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MDB, PSDB e DEM vão governar a metade das capitais brasileiras

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Tomaz Silva/Agência Brasil
Eleitor usa álcool gel
Eleitores foram orientados a usar álcool gel antes e depois da votação

Três partidos vão comandar a metade das capitais brasileiras a partir de 2021. O MDB venceu em cinco das sete que disputou neste domingo, no segundo turno das eleições municipais. PSDB e DEM comandarão quatro cada, já somadas as vitórias no primeiro turno.

O MDB reelegeu neste domingo o prefeito de Cuiabá (MT), Emanuel Pinheiro. Já o ex-secretário municipal Arthur Henrique, em Boa Vista (RR), levou a legenda ao recorde de votos válidos neste segundo turno em uma capital, ao conquistar mais de 85% dos eleitores.

Em Goiânia (GO), o MDB venceu com o ex-governador Maguito Vilela, internado há mais de um mês em São Paulo, com Covid-19. O partido ganhou ainda em Porto Alegre (RS), com o deputado estadual Sebastião Melo, e em Teresina (PI), com ex-deputado estadual Dr. Pessoa.

O PSDB, que já havia reelegido dois prefeitos, manteve o comando dos municípios de São Paulo (SP), com Bruno Covas, e de Porto Velho (RO), com Hildon Chaves. O DEM, com três vitórias no primeiro turno, agora ganhou no Rio de Janeiro (RJ), com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).

O PDT reelegeu o prefeito de Aracaju (SE), Evaldo Nogueira, e ganhou em Fortaleza (CE). Também governarão duas capitais o PSB, com os deputados João Campos, em Recife (PE), e JHC, em Maceió (AL); o PP, em João Pessoa (PB) e em Rio Branco (AC); e o PSD, com vitórias no primeiro turno.

Outros quatro partidos – Avante, Podemos, Psol e Republicanos – governarão em 2021, respectivamente, as capitais Manaus (AM), São Luís (MA), Belém (PA) e Vitória (ES). As legendas com as maiores bancadas na Câmara dos Deputados, PT e PSL, não conquistaram nenhuma capital.

Das 26 capitais brasileiras, apenas em Macapá (AP), devido a um apagão resolvido apenas na terça-feira (24), não houve eleição. O primeiro turno na capital do Amapá será em 6 de dezembro; o segundo, se necessário, no dia 20.

Outras cidades
O segundo turno ocorreu ainda em 39 dos 95 municípios com mais de 200 mil eleitores. Em quatro, todos no Rio de Janeiro (Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Petrópolis e Volta Redonda), a decisão caberá à Justiça Eleitoral.

Consideradas 91 cidades com mais de 200 mil eleitores, encerrada a apuração neste domingo, o PSDB saiu com mais vitórias, 14, sendo seis neste segundo turno. O MDB acabou com dez, cinco em cada turno. Depois vem o PSD, com sete, sendo quatro neste segundo turno.

Pelo PSD, a atual vice-prefeita de Ponta Grossa (PR), Professora Elizabeth, venceu a deputada estadual Mabel Canto (PSC). Foi o único segundo turno das eleições envolvendo duas candidatas. Situação semelhante já havia ocorrido em Olinda (PE), em 2000.

Justificativa eleitoral
A abstenção foi recorde nestas eleições municipais, que ocorreram em meio à pandemia de Covid-19. No primeiro turno, considerando a média no País, foi de 23,1% do eleitorado. Neste segundo turno, de 29,5%, bem acima dos 21,6% nessa mesma fase em 2016.

As pessoas que faltaram ao segundo turno das eleições municipais têm agora até o final de janeiro (60 dias) para justificar a ausência. Isso poderá ser feito por meio do aplicativo para celular e-Título, em página na internet ou pessoalmente no respectivo cartório eleitoral.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Wilson Silveira

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro concede medalha de mérito a Lira, Pacheco, Michelle e 12 ministros

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Bolsonaro, Lira e Pacheco
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Bolsonaro, Lira e Pacheco

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) concedeu a Medalha do Mérito Oswaldo Cruz a alguns ministros, presidentes do Congresso e até à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28).

Entre os 12 ministros condecorados estão Paulo Guedes (Economia), Fábio Faria (Comunicações), Milton Ribeiro (Educação), Luiz Ramos (Secretaria-Geral da Presidência) e Walter Braga Netto (Defesa). 

Entre os aliados, receberam a homenagem o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o general Joaquim Silva e Luna, indicado por Bolsonaro para presidir a Petrobras.

O médico-cirurgião que realizou a operação do presidente após a facada em setembro de 2018, Antônio Luiz de Macedo, também receberá a honraria.

A homenagem é concedida a pessoas que tenham se destacado “de forma notável ou relevante” e contribuído para o bem-estar físico e mental da coletividade brasileira.


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