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Mark Zuckerberg apaga conta no Signal, rival do WhatsApp, após número vazar

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Zuckerberg tinha conta no Signal
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Zuckerberg tinha conta no Signal

O vazamento do Facebook , que expôs informações de 533 milhões de usuários, também revelou uma curiosidade. De acordo com um teste realizado pelo pesquisador de segurança Dave Walker, o CEO da rede social, Mark Zuckerberg , tinha cadastro no Signal , mensageiro rival do WhatsApp . A conta do executivo, porém, foi encerrada após a descoberta que veio a público neste domingo (4).

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A existência do cadastro foi relatada pelo pesquisador em seu perfil do Twitter. Pela rede social , um usuário questionou se o executivo, que também teve seu número de celular revelado , possuía conta no Signal . Em seguida, Walker apresentou uma captura de tela de uma conversa com Zuckerberg pelo aplicativo de mensagens.

Na mesma sequência de tweets, o pesquisador explicou que não enviou mensagens ao executivo. A conta de Mark Zuckerberg, no entanto, não ficou no ar por muito tempo: “Ontem, a conta foi encerrada”, disse Dave Walker pelo Twitter nesta terça-feira (6). Questionado pelo Android Authority , o Facebook não comentou sobre o assunto.

Vazamento do Facebook expôs 533 milhões de usuários

A descoberta parte de um vazamento que revelou informações de 533 milhões de usuários. Entre os dados expostos, estão o nome, cidade, e-mail e data de nascimento dos atingidos pelo incidente. Conforme apurado pelo Tecnoblog, a base reúne informações de cerca de 8 milhões de brasileiros, incluindo o número de celular.

Os dados estão sendo fornecidos gratuitamente em fóruns da internet e partem de uma falha no recurso “Adicionar amigo” do Facebook. De acordo com uma análise de Zlatan Ivanov, o incidente envolvendo atingiu mais de 90% dos usuários de países como Arábia Saudita, Egito, Ilhas Maurício, Itália, e Marrocos.

“Esses são dados antigos revelados anteriormente em 2019; encontramos e corrigimos esse problema em agosto de 2019″, afirmou uma porta-voz do Facebook .

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Estelionato pela internet pode dar até 8 anos de cadeia; entenda a nova lei

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Nicolas Nogueira

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O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (5), um Projeto de Lei (PL) que aumenta as penas para furto e estelionato pela internet ou por aparelhos digitais, como celulares e computadores. O  PL prevê reclusão de quatro a oito anos para quem cometer estes crimes.

A pena de furto prevista no Código Penal, sem essas circunstâncias, é de um a quatro anos e multa. Para estelionato, a legislação atual prevê de um a cinco anos de prisão.


Com o novo projeto, a pena de furto seria aumentada de um terço ao dobro se o crime for praticado contra idoso ou vulnerável. Para fraudes cometidas com uso de servidor de informática mantido fora do país, a pena aumenta de um terço a dois terços.

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Quanto ao estelionato, o texto propõe a reclusão de 4 ou 8 anos e multa se a fraude for cometida com informações fornecidas pela vítima ou por terceiro por meio de, por exemplo, redes sociais, contatos telefônicos ou e-mails fraudulentos.

Próximos passos

O texto do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) foi apreciado pela Câmara dos Deputados em abril e sofreu poucas alterações. Os senadores acataram as mudanças feitas pelos deputados. O projeto segue para sanção presidencial. 

“[O projeto] Tem tudo a ver com o momento que estamos vivendo, um momento em que, durante essa pandemia, os golpes virtuais dispararam em todo o Brasil”, afirmou o relator da matéria, senador Rodrigo Cunha (PSBD-AL).

“Então, nós temos aqui, de dados objetivos, mais de 60 milhões de brasileiros que já sofreram fraudes apenas pela internet, na maneira financeira, fora também os outros tipos de golpes, como, por exemplo, propaganda enganosa, clonagem de cartão de crédito, boletos falsos.”

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