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Mãe de Henry Borel, Monique Medeiros testa positivo para covid-19 na prisão

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Mãe de Henry Borel, Monique Medeiros testa positivo para covid-19 na prisão
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mãe de Henry Borel, Monique Medeiros testa positivo para covid-19 na prisão

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel , pediu para realizar testes contra a covid-19 na última segunda-feira (19) por apresentar sintomas e o diagnóstico foi positivo para a doença. As informações são do portal G1 .

Detida por envolvimento na morte de seu filho, a mulher solicitou atendimento médico e foi levada à ala médica da penitenciária. De lá, encaminhou-se ao Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho onde foi confirmada a suspeita de infecção pelo novo coronavírus através de exames.


A professora foi prontamente isolada e assim permanecerá até que se recupere. Informações adicionais sobre o estado de saúde de Monique não foram divulgados.

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Adolescente que ameaçava ataque a escola em Cabo Frio é apreendido

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Ataque a escola de Cabo Frio aconteceria dois dias depois do atentado em Saudades, SC
Divulgação/Corpo de Bombeiros

Ataque a escola de Cabo Frio aconteceria dois dias depois do atentado em Saudades, SC

Policiais da Delegacia de Cabo Frio apreenderam um adolescente de 15 anos de idade, que ameaçava pelas redes sociais um  ataque a uma escola particular na cidade da Região dos Lagos. A descoberta da ação foi possível graças ao Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública , que identificou que as ameaças partiam da cidade de Cabo Frio.

Com as informações repassadas pela equipe do ministério, a Polícia Civil do Rio de Janeiro conseguiu identificar e apreender o adolescente suspeito, que teria divulgado a ação em suas redes sociais.

De acordo com o ministro da Justiça, Anderson Torres, “a tecnologia se torna cada vez mais fundamental para a resolução de crimes. Neste caso, a ação rápida e conjunta entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Polícia Civil do Rio evitou uma tragédia. Esse é o nosso compromisso com a sociedade”.

A ação ocorreria dois dias depois do ataque a uma creche na cidade de Saudades , em Santa Catarina, que deixou cinco mortos, sendo três bebês, uma professora e uma auxiliar.

Segundo o delegado da Polícia Civil de Cabo Frio Carlos Eduardo Almeida, “no dia [5], por volta das 22h, recebemos informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública e montamos uma operação para esta manhã. As equipes foram até o local apontado nessas informações. Fomos recebidos pela mãe do adolescente. Na busca, conseguimos encontrar todo o material que estava sendo postado pelo adolescente em uma plataforma de rede social ”.

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Mensagens

Em uma das mensagens postadas, o menor apreendido dizia ter começado a planejar o ataque no dia 4 de maio e iria realizar o ato dois dias depois, ou seja, na quinta-feira (6). A intenção seria atacar na hora do recreio, no mesmo horário do massacre em Realengo. O internauta afirmou que mataria um professor e dois funcionários da escola, além de alunos. Uma arma branca e coquetéis molotov seriam usados na ação.

O massacre em Realengo, zona oeste do Rio, ocorreu no dia 7 de abril de 2011, por volta das 8h30, na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos de idade, invadiu a escola armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando 12 deles, com idade entre 13 e 15 anos, e deixou mais de 22 feridos. O assassino foi interceptado por policiais, mas cometeu suicídio antes de ser detido.

Na residência do suspeito foram encontrados materiais para fabricação de coquetel molotov, desenhos que simulavam a ação contra a escola, além de outros artefatos. O perfil que o usuário utilizava nas redes sociais tinha a imagem de Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre  de Realengo.

O delegado Carlos Eduardo informou que “o adolescente foi ouvido, em companhia dos pais e com toda a tranquilidade, e disse que realmente ia perpetrar essa ação”.

O coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça , Alessandro Barreto, disse que “cada vez mais a tecnologia é empregada para a prática de crimes. Tecnologias ofertadas com fins lícitos são empregadas de forma criminosa. A apreensão do adolescente, após a publicação de ameaças de ataques em redes sociais a uma escola na cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, demonstra uma ação oportuna da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Ministério da Justiça e Segurança Pública para reprimir crimes praticados na internet com reflexos no meio físico”.

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