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Maior naufrágio de imigrantes no Canal da Mancha tem mais de 30 mortos

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Canal da Mancha visto da Estação Espacial Internacional
Reprodução/ Hipercultura

Canal da Mancha visto da Estação Espacial Internacional


Pelo menos 31 imigrantes morreram quando tentavam cruzar o Canal da Mancha rumo ao Reino Unido, nesta quarta-feira (24). Cinco são mulheres e uma das vítimas é criança. Além disso, outras duas pessoas foram resgatadas com vida.

Os números foram divulgados pelo Ministério do Interior da França. O ministro Gérald Darmanin disse, em coletiva de imprensa, que ao menos uma pessoa continuava desaparecida.

Segundo a Folha de S. Paulo, o naufrágio aconteceu perto da costa francesa, entre Calais e Dunquerque. É considerado o maior desastre desse tipo desde que a Organização Internacional passou a coletar os dados do canal, em 2014.

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A publicação explica que as travessias em bote dispararam neste ano, o que gerou atritos entre a França e o Reino Unido. Após a tragédia, o premiê britânico, Boris Johnson, disse que o país não vai deixar “pedra sobre pedra” para impedir o tráfico de seres humanos. Já o presidente da França, Emmanuel Macron, respondeu que seu país “não vai deixar o Canal da Mancha se tornar um cemitério”.


A mídia britânica diz que cada imigrante costuma pagar cerca de 4 mil euros, o equivalente a R$ 27 mil, para chegar ao Reino Unidos. Relatos dão conta de que há botes com até 80 pessoas. No caso em questão, a administração dos portos de Calais e Boulogne informou que o barco tinha cerca de 50 imigrantes.

Fonte: IG Mundo

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Após 14 anos de buscas, pais encontram filho sequestrado na China

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Sun Haiyang e Peng Siying reencontraram o filho sequestrado após 14 anos de buscas na China
South China Morning Post

Sun Haiyang e Peng Siying reencontraram o filho sequestrado após 14 anos de buscas na China

Após 14 anos de buscas, um casal da China reencontrou o filho sequestrado na cidade de Shenzhen, no sudeste do país, quando ele tinha apenas quatro anos. O pai, Sun Haiyang, e a mãe, Peng Siying, venderam propriedades para financiar a procura e ofereceram até uma recompensa de 200 mil yuan (R$ 176 mil na cotação atual) por informações sobre o paradeiro de Sun Zhuo.

A história serviu de inspiração para o filme “Dearest” (2014), dirigido por Peter Chan. O menino foi levado por um homem que lhe ofereceu um brinquedo e doces e não foi visto desde então. Ao longo dos anos, os pais receberam diversos alarmes falsos de que o filho teria sido encontrado, todos descartados após testes de DNA. Neste ano, porém, a polícia de Shenzhen confirmou após um exame que o filho desaparecido vivia em Shandong, no leste da China.

Reconhecimento facial

O reencontro ocorreu nesta segunda-feira, organizado pelo Ministério da Segurança Pública do país. As autoridades rastrearam o filho desaparecido após uma tecnologia de reconhecimento facial identificar o suspeito, de sobrenome Wu. O homem foi detido acusado de cometer dois sequestros de crianças, incluindo o de Zhuo. O pai e a mãe adotivos do menino foram libertados sob fiança e aguardam julgamento sobre o caso.

Em entrevista à emissora China Central Television, Sun Zhuo disse que não pretende viver com os pais biológicos, já que os adotivos cuidaram dele por mais de dez anos, mas reforçou que agora tem duas famílias.

“Eu tenho uma nova casa agora, mas ambos são meus pais” , disse o jovem, que cursa o último ano do Ensino Médio.

Segundo o portal Global Times, desde que o Ministério da Segurança Pública lançou a plataforma de alerta de crianças desaparecidas chamada Tuanyuan (Reunião, em português) em 2016 e lançou uma campanha nacional de luta contra o tráfico de pessoas em janeiro, um total de 8.307 crianças perdidas foram encontradas até novembro.

Fonte: IG Mundo

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