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Menina de 11 anos tem conta hackeada, sofre ataque racista e é ameaçada de morte

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Hacker alterou o nome do perfil da menina


Um reportagem deo G1  revelou que uma menina de 11 anos teve a página que mantinha em uma rede social invadida e sofreu ataques racistas , além de ser ameaçada de morte. No última dia 11, a criança notou que perdeu o acesso da conta, que teve o nome alterado para “Canal da Macaca Magrela”, e foi ameaçada. “Eu vou te achar e te matar”, escreveu o invasor racista.


A família registrou um boletim de ocorrência e o pai disse que a menina não está conseguindo dormir depois de ser ameaçada. “Eu sinto medo de sair na rua . A gente não sabe como é a pessoa, não sabe a intenção dela”, declarou a menina em entrevista ao G1 .

“Falaram que iam cortar ela todinha em picadinhos, que iam matá-la . Coisas que não se falam nem para um adulto, quanto mais para uma criança”, disse o pai. A Polícia Civil investiga o caso.

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Doria celebra vacinação em crianças e adolescentes: “prepara o braço, molecada”

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O governador de São Paulo, João Doria, utilizou as redes sociais, na manha deste sábado, para comemorar o pedido que o Instituto Butantan fez à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para autorizar aplicação da Coronavac em crianças e adolescentes.

“O Butantan solicitou à Anvisa autorização para incluir crianças e adolescentes, de 3 a 17 anos, entre as faixas etárias que poderão receber a vacina do Butantan. Estudos com essa faixa etária mostraram excelentes resultados em segurança e eficácia”, escreveu ele.

Por fim, celebrou o fato: “Prepara o braço, molecada”, disse.

Por enquanto, a Coronavac só está autorizada para uso emergencial no Brasil em pessoas maiores de idade. Até o momento, somente a vacina da Pfizer está aprovada para menores de 18 anos pela agência reguladora. O imunizante tem indicação para pacientes a partir dos 12 anos.

Em nota, a Anvisa falou sobre a inclusão da Coronavac nessa faixa etária. “Para incluir novos públicos na bula, o laboratório precisa conduzir estudos demonstrando a relação de segurança e eficácia para determinada faixa etária. Esses estudos podem ser conduzidos no Brasil ou em outros países. No caso da Coronavac, os estudos foram conduzidos fora do Brasil”, apontou.

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