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Mario Frias e auxiliares vão processar revista que os chamou de milicianos

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Mario Frias
Roberto Castro/ Mtur

Mario Frias

Em publicação nas redes sociais, o secretário especial da Cultura, Mario Frias, anunciou nesta sexta-feira (15) que irá processar a revista IstoÉ após a publicação do texto “Milicianos do capitão”. Auxiliares da pasta que pertence ao Ministério do Turismo também anunciaram que vão entrar com ação judicial contra o periódico.

Frias publicou uma foto de texto e escreveu: “Processinho a caminho”. Felipe Carmona Cantera, secretário nacional de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual, que também aparece na foto da revista, disse que se tratam de “homens de bem”, pais, heróis e um capitão da polícia militar. 

O texto da IstoÉ critica a aparição pública e nas redes sociais de armas de fogo como tentativa de institucionalizar a violência e o ódio, nos moldes do que faz a milícia. 

Na matéria, são citados Mario Frias; André Porciuncula, secretário nacional de Incentivo e Fomento à Cultura; Felipe Carmona Cantera, secretário nacional de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual; e Hélio Ferraz de Oliveira, secretário especial adjunto da Cultura.

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Homem indiano mantém braço direito levantado há 45 anos

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Amar Bharati
reprodução: Twitter

Amar Bharati

Amar Bharati mantém o braço direito levantado há mais de 45 anos e não planeja baixá-lo tão cedo.

Quem já ficou com um braço levantado por certo tempo sabe a dificuldade que é. Porém, para o sadhu, o ato acompanha incrível naturalidade.

Bharati está em outro patamar. Um dia, ele decidiu dar uma virada completa na sua vida levantando o braço, e nunca mais tocou sua cintura desde então. O braço está atrofiado.

Em 1973, Bharati trabalhava em um banco indiano. Ele era casado, tinha três filhos e levava uma vida modesta. Até que de repente decidiu abandonar tudo para dedicar toda a sua vida a Shiva, uma divindade hindu.

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Para servir verdadeiramente às suas crenças religiosas, ele teve uma ideia: ele levantaria o braço e o manteria assim enquanto vivesse. (outros sadhus permanecem anos com um das pernas dobradas).

“Eu não peço muito. Por que lutamos entre nós, por que existe tanto ódio e inimizade entre nós? Eu quero que todos os indianos vivam em paz. Quero que o mundo inteiro viva em paz”, disse ele de acordo com o site “Unilad”.

No início, foi bastante doloroso. Depois de cerca de dois anos, a agonia começou a diminuir e logo ele perdeu qualquer sensação no braço direito, que se atrofiou. Mesmo que quisesse abaixar o braço, provavelmente não conseguiria sem uma preparação extensa, devido ao dano permanente ao nervo e à perda de circulação.

Sadhus são considerados homens sagrados pelo hindus e capazes e suportar terríveis provações. São geralmente ascetas, praticantes de ioga e andarilhos em busca da “perfeição”.

Fonte: IG Mundo

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