POLÍTICA MT

Max Russi cobra estrutura para hospitais do interior

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), cobrou medidas resolutivas do governo do Estado quanto à falta de estrutura para tratamento e atendimento de pacientes da Covid-19 em três municípios do interior de Mato Grosso. As indicações foram apresentas pelo parlamentar durante a sessão ordinária desta segunda-feira (19). 

Autoridades sanitárias municipais tem se preocupado com o estoque de medicamentos para pacientes entubados sob ventilação mecânica, os bloqueadores neuromusculares, que já está quase no fim. 

Esse é caso do Hospital Maternidade 13 de Maio, tido como um dos principais pontos de referência no atendimento a contaminados com o novo coronavírus em Sorriso. O problema foi relatado ao deputado pelo vereador Maurício Gomes e pelo secretário municipal de Saúde, Luíz Fábio Marchiorio. 

Já o município de Novo São Joaquim, de acordo com a secretária municipal de Saúde, Camila Pestana, precisa de cinco aparelhos respiratórios (BIPAP) e dez cilindros de oxigênio para o hospital local. 

“Infelizmente, de acordo com o Boletim Informativo Epidemiológico do Estado, Novo São Joaquim está com classificação de risco muito alta. Esses cilindros e respiradores são mais do que necessários neste momento, para o atendimento aos pacientes”, alerta Max Russi, reforçando a cobrança à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

Em relação à Barra do Bugres, a principal dificuldade é quanto a falta de cilindros de oxigênio. O secretário municipal de Saúde, Cláudio Alves de Souza, informou que o município conta com apenas 30 cilindros, sendo que cinco foram emprestados de comerciantes locais, como forma de complementar no tratamento de pacientes que precisam de auxílio respiratório. 

Ainda de acordo com o secretário, o hospital local está sendo reaberto e precisa de todo o suporte medicinal possível, para que possam ser realizados novos atendimentos. Para se ter uma ideia, se a intenção for abrir mais leitos especializados, serão necessários ao menos 500 metros de oxigênio por dia. O deputado Max Russi ratificou as cobranças e pediu urgência nas indicações. 

“Essa quantidade é insuficiente para atender os infectados de Barra do Bugres, que também está classificado como “risco alto” para a infeção. Fiz essas cobranças à Secretaria de Estado de Saúde e espero que esses problemas sejam resolvidos com urgência”, complementou.

Fonte: ALMT

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POLÍTICA MT

Deputado quer autorizar criação e exposição de galos das raças Mura e Índio Nacional

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) apresentou o Projeto de lei nº 309/2021, que prevê a autorização do Estado para a criação, manejo e exposição de galos das raças Mura e Índio Nacional. Por se tratarem de aves que são usadas em rinhas clandestinas, por terem comportamento de busca natural pelo combate, os criadores mato-grossenses são constantemente alvo de preconceito. A proposta não tem como objetivo promover ou autorizar o uso das aves em brigas, prática criminosa que é vedada por decreto federal em todo o Brasil desde 1961.

Na justificativa do projeto, o parlamentar cita que criadores das duas raças frequentemente são alvo de preconceito. O documento ainda lembra que os galos não são úteis somente para combate e que ambas as raças estão sendo utilizadas em cruzamentos genéticos para o melhoramento de raças com potencial comercial, particularmente na produção orgânica.

“Essa proposta é para que o setor de criação tenha um respaldo jurídico para que possa ser feita a criação de espécies no território estadual, para que essas aves possam ser protegidas. Quando um galo combatente é pego em alguma rinha clandestina, onde eles estão sofrendo, as classes que defendem os animais muitas vezes tentam impedir aquilo por um meio que sacrifica, como está na legislação, todos os animais. Com isso eles seriam protegidos”, explicou o parlamentar.

Ainda conforme o deputado, a aprovação desta lei pode reduzir os casos de maus-tratos, visto que ela trará segurança jurídica aos criadores que vão trabalhar de forma legalizada.

No Brasil, estados como Sergipe tem uma lei semelhante que foi aprovada e regulamentada através de um manual de atividades de criação, manejo e exposição de aves.

Fonte: ALMT

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