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Máscara de tecido, máscara cirúrgica, N95, afinal o que usar para se proteger

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

O Brasil registrou ontem (13.01) mais 97,2 mil casos de Covid; média móvel já passa de 60 mil. Com isso o país chegou a 22.815.827 casos registrados e 620.609 mortes, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa – Ministério da Saúde continua pererecando sob os efeitos dos hackers amigos.

Segundo um dos principais infectologistas dos EUA, Anthony Fauci, a expectativa é de que a variante ômicron “vá alcançar praticamente todo mundo”, afetando 95% a 98% dos vacinados.

Então, além de parar de dar ouvidos aos assessores do vírus, que pregam o quanto pior melhor, o caminho para se proteger é tomando a vacina. Além disso, o uso de máscaras, a higienização das mãos, evitar aglomerações – enfim, faça o contrário de tudo o que os negacionistas pregam – continua valendo para prevenir o contágio pela ômicron.

No caso das máscaras, há uma nova recomendação dos cientistas: usar proteção do tipo PFF2 — ou, no padrão norte-americano, N95.

Segundo o Centro de Prevenção e Controle de Doenças europeu, o uso da máscara N95 é o que há de melhor quando se trata de filtrar partículas grandes e pequenas e evitar a contaminação pela ômicron. Ao contrário das demais (veja abaixo) elas são produzidas em nível industrial, feitas de fibras tecidas com uma carga elétrica que pode prender partículas errantes (como uma meia que gruda em outras peças na secadora de roupas).

As máscaras nesta categoria também são conhecidas como “respiradores com máscara filtrantes” ou “respiradores descartáveis” e já vinham sendo utilizadas por profissionais de saúde. Elas buscam oferecer a melhor proteção contra aerossóis, as menores partículas respiratórias possíveis para a transmissão dos vírus. Para isso, elas têm várias camadas de diversos materiais, além de serem muito anatômicas, de modo a minimizar ao máximo os espaços por onde o ar poderia passar sem ser filtrado.

Essas máscaras podem filtrar até 95% das partículas transportadas pelo ar, de acordo com o CDC. Já máscaras cirúrgicas ou descartáveis ​​são cerca de 5% a 10% menos eficazes do que as N95

 

Máscaras de tecido: são bonitinhas, mas ordinárias. Produzidas artesanalmente em casas ou em confecções, com materiais não médicos, como tecido, malha ou retalhos.

É o tipo mais visto nas ruas, variando muito em forma, cor, material e estilo. Elas podem ser lavadas e reutilizadas, mas não protegem contra a nova variante que está entupindo os hospitais.

São máscaras mais de decoração facial que de proteção contra a Ômicron.

 

 

 

 

 

Máscara cirúrgica: produzida industrialmente com materiais específicos e descartáveis, a máscara cirúrgica simples, de uma camada, também não é recomendada já que não protege contra a Ômicron.

Os especialistas recomendam que se use a máscara cirúrgica de proteção tripla.

O que levou a uma mudança nas recomendações das máscaras foi não apenas a entrada da Ômicron, mas também uma melhor compreensão de como o Covid-19 se espalha. Diferente da gripe e outras infecções transmitidas pelo ar, em que gotículas de saliva se espalham causando a contaminação, no caso do Covid a principal causa da infecção é o ar compartilhado. Por isso, máscaras de pano, incentivadas no início da pandemia, podem filtrar gotas grandes e evitam que você pegue uma gripe, mas são poucos ou nada eficazes contra os vírus que estão no ar.

 

 

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Filho de Faustão sofria de obesidade mórbida infantil e fez cirurgia

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Quem vê o João Guilherme, filho do Faustão, atuando no programa da rede bandeirantes, talvez não imagine que um rapaz tão novo já tenha enfrentado tantos problemas de saúde, a ponto de ter que fazer cirurgia bariátrica. O garoto, aos 16 anos, pesava 150 quilos e, seguindo os passos do pai, “entrou na faca” uma fez a cirurgia bariátrica (SAIBA MAIS AQUI).

