos. Há ainda 170 casos de material de campanha apreendidos, dois inquéritos policiais já instaurados e dois termos circunstanciados de ocorrências lavrados.

Das 145 ocorrências registradas, 109 foram por crimes eleitorais como boca de urna (sete), compra de votos (duas), concentração de eleitores (4), desobediência a ordens da Justiça Eleitoral (87), desordens que prejudicam os trabalhos eleitorais (8), e um caso de “atos e imputações inverídicas” (fake news).

Outras 26 ocorrências se devem a indícios de desinformação sobre o processo eleitoral (também relacionado a fake news). De acordo com relatório do Ministério da Justiça, oito incidentes de segurança pública e defesa social ocorreram no entorno de locais de votação: quatro por bloqueio de vias, um por falta de energia, um por manifestações e duas ocorrências de atendimentos de urgência e emergência.

Integrantes da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Ministério da Defesa, Tribunal Superior Eleitoral, representantes dos estados e de outros órgãos do governo federal têm acesso às ocorrências. A Operação Eleições 2020 conta com efetivo de 90.904 agentes e o apoio de 13.204 viaturas.

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Amazonas: fornecedor de oxigênio diz que alertou sobre colapso na semana passada

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moradores transportando cilindros
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Os próprios moradores de Manaus começaram a fazer o transporte de cilindros de oxigênio em seus carros

A empresa responsável por fornecer oxigênio para a rede de saúde do Amazonas disse, nesta sexta-feira (15), que já havia informado ao governo do estado na semana passada que não teria condições de suprir a demanda de insumos, devido ao alto número de internações de pacientes com Covid-19 . As informações são do UOL .

Por meio de nota, a White Martins Gases Industriais do Norte Ltda. explicou que o consumo diário de oxigênio no Amazonas saiu de cerca de 30 mil metros cúbicos em 30 de dezembro para perto de 60 mil em 8 de janeiro, chegando a 76,5 mil metros cúbicos atualmente — número que ainda pode aumentar. Entre abril e maio de 2020, no primeiro pico da pandemia, a demanda saiu de 14 mil para 30 mil metros cúbicos em 30 dias.

A produção local da fornecedora, de acordo com os dados apresentados pela empresa ao Comitê de Resposta Rápida – Enfrentamento Covid-19, formado por representantes de governos municipais, estaduais e federal, é de cerca de 28,2 mil metros cúbicos.

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Segundo a White Martins, assim que comunicaram sobre o perigo do colapso, o governo do Amazonas iniciou uma força-tarefa para solucionar o problema com o apoio das Forças Armadas para o transporte de oxigênio de plantas da própria empresa em outros estados para Manaus.

No entanto, o Comitê de Resposta Rápida só foi instalado no último dia 12, com o início da cooperação com outros estados para a  transferência de pacientes e busca de novas alternativas para trazer oxigênio de outros locais à capital. A fornecedora destacou que a maior dificuldade é a logística de transporte, que necessita de segurança máxima e condições especiais.

A Secretaria Estadual de Saúde emitiu, somente ontem, uma notificação a 11 empresas para requisitar eventual estoque ou produção de oxigênio necessário à utilização na rede de saúde amazonense.

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