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Máquinas contra a Covid-19: relembre 7 robôs que ajudaram os humanos em 2020

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retrospectiva 2020 robôs
Arte iG

Retrospectiva 2020

2020 ficará marcado na história como o ano em que se iniciou a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). E junto da crise mundial de saúde, surgiram diversas soluções para tentar conter o avanço do vírus, ajudar no tratamento da doença e garantir as novas medidas de proteção.

Boa parte das diversas novidades impulsionadas pela pandemia de Covid-19 envolvem tecnologia de ponta, e muitas delas são robôs . Os dispositivos eletrônicos cada vez mais inteligentes ganharam espaço e puderam ajudar em diversos aspectos no combate à pandemia. Conheça 7 robôs que atuaram contra a Covid-19 e chamaram a atenção em 2020:

1. Robô Ninja 

robô ninja
Reprodução/YouTube/AFP

Robô Ninja cuidou de pacientes no lugar dos médicos

Ainda em março, o  robô tailandês Ninja ganhou as manchetes do mundo todo. Usado para proteger os funcionários de hospitais, o dispositivo consegue tratar os pacientes, detectando a temperatura, supervisionando sintomas e se comunicando por videoconferência com os profissionais humanos. Isso evita que a equipe médica entre em contato com os infectados.

O Ninja, na verdade, não foi criado em 2020. O robô, que atua através da tecnologia 4G , já existia anteriormente e era utilizado no tratamento de pacientes que sofreram acidente vascular cerebral. Durante a pandemia, porém, modelos foram disponibilizados a hospitais para ajudar no combate à Covid-19 .

2. Robô limpa metrô

robô limpa metrô
Divulgação

Robô esteriliza vagões de Hong Kong

Também em março, outro dispositivo que chamou bastante a atenção foi um robô com a função de desinfetar o metrô de Hong Kong. Por lá, o órgão que administra o transporte de trilhos decidiu colocar 20 dispositivos para eliminar o novo coronavírus dos vagões.

Parecidos com um frigobar sobre rodas, os robôs foram comprados para circularem pelos metrôs borrifando peróxido de hidrogênio vaporizado, responsável por desinfetar os ambientes.

3. Robô hospitalar 

robô
Reprodução

Robô da CloudMinds cuidou de pacientes na China

Em março, um robô similar ao tailandês Ninja foi disponibilizado pela empresa americana CloudMinds para ajudar em um hospital de campanha em Wuchang, na província de Hubei, na China .

O humanoide consegue evitar que equipes médicas saudáveis entrem em contato com pacientes infectados pelo novo coronavírus , realizando o tratamento dos doentes. O robô é capaz de atividades como trocar a roupa de cama e medir a temperatura dos pacientes, além de ser mestre em se comunicar com as pessoas, fazendo companhia e estimulando atividades físicas leves, como alongamentos.

4. Robô policial

robôs
Reprodução/YouTube/Reuters

Robô patrulha parque em Singapura

Em abril, foi a vez do  simpático robozinho O-R3 ficar famoso por patrulhar o parque Bedok Reservoir, em Singapura. A responsabilidade do dispositivo era identificar quem estava quebrando o isolamento social e repreender esse tipo de atitude.

Com câmeras 360º e sistema de reconhecimento facial , o O-R3 circulava pelo parque avistando pessoas que não cumpriam as recomendações de distanciamento. “Para coibir a disseminação da Covid-19, reuniões neste parque não são permitidas. Por favor, pratique distâncias seguras o tempo todo e não demore neste parque. Fique seguro, fique em casa”, dizia ele, sempre que encontrava algum desavisado.

5. Robô entregador

robô entregador
Divulgação

O carrinho sai às ruas para fazer entregas

Em maio, o robô mais comentado da vez foi o entregador da startup britânica Starship Technologies. Apesar de já existir antes da pandemia, o carrinho inteligente ganhou força quando a cidade de Milton Keynes, na Inglaterra, passou a utilizá-lo durante o período de lockdown .

