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MDR e Fiesp fazem parceria para estimular inovação na construção civil

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) firmaram hoje (30) um termo de cooperação técnica para incentivar a inovação tecnológica na construção civil. A iniciativa faz parte das ações do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, que busca colocar o setor em linha com os compromissos assumidos pelo Brasil na 2ª Conferência Mundial Sobre os Assentamentos Humanos, realizada em Istambul, na Turquia, em 1996.

Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, a parceria busca facilitar os trâmites para inovações na construção civil. “Vamos promover a qualidade e a produtividade das indústrias, além de acelerar os processos e reduzir os custos para homologação de materiais, componentes e sistemas construtivos inovadores, que têm se mostrado muito lentos e onerosos para os proponentes”, disse.

Haverá um canal para dar apoio técnico e agilizar os processos burocráticos referentes a inovações no setor e será criada uma comissão para elaborar normas específicas para os produtos que estão em fase de homologação.

O foco é facilitar a adoção de novas tecnologias, produtos e práticas que possibilitem a redução de custos, a sustentabilidade ambiental e a melhoria da qualidade das habitações. A ideia é que as inovações beneficiem o desenvolvimento do Programa Casa Verde e Amarela.

Edição: Nádia Franco

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G7 apoia taxa mínima global para multinacionais e buscará acordo final em julho

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O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7
Foto: LEON NEAL / AFP

O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7

Em seu comunicado final, os líderes do G7 apoiaram a proposta dos ministros de Finanças do bloco de criar um imposto mínimo global de 15% para as multinacionais, em especial as gigantes de tecnologia americanas como Google, Facebook, Apple e Amazon, e prometeram aprofundar o debate sobre a medida.

“Precisamos de um sistema tributário que seja justo em todo o mundo. Apoiamos o compromisso histórico assumido pelo G7 em 5 de junho”, diz o comunicado.

“Vamos agora continuar a discussão para chegar a um consenso sobre um acordo global visando a uma solução equitativa na atribuição de (…) um ambicioso imposto mínimo de pelo menos 15% em uma base país a país, por meio do quadro de inclusão do G20 e da OCDE. E esperamos chegar a um acordo na reunião de julho do G20”, acrescentou. o bloco.

O próprio presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, demonstrou apoiar a medida.

— Empresas demais têm recorrido a paraísos fiscais — afirmou Biden à Reuters. — Um imposto mínimo vai nivelar a competição. Vou avançar nesse tema nos EUA.

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Para o G7, os ministros de Finanças, na reunião preparatória, deram “um passo significativo para criar um sistema tributário mais justo para o século XXI”.

“Nossa colaboração criará um campo de jogo mais forte e nivelado, que ajudará a aumentar a receita tributária para apoiar os investimentos e acabar com a evasão fiscal”, afirmou a nota.

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