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Mais de 2,5 mil Kits COVID-19 já foram distribuídos em Cuiabá

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Pouco mais de duas semanas depois que a Prefeitura de Cuiabá começou a disponibilizar o Kit COVID-19 para pacientes com sintomas leves, nas unidades da Atenção Básica, cerca de 2.700 já foram entregues para a população que procurou atendimento nos PSFs e Centros de Saúde. De acordo com dados da diretoria de Atenção Básica, os locais onde foram distribuídos um número maior de foram a Clínica da Família, o PSF Pedra 90 I e II e a UBS Parque Ohara.

“Estas três unidades recebem uma grande quantidade de pacientes. A Clínica da Família possui 5 equipes de saúde, então é como se fossem 5 PSFs num só local, o que possibilita ter um número maior de atendimentos. O PSF do Pedra 90 recebe pacientes do próprio bairro, que é bastante populoso, então a demanda é alta. O Parque Ohara é uma unidade nova, onde funciona a hora estendida, então a população tem até mais tarde para se consultar”, comentou a diretora Miriam Naschenveng.

O secretário-adjunto de Assistência em Saúde, Luiz Gustavo Raboni Palma, explica que o Kit COVID está disponível para pacientes com sintomas leves da doença que procurem atendimento médico. “É importante ressaltar que os medicamentos não têm eficácia comprovada na prevenção da COVID-19. Eles têm sido utilizados seguindo protocolos do Ministério da Saúde para o tratamento precoce e só são entregues para o paciente mediante apresentação da receita médica. Mesmo que tenha sido atendido em uma unidade de saúde que não seja as do município, se o paciente apresentar a receita médica, ele pode pegar o kit em nossas unidades”, revela Palma.

Além das 14 unidades básicas de saúde onde começaram a ser disponibilizados, agora os medicamentos também podem ser encontrados em mais dois locais: PSF Santa Terezinha e no Centro de Saúde Ana Poupina, onde funciona o Centro de Referência para COVID-19 da Atenção Básica.

O Centro de Referência, por sua vez, durante a pandemia está atendendo exclusivamente pacientes que apresentam sintomas leves de síndrome gripal. Os pacientes atendidos no local poderão fazer tanto o teste rápido quando o RT-PCR no local, conforme os critérios de avaliação dos médicos. “Caso o médico ache necessário que o paciente faça o exame, ele será agendado na própria unidade, levando-se em conta o tempo de início dos sintomas”, explica o secretário adjunto.

Atenção Secundária

A partir desta sexta-feira (7), os pacientes que procurarem atendimento em UPAs e Policlínicas e que receberem receitas dos médicos para usar o Kit Covid-19 poderão retirar os medicamentos na própria unidade onde foram atendidos. “Ao disponibilizar o Kit COVID nas UPAs e Policlínicas estamos facilitando o acesso da população aos remédios, evitando que precisem se deslocar até uma unidade da Atenção Básica para pegar o Kit. Com isso evitamos a circulação de pacientes positivados, diminuindo a chance de transmissão para outras pessoas”, concluiu o adjunto. 

Os kits estarão disponíveis a partir de amanhã na UPA Morada do Ouro, UPA Pascoal Ramos, Policlínica do Verdão, Policlínica do Coxipó, Policlinica do Planalto e Policlínica do Pedra 90.

Veja as unidades de saúde que já dispõem do Kit Covid-19:

PSF Santa Izabel I / PSF Santa Isabel II

PSF Despraiado I / PSF Despraiado II                                                                         

Centro de Saúde do Grande Terceiro

Centro de Saúde Dom Aquino

Centro de Saúde Jardim Leblon 

PSF Pedregal I / PSF Pedregal II

PSF Pedra 90 I / PSF Pedra 90 II 

Centro de Saúde do Parque Cuiabá

Centro de Saúde do Tijucal 

UBS Parque Ohara

Clínica da Família do CPA 1

PSF Três Barras

PSF Jardim Umuarama 

Centro de Saúde CPA III

PSF Jardim Fortaleza / Santa Laura

PSF Santa Terezinha / Itapajé

Fonte: AMM

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Presidente da AMM repudia retirada de recursos do Fundeb para atender programa social

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, Neurilan Fraga, disse que é totalmente contra a retirada de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação-Fundeb para financiar em parte o programa Renda Cidadã, conforme proposta anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro na última segunda-feira (28).

Fraga lembra que os municípios demoraram muito para conquistar a aprovação do projeto que tramitou por muitos anos no Congresso Nacional. Segundo ele, os prefeitos, os governadores, os parlamentares federais as entidades de classe que representam a Educação, a sociedade em geral não vão aceitar a retirada de recursos de uma área tão essencial para o desenvolvimento do País.

“Retirar o recurso da educação de nossos jovens e crianças é provocar um colapso no futuro do Brasil. As nações mais desenvolvidas do mundo só conseguiram este patamar por causa dos investimentos na Educação em todos os níveis. Aprovar um projeto desta natureza é um ‘crime lesa Pátria’, disse ele.

Fraga ressalta que para a aprovação do Fundeb, que destina recursos para os municípios, foi feito um acordo de lideranças que mobilizou o Congresso Nacional, os governos estaduais, os municípios e outras entidades que defendem uma educação de qualidade para todos os cidadãos. “Foi uma votação histórica e muito comemorada pelos gestores municipais de todo o País. Não podemos aceitar agora o retrocesso desta conquista. Se isto persistir teremos de convocar os prefeitos de todo o Brasil para um movimento nacional de mobilização junto aos parlamentares para que não seja votado no Congresso.

Isto seria um golpe brutal no desenvolvimento da educação, principalmente nos municípios”, alertou, acrescentando que o movimento municipalista defende que o Governo Federal crie um programa de transferência de renda para atender as famílias mais vulneráveis de todas as regiões brasileiras, mas que os recursos são saiam da Educação.

No Congresso, o relator do Orçamento para 2021 e da PEC Emergencial (PEC 186/2019), na qual deve figurar o Renda Cidadã, senador Marcio Bittar, frisou que o  objetivo do programa é atender milhões de brasileiros que, a partir de janeiro de 2021, com o término do pagamento do Auxílio Emergencial, não terão uma renda. O parlamentar explicou que os recursos para esse novo programa também poderão vir de precatórios, além do Fundeb. 

O Brasil tem no Orçamento R$ 55 bilhões para pagar de precatórios. “Vamos utilizar o limite de 2% das receitas correntes líquidas, que é mais ou menos o que já fazem estados e municípios. A meta é estabelecer a mesma coisa para o Governo Federal. E o que sobrar desse recurso, juntando com o que tem no orçamento do Bolsa Família, vai criar e patrocinar o novo programa”, assegurou.

 

 

  

Fonte: AMM

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