O robô entregador dirige sozinho através de câmeras, sistemas de radar e GPS, e é acompanhado à distância por uma equipe humana. O carrinho mantêm os produtos a serem entregues trancados, e só os libera quando o cliente destrava o robô através do mesmo aplicativo no qual realizou o pedido de delivery.

6. Robô empático

robô pepper
Redes sociais/Reprodução

Robô Pepper faz companhia para pessoas em isolamento na Escócia

Outro robô que ficou famoso em 2020 foi o escocês Pepper , que ganhou destaque em meados de julho. O objetivo desta máquina é fazer companhia para quem passa pelo difícil isolamento social.

Parte de um estudo da Universidade Heriot-Watt, situada em Edimburgo, o Pepper foi colocado para atuar como cuidadores de pessoas em isolamento social, entendendo suas necessidade e realizando ajuda doméstica.

7. Robô enfermeiro

robô
Divulgação/Barin Navi

Robô realiza exame de Covid-19 de forma autônoma

Em destaque nos noticiários em agosto, um robô desenvolvido pela empresa Brain Navi , de Taiwan, passou a ser utilizado para realizar a t estagem do novo coronavírus , ocupando o lugar de um profissional da saúde – e evitando novas infecções.

O braço mecânico realiza o teste tipo RT-PCR , colocando um longo cotonete dentro do nariz do paciente. Isso é feito através de reconhecimento facial e muita precisão de movimentos.

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Troca de dados entre WhatsApp e Facebook é ilegal, determina Alemanha

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WhatsApp troca dados dos usuários com o Facebook
Unsplash/Allie

WhatsApp troca dados dos usuários com o Facebook



Nesta terça-feira (13), um dos principais órgãos reguladores da Alemanha entrou com uma ação contra o Facebook . O motivo seria que a empresa de Mark Zuckerberg estaria trocando dados de usuários entre a rede social e o aplicativo de mensagens WhatsApp de forma ilegal.

Segundo o comissário Johannes Caspar, oficial de proteção de dados de Hamburgo e quem iniciou a ação, a recente atualização dos termos de uso e política de privacidade do serviço, que engloba esse compartilhamento, fere o Regulamento Geral de Proteção de Dados ( GDPR ) da União Europeia.

Caspar justificou a iniciativa afirmando que o Facebook precisaria da autorização expressa dos usuários para o compartilhamento – algo que não teria ocorrido. Além disso, ele lembrou que, quando o WhatsApp foi adquirido pelo Facebook há alguns anos, uma das premissas é que não ocorreria a troca de informações entre os serviços.

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“Temos motivos para acreditar que a política de compartilhamento de dados entre WhatsApp e Facebook está sendo inadmissivelmente aplicada devido à falta de consentimento expresso e voluntário”, disse o especialista. Algo que, segundo ele, não aconteceu.

Novos termos de uso

Em agosto, o Facebook alterou a política de uso do WhatsApp . Caspar classifica essa alteração do serviço como “uma troca ilegal de dados em massa”, motivo pelo qual ele estaria entrando com o procedimento, e argumenta que a ação visa proteger os dados dos cerca de 35 milhões de usuários do WhatsApp na Alemanha.

A ação regulatória prevê o bloqueio do compartilhamento dos dados por três meses, com possibilidade de a decisão ser ampliada, se autorizada pelo comitê regulatório para proteção de dados.

Além disso, a ação pede ao Facebook que dados sejam apagados, bem como sugere uma multa para o caso de não cumprimento da decisão. Em contrapartida, um porta-voz do WhatsApp afirmou que a empresa não estaria agindo contra as leis locais.

Segundo o porta-voz, “ao aceitar os termos de serviço atualizados do WhatsApp , os usuários não concordam com qualquer expansão em nossa capacidade de compartilhar dados com o Facebook, e a atualização não afeta a privacidade de suas mensagens com amigos ou familiares”, disse, em nota, à Reuters . O Facebook alega que sua atuação está em conformidade com a lei e que vai recorrer da decisão.

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