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Médico que fez autópsia de George Floyd confirma homicídio

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O legista que realizou a autópsia em George Floyd após sua prisão e morte em maio passado explicou como concluiu que a morte foi um homicídio pelas mãos da polícia em depoimento na sexta-feira (9) no julgamento de assassinato do ex-policial de Mineápolis Derek Chauvin.

Enquanto os jurados analisavam fotos da autópsia, o dr. Andrew Baker, legista-chefe do condado de Hennepin, disse que mantinha a causa da morte que determinou no ano passado: “parada cardiorrespiratória agravada por dominação, contenção e compressão do pescoço”.

Em suma, Baker determinou que o coração de Floyd parou de bater e seus pulmões pararam de funcionar porque Chauvin, de 45 anos, e outros policiais o prenderam no chão de uma forma que privou seu corpo de oxigênio.

Os promotores também apresentaram depoimentos de quatro outros especialistas médicos para desafiar a tese da defesa de Chauvin contra as acusações de homicídio –de que Floyd pode ter morrido de overdose de drogas– e apoiar as conclusões de Baker. Chauvin se declara inocente.

Chauvin, que é branco, foi visto em vídeos da prisão ajoelhado por mais de nove minutos no pescoço de Floyd enquanto o homem negro de 46 anos, algemado, implorava por sua vida. A morte de Floyd gerou protestos contra o racismo e a brutalidade policial em muitas cidades dos Estados Unidos e ao redor do mundo.

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Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro

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Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro
Reprodução: iG Minas Gerais

Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que morreu nesta manhã em decorrência de um câncer, será homenageado na cidade do Rio de Janeiro ao ter um largo com seu nome. O local, que passará a se chamar Largo Bruno Covas, fica na Barra da Tijuca, ao final da Rua Mário Covas Junior, nomeada em homenagem ao ex-governador de São Paulo e avô do prefeito paulista.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, assinará um decreto na próxima terça-feira para oficializar a mudança. Ainda que não seja necessária a aprovação da Câmara dos Vereadores, o presidente Casa, Carlo Caiado (DEM), também apoia a ideia e havia informado que apresentaria um projeto nesta semana para dar o nome de Covas a um logradouro carioca.

O deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ), que trabalhou ao lado de Covas na Câmara de Deputados, em Brasília, acredita que essa é uma forma de homenagear o prefeito da capital paulista, principalmente ao nomear um local próximo aonde foi feita a homenagem a seu avô, Mario Covas.

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“Na ocasião que o Bruno veio ao Rio de Janeiro, ele fez questão de vir aqui e conhecer aonde a cidade ofereceu uma homenagem ao avô dele”, disse Leite, que completou: “É uma forma do Rio de Janeiro render uma homenagem a esses dois homens públicos que nos deixam saudades, mas nos deixam exemplos de dedicação ao futuro do nosso país”.

Covas, de 41 anos, estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, desde o último dia 2, quando pediu licença da prefeitura. Ele havia sido diagnosticado com câncer na cárdia, uma válvula entre o esôfago e o estômago em outubro de 2019 e vinha lutando contra a doença desde então.

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