“Antes, ele levava a sério o negócio de churrasco, pesava 150 quilos. Hoje pesa 75 quilos, não é isso?”, perguntou Faustão durante o Faustão na Band. “Não, 72 quilos. Sabe o que acontece? Para quem é ex-gordo cada quilinho faz diferença”, respondeu João.

Em 2020, João passou por uma cirurgia bariátrica. Faustão fez a mesma cirurgia em 2009. “Eu sempre fui feliz, nunca tive problema. Mas a gente não imagina como pode ser mais feliz por questão de saúde e autoestima”, afirmou o jovem.

Na época, Luciana Cardoso, mãe de João e mulher de Faustão, falou sobre o procedimento do rapaz. “Foi uma indicação médica. Ele tinha indicadores de que poderia ter problemas no futuro”, disse.

OBESIDADE INFANTIL – Foi-se a época em que uma criança gordinha era orgulho para os pais. Sinal de saúde. Hoje sabe-se que a gordura em excesso, em qualquer idade, é um problema grave. Na infância, ainda pior.

Estudos recentes mostram que a obesidade é o terceiro problema de saúde pública que mais demanda gastos da economia brasileira, estando à frente até do tabagismo. Estima-se que os gastos giram em torno de R$ 110 bilhões, o que equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Outro dado marcante do crescimento epidêmico do excesso de peso é o aumento deste agravo em idades cada vez mais precoces. Em 2004, já se estimava que 10% das crianças e adolescentes do mundo apresentavam excesso de peso e que, dentre elas, um quarto eram obesas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 15% das crianças brasileiras com idade entre 5 e 9 anos têm obesidade atualmente.

A obesidade mórbida é uma doença crônica progressiva, onde o excesso de gordura corporal se acumula a tal ponto que a saúde fica comprometida. O problema de obesidade em crianças, geralmente, está associado a prática do desmame precoce, combinadas com dietas incorretas – repletas de industrializados como: salgadinhos tipo “snacks”, bebidas com alto teor de açúcares, doces e alimentos frios – e questões culturais (criança gordinha ainda é sinônimo de criança saudável).

Outra causa importante refere-se também ao desequilíbrio entre a ingestão de alimentos e o gasto energético. Atualmente, grande parte do tempo das crianças é dedicado à televisão, videogame, computadores, que constituem um ambiente bastante favorável ao aumento da prevalência da obesidade, já que por dia as crianças brasileiras passam em média 3 horas na escola e “5 horas em frente à TV”, reduzindo, desta forma, a prática de atividades físicas que possibilitem os gastos energéticos.

Dentre os riscos a saúde provenientes da obesidade podemos citar: doenças respiratórias, doenças ortopédicas, colesterol e triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e diabetes tipo 2. Pesquisas mostram que apenas 9% dos pais notam problemas dos filhos com a balança. É preciso estar sempre atento e algumas mudanças de hábito são fundamentais para a reeducação alimentar e controle do peso.

Como combater a obesidade

  • Fracione o volume de alimentos em 6 refeições durante o dia, evitando jejuns prolongados;

  • Incentive o consumo de frutas e hortaliças, em diferentes preparações;

  • Evite que a criança belisque fora das refeições e não substitua a refeição por mamadeiras, iogurtes e vitaminas;

  • Restrinja o consumo de guloseimas;

  • Reduza o tempo à frente da televisão, principalmente durante as refeições;

  • Estimule a prática de atividade física;

  • Não ofereça a comida como recompensa ou ameace com castigo caso não consumam a refeição ou determinado item;

  • Dê o exemplo. Não adianta dizer para beber suco e tomar refrigerante;

  • Fique atento e tome cuidado para não cair nas pegadinhas de alimentação saudável.

 

SAIBA MAIS
Entende-se por obesidade quando o Índice de Massa Corporal (IMC) de uma criança de 5 a 10 anos está acima de 30 kg/m². Já a obesidade mórbida é quando o IMC supera os 40 kg/m². Os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está obesa.

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