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Lula critica aumento da miséria enquanto ricos “compram iate”

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 O petista e ex-presidente Lula (2003-2010) e o atual presidente da República, Jair Bolsonaro
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O petista e ex-presidente Lula (2003-2010) e o atual presidente da República, Jair Bolsonaro


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) tuitou nesta terça-feira (15)sua indignação com a volta da fome para a lista de problemas do Brasil e a nova expansão da linha da pobreza .

Lula também destacou as desigualdades sociais e o acúmulo de renda dos mais ricos durante a pandemia da Covid-19. Veja:


“Eu nunca vi tanta gente na rua como tenho visto. Tanta criança pedindo esmola, passando fome. E o mundo vendo no noticiário bilionário comprando iate de 400 milhões de dólares”, disse.

No mesmo dia, Lula se encontrou com o padre Júlio Lancelotti . Na reunião transmitida também em seu twitter, o político e o religioso debateram a condução da pandemia de Covid-19 no Brasil e o agravamento dos problemas sociais do país.

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No início de maio, o petista chegou em Brasília para articular a volta do auxílio emergencial ao valor de R$ 600 . O retorno é tido como “missão” principal do ex-presidente.

Para isso, utilizará dos contatos que mantém na cidade para conversar com lideranças do Congresso Nacional.

Pré-campanha

Na manhã desta terça-feira , o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu as críticas de uma apoiadora à sua gestão. “Quem não está contente comigo, tem Lula em 2022”, disse.

A militante cobrou que o presidente mobilizasse as Forças Armadas para acabar com o sofrimento do povo “na mão daqueles demônios”. Ao responder à apoiadora, entretanto, Bolsonaro afirmou que “ditadura não é comigo”. 


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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

Edição: Aline Leal

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