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Lula: Bolsonaro quer CPI na Petrobras por ter medo dos acionistas

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Lula criticou a possibilidade de uma CPI contra a Petrobras
Reproducao: Youtube

Lula criticou a possibilidade de uma CPI contra a Petrobras

O ex-presidente  Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (23) a possibilidade de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobras . A medida é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, mas  sofre para garantir as 171 assinaturas necessárias.

“Eles querem destruir a Petrobras a cada passo”, disse Lula em entrevista à Rádio Difusora, do Amazonas. “O Bolsonaro não tem coragem, tem medo dos acionistas, tem medo que falem com Guedes, ele não quer mexer [no PPI]. Ele jogou a culpa nos governadores que podem aprovar [a mudança] no ICMS, que não vai reduzir os preços. A culpa é do governo”.

“E agora quer fazer uma CPI para jogar a culpa nos outros. Deveríamos fazer uma CPI sobre as mentiras do governo dele”, completou

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Lula também criticou a alta da inflação e prometeu manter os benefícios para Zona Franca de Manaus em caso de eventual reforma tributária. 

De acordo com o pré-candidato ao Planalto, a CPI é tentativa de Bolsonaro de transferir para outros a responsabilidade da incapacidade de gestão.

 “Não temos um governo normal. Estão tentando aprovar a CPI da Petrobras, um absurdo porque a primeira coisa que ele tenta fazer é jogar a responsabilidade da sua incapacidade, diuturnamente, em cima dos outros”, disse na segunda-feira (21), durante ato de lançamento das diretrizes do governo da chapa Lula-Alckmin e da plataforma de recebimento de sugestões para o programa.

Se eleito, o ex-presidente promete acabar com a política de preços em paridade internacional, que obriga a empresa a reajustar os combustíveis de acordo com o preço do petróleo e da taxa de cãmbio. 


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Petrobras: Senador quer que STF investigue interferência de Bolsonaro

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Bolsonaro é acusado de interferir na Petrobras
Isac Nóbrega/PR

Bolsonaro é acusado de interferir na Petrobras

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta interferência na Petrobras. A ação é motivada após o ex-presidente da companhia Roberto Castello Branco afirmar, em um grupo privado, que seu antigo telefone tinha provas que poderiam incriminar o mandatário.

Em um grupo privado de mensagens com economistas, Castello Branco diz que antigo seu celular corporativo tinha mensagens e áudios que provavam que Bolsonaro tinha interferido na Petrobras. O caso foi antecipado pelo site “Metrópoles”.

O aparelho foi devolvido à companhia após Castello Branco ter deixado a presidência da Petrobras, no início do ano passado. Na conversa, o ex-presidente não detalha quais seriam os crimes que Bolsonaro teria cometido.

No pedido ao STF, Randolfe pede, além da abertura do inquérito contra Bolsonaro, por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR), que Castello Branco preste depoimento sobre o caso e que o celular citado seja apreendido para ser periciado. O senador pede também que as mensagens que eventualmente forem encontradas sejam divulgadas.

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“Solicitamos a Vossa Excelência que se oficie ao Procurador-Geral da República para analisar a abertura de inquérito investigativo em face do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, para que esclareçam os fatos e os eventuais crimes cometidos por ele contra o erário público, com a tomada urgente de depoimento do Sr. Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras, e de Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil, bem como a tomada das medidas acautelatórias indispensáveis ao esclarecimentos dos fatos, tais como a busca e apreensão do telefone celular indicado, a sua perícia e a imediata publicidade sobre os conteúdos que digam respeito ao caso, que contempla manifesto interesse público subjacente”, disse no documento.

Randolfe pede ainda que a apreensão do celular seja feita o mais rápido possível a fim de evitar que o conteúdo das mensagens sejam apagados.

“Tal medida acautelatória é, por pressuposto, urgente, na medida em que há real risco de iminente apagamento de todos os dados que porventura impliquem o Presidente da República em atos criminosos.”

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