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Mãe de Eloá lamenta morte de mulher que recebeu coração da filha: “Muito triste”

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Augusta Anjos, mulher que recebeu o coração de Eloá em 2008 e faleceu por Covid-19 na segunda-feira
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Augusta Anjos, mulher que recebeu o coração de Eloá em 2008 e faleceu por Covid-19 na segunda-feira

Morreu no fim da tarde de segunda-feira Augusta Anjos, de 51 anos, vítima da Covid-19. Em 2008, ela recebeu o transplante do coração de Eloá Cristina Pimentel, jovem de 15 anos mantida refém e morta pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes, em Santo André, São Paulo. A informação foi confirmada pela sobrinha de Augusta, Jeanne Carla, em uma rede social.

Augusta foi internada no fim de abril no hospital Santa Terezinha, em Parauapebas, no Pará, e tinha cerca de 75% do pulmão comprometido. A família chegou a organizar uma campanha virtual para arrecadar doações a fim de ajudar no tratamento, mas ela não resistiu.

“Ligaram do hospital e hoje foi o dia escolhido: Nosso Pai celestial recolheu a Augusta para a vida eterna, para morar ao seu lado, para abraçá-la e dizer ‘Ah filha, que bom que você chegou, vem aqui perto do Papai’. Hoje, chegou ao fim todo seu sofrimento, sem remédios, sem cirurgias, sem agulhas, sem máquinas… apenas a grandiosa face de Deus!”, escreveu Jeanne.

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Pais de Eloá lamentam morte

“Eu não esperava essa notícia. Eu estava torcendo para a Augusta se recuperar. Para mim foi muito triste. Minha família, meus filhos estão tristes. Até porque amanhã [5 de maio] minha filha Eloá faria 28 anos se estivesse viva. Augusta era como uma filha para mim também, pois ela carregava o coração de Eloá”, disse ao G1 a autônoma Ana Cristina Pimentel, de 54 anos, mãe de Eloá.

“Augusta ficou maravilhosa depois que recebeu o coração de Eloá, mas essa doença [Covid] a pegou e a matou”, completou Ana Cristina.

O pai de Eloá também se manifestou sobre o óbito de Augusta dos Anjos, vítima da Covid-19. “Ficamos sabendo e lamentamos o falecimento da Maria Augusta”, falou ao G1  Everaldo Pereira dos Santos, 56.

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Anvisa aprova estudos clínicos da vacina Covaxin no Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de ensaios clínicos da vacina Covaxin no Brasil. A aprovação para testes do imunizante desenvolvido na Índia servirá para avaliar a eficácia, a segurança e a consistência entre os lotes da vacina.

A certificação da Covaxin está sob análise da Anvisa e, caso tenha o registro aprovado, será incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O Ministério da Saúde já contratou 20 milhões de doses, com o pagamento condicionado à aprovação do registro para uso pela agência reguladora.

O estudo foi solicitado pela empresa Precisa Farmacêutica, representante no Brasil do laboratório indiano Bharat Biotech, produtor da Covaxin. A pesquisa prevê a aplicação de duas doses, com 28 dias de intervalo, em 4,5 mil voluntários, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Mato Grosso. O trabalho também é feito no país asiático com 26,3 mil pessoas, totalizando 30,8 mil voluntários num ensaio global.

Autorização

Segundo a Anvisa, os dados das etapas anteriores de desenvolvimento dos produtos foram analisados, incluindo estudos não clínicos in vitro e em animais, bem como dados preliminares de estudos clínicos em andamento. Os resultados obtidos até o momento demonstraram um perfil de segurança aceitável das vacinas candidatas.

Esse é o sétimo estudo de vacina covid-19 autorizado pela Anvisa. No dia 2 de junho de 2020, a Agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela empresa AstraZeneca; em 3 de julho, da vacina da Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan; em 21 de julho, da vacina da Pfizer/Wyeth; em 18 de agosto, da vacina da Janssen-Cilag; em 8 de abril de 2021, da vacina da Medicago; e em 19 de abril de 2021, da vacina Sichuan Clover Biopharmaceuticals.

Priorização de análise

Desde o reconhecimento de calamidade pública no Brasil em virtude da Covid-19, a Anvisa tem adotado estratégias para dar celeridade às análises e às decisões sobre qualquer demanda que tenha como objetivo o enfrentamento do coronavírus.

Uma dessas estratégias foi a criação de um comitê de avaliação de estudos clínicos, registros e mudanças pós-registros de medicamentos para prevenção ou tratamento da doença. O grupo também atua em ações para reduzir o risco de desabastecimento de medicamentos com impacto para a saúde pública devido à crise sanitária.

Com informações do Ministério da Saúde

Fonte: Brasil.gov

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