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Mais de 247 mil indígenas foram vacinados contra a Covid-19

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Fornecendo apoio logístico para a campanha de imunização nacional contra a Covid-19, as Forças Armadas já viabilizaram a vacinação de 247.213 indígenas. Entre os dias 20 e 22 de fevereiro, profissionais da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) chegaram à região do Médio Rio Purus (AM), com apoio de aviões militares, para dar continuidade às ações de combate ao coronavírus.

Em muitas comunidades indígenas só é possível chegar de avião ou helicóptero e o apoio é prestado pelos Comandos Conjuntos (CCj), integrados por militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Os Comandos Conjuntos do Rio Grande do Norte e Paraíba, Amazônia, Norte, Nordeste e Oeste prestam apoio aos Distritos Sanitários Especiais de Saúde Indígenas (DSEIs) do Alto Solimões e Alto Javari, Alto Juruá e Yanomami, Rio Negro e Médio Solimões, no Amazonas, desde o início do processo de imunização no país.

Aldeias nos estados do Ceará, Alagoas e Sergipe também foram beneficiadas pelo esforço logístico das Forças Armadas. Em apoio à Fundação Nacional do Índio (Funai), o CCj Norte transportou insumos via rota fluvial no Pará.

Acompanhe os números atualizados de indígenas vacinados e de doses aplicadas

Com informações da Casa Civil

Fonte: Brasil.gov

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Senadores da CPI da Covid possuem linha de investigação contra governo Bolsonaro

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 Senadores da CPI da Covid possuem linha de investigação contra governo Bolsonaro
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Senadores da CPI da Covid possuem linha de investigação contra governo Bolsonaro

O governo  Jair Bolsonaro inicia a semana com a missão de se blindar da CPI da Covid, que deverá ser instaurada nesta semana. Os senadores de oposição já possuem os principais pontos de investigação para conduzir a comissão parlamentar de inquérito. As informações são do portal Uol .

A composição dos 11 senadores que irão compor a CPI é desfavorável ao governo. Omar Aziz (PSD-AM) será o presidente , Randolfe Rodrigues (Rede-AP) ocupará a vice-presidência e Renan Calheiros (MDB-AL) assumirá a relatoria . Os membros já definiram os principais pontos que serão investigados:

– Ações e discursos do Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), contrários as medidas restritivas e ações do Supremo Tribunal Federal (STF);

– Promover aglomeração em eventos oficiais, atos e viagens, bem como a não utilização de máscaras;

Menosprezo a vacinas;

Ignorar ofertas de imunizantes pela Pfizer, CoronaVac e Janssen;

– Financiamento insuficiente a Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do Sistema Único de Saúde (SUS);

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– Testes de detecção ao novo coronavírus estocados e sem uso próximos ao vencimento;

Promoção de medicamentos sem comprovação científica para o ‘tratamento precoce’ contra covid-19;

– Produção excessiva de cloroquina pelo Exército através de recursos públicos;

– Uso político e interferência na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);

Pagamento para influenciadores promover o tratamento e atendimento precoce;


Senadores mais críticos deverão utilizar a mesma estratégia adotada pelo governo Bolsonaro – em identificar mau uso dos recursos públicos por prefeitos e governadores – para verificar se o governo federal utilizou de maneira adequada as verbas destinadas ao combate a pandemia do novo coronavírus.

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