POLÍTICA NACIONAL

Mesmo após saber de aliada com Covid-19, Boulos manteve agenda com sete eventos

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Boulos
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Candidato participou de entrevistas, comícios e outros eventos de campanha ao longo dos últimos dias

Nesta sexta-feira (27), o candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos , confirmou que testou positivo para a Covid-19, o que acarretou no cancelamento do último debate com Bruno Covas , atual prefeito que tenta a reeleição, antes do 2° turno das eleições, medida de segurança que não foi seguida pela campanha em eventos anteriores, mesmo após receber a informação de que a deputada Sâmia Bomfim havia sido infectada .

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Boulos participou de sete eventos desde a última segunda-feira, data em que foi informado da condição de saúde de Sâmia e três dias após o último encontro entre eles. Neste momento, o psolista resolveu realizar um teste, algo que acabou ocorrendo apenas na quinta-feira (26). Assim, a confirmação acabou vindo sete dias após o evento em que ambos estiveram reunidos.

Neste período, Boulos esteve em encontro com líderes evangélicos, participou de evento de rua com cerca de 100 pessoas no centro de São Paulo, deu entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura , se encontrou com servidores públicos da área de segurança pública e com o arcebispo dom Odilo Scherer, participou de sabatina na rádio CBN, além de ter se encontrado com mulheres na zona leste para tratar de violência doméstica e em um segundo comício na região da Santa Ifigênia.

Ainda de acordo com a reportagem, Boulos chegou a fazer diversas reuniões com sua equipe e deu outras entrevistas, mas de forma remota. Em todos os compromissos, a campanha informou que todos os presentes usaram máscaras de proteção todo o tempo e que todos os protocolos foram seguidos. Sobre a realização do teste, foi escolhida a “melhor janela” para detecção, entre o terceiro e o décimo dia, na tentativa de evitar um falso negativo e manter a transparência sobre o tema.

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POLÍTICA NACIONAL

Após Maia falar com embaixador, governo diz ser “único interlocutor” com a China

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Presidente da Câmara%2C Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Najara Araújo/Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)

O governo federal disse nesta quarta-feira (20) que é o “único interlocutor” das negociações com a China para a importação dos insumos farmacêuticos para a produção de doses de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

De acordo com nota divulgada pelo Planalto, o Ministério das Relações Exteriores, comandado pelo chanceler Ernesto Araújo , está mantendo as negociações com o governo chinês por meio da embaixada de Pequim.

Ainda de acordo com o comunicado, que é assinado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República e pelo Ministério das Comunicações, foi realizada nesta quarta uma reunião por videoconferência com o embaixador Yang Wanming.

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O encontro virtual contou com a presença dos ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e Comunicações (Fábio Faria). Ernesto Araújo, que é o responsável por tratar dos assuntos diplomáticos brasileiros não participou.

A divulgação da nota do governo federal ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também se encontrar com Yang Wanming . Nesse encontro, Maia disse que foi informado sobre os motivos para o atraso na importação de insumos para a produção de vacinas, recebendo a garantia de que não se tratam de “obstáculos políticos”, mas por problemas de ordem técnica. 

De acordo com Maia, Wanming disse que trabalharia para acelerar o processo de liberação de substâncias essenciais para a produção dos imunizantes no Brasil. Tanto a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, quanto a vacina de Oxford/Astrazenica, que será produzida pela Fiocruz, necessitam de matéria-prima chinesa.

Nesta quarta (20), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também disse que o escritório do governo estadual em Xangai, na China, está negociando a liberação de matéria-prima para a produção da CoronaVac , desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

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