Várzea Grande

Lucimar entrega prefeitura de Várzea Grande com R$ 136 milhões em caixa

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Um saldo de R$ 136.524 milhões, estão nas contas correntes da Prefeitura de Várzea Grande e que fazem parte do relatório que a prefeita Lucimar Sacre de Campos vai entregar hoje durante a solenidade de transmissão de cargo para o prefeito eleito, Kalil Baracat.

“Considero uma situação confortável e mais do que isto, permite a ele planejar a primeira etapa de sua administração que começa hoje”, disse a ainda prefeita de Várzea Grande apontando, no entanto, que seu maior legado foi ter resgatado a credibilidade do Poder Público Municipal perante a população.

“Feitos, obras e realizações são muitas, mas considero a atual situação global de Várzea Grande como uma das mais favoráveis entre as 5.570 cidades do Brasil, sem falsa modéstia, pois temos todas as certidões negativas que apontam que o Tesouro Municipal está com sua capacidade de endividamento em ordem, suas contas em dia e uma saúde financeira invejável”, explicou Lucimar Sacre de Campos apostando que: “Kalil Baracat será melhor prefeito do que eu fui, pois ele terá mais condições de trabalhar, continuará tendo o meu apoio, do senador Jayme Campos e de uma infinidade de pessoas e políticos que querem o melhor para a cidade e para sua gente”, disparou Lucimar Sacre de Campos.

Dos R$ 136.524 milhões em contas correntes, R$ 78.406 milhões são da Fonte 100, ou seja, de arrecadação própria que pode ser utilizado para qualquer tipo de despesa inclusive aqui assegurando o pagamento da primeira folha de salário de janeiro de 2021; R$ 22.099 milhões são recursos de convênios com os Governos do Brasil e de Mato Grosso; R$ 17.644 milhões estão nas contas da Educação Municipal; R$ 13.263 milhões nas contas da Saúde de Várzea Grande e R$ 5.109 milhões são recursos da Promoção Social.

“E ainda tem mais recursos para ingressarem nos cofres públicos de Várzea Grande ainda neste início de janeiro, como emenda do senador Jayme Campos no valor de R$ 10 milhões, convênios com os Governos do Estado e Federal entre outras receitas que estão empenhados e, portanto, é uma certeza de que irão acontecer e se tornar realidade”, disse a ainda prefeita de Várzea Grande, horas antes de passar o comando para Kalil Baracat.

Lucimar Sacre de Campos disse que deu o melhor de si e somente pode trabalhar e obter resultados porque contou com a ajudar de muitas pessoas, sejam elas políticos, sejam elas empresários, servidores públicos e população, pois todos estavam imbuídos do melhor propósito, ou seja, o melhor por Várzea Grande e sua gente.

“Saio com a certeza do dever cumprido e que em nenhum momento nos faltou determinação, empenho, dedicação e amor em tudo que realizados e serei eternamente grata pela possibilidade de administrar a cidade que me deu meu maior tesouro, minha família. Quanto ao futuro é cedo para dizer o que vai acontecer, apenas que não deixarei de sempre ajudar e contribuir com Várzea Grande, com o Brasil e com Mato Grosso”.

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Várzea Grande

Ex-secretário de Várzea Grande é inocentado em processo do Tribunal de Contas

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Prefeitura de Várzea Grande

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), livrou o secretário municipal de Serviços Urbanos de Várzea Grande, Gonçalo Aparecido de Barros, da devolução de R$ 433,8 mil aos cofres públicos do município. Ele responde a uma tomada de contas por irregularidades em contratos firmados entre a Prefeitura de Várzea Grande  e a Selprom Tecnologia, no ano de 2013, gestão do ex-prefeito Walace Guimarães.

Os membros da Corte de Contas, seguiram por unanimidade o voto do conselheiro Valter Albano, relator de um recurso, ingressado pelo ex-secretário contra decisão tomada em 2012, que determinou a devolução dos recursos. A Sessão de julgamento ocorreu no último dia 2 de agosto.

Gonçalo Aparecido de Barros

Conforme o processo, Gonçalo Aparecido de Barros foi condenado à devolução dos recursos em razão da falta de comprovantes do pagamento de dois contratos com a Selprom Tecnologia, que previa a ‘prestação de serviços de manutenção por meio do fornecimento de material de gestão e inventário do parque de iluminação pública do referido município”. O valor do contrato, fechado em 2013, era de R$ 3,1 milhões, porém, as notas fiscais do negócio não comprovaram o pagamento de R$ 433,8 mil, deste total.

O ex-secretário se defendeu no recurso relatando que a tomada de contas da controladoria-geral de Várzea Grande, que apontou a irregularidade, levou em conta apenas as notas fiscais de um dos contratos. “Sustenta, ainda que a soma dos valores das notas fiscais referentes aos contratos anteriores mencionados correspondem exatamente à quantia apontada como despesa não comprovada, o que afasta a irregularidade”, diz trecho do recurso.

Em seu voto, o conselheiro Valter Albano concordou com os argumentos, afastando a restituição e aplicação de multa. “ Aos examinar os argumentos e os documentos apresentados, constato que assiste razão ao embargante, pois, de fato, aso notas fiscais acostadas aos autos evidenciam que o valor total de R$ 3.108.530,43 não corresponde apenas ao Contrato 141/2012, como erroneamente apontado nesse processo, mas também ao contrato 38/2013, à ARP 14/2012”, reconheceu o conselheiro relator.

Valter Albano ainda determinou o encaminhamento dos autos ao Núcleo de Certificação de Sanções “para que seja realizada imediata suspensão da execução da multa e restituição de valores a ele destinadas”.

*Com informações do FolhaMax

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