Várzea Grande

Lucimar e futura primeira-dama também vão atuar conjuntamente pelo social

A promotora de justiça, Januária Dorilêo, esposa do prefeito eleito, Kalil Baracat, mesmo sem cargo, comandará a Política Social de Várzea Grande nos próximos quatro anos

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Prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, com a promotora de justiça, Januária Dorilêo

Assim como o prefeito eleito, Kalil Baracat (MDB) e o atual vice-prefeito, José Hazama que se reelegeu, a futura primeira-dama de Várzea Grande, Januária Dorilêo, promotora de Justiça que atua Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA) que já foi responsável pela recuperação de mais de R$ 2 bilhões em impostos sonegados, também nesta semana inicia uma série de agendas compartilhadas com a prefeita Lucimar Sacre de Campos e sua equipe de governo.

“Nossa missão é facilitar as coisas para quem está assumindo e assim beneficiar a população e cidade de Várzea Grande para que não haja solução de continuidade, ou seja, que as coisas caminhem como devem caminhar, tanto em obras que ficarão em execução, como nas ações de interesse social”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos após o primeiro encontro com a futura primeira-dama que não irá assumir cargos, mas terá o condão de definir e promover as políticas sociais.

Lucimar Campos sinalizou que pelo trabalho desenvolvido por Januária Dorilêo a frente de diversas ações do Ministério Público de Mato Grosso, as chances é de que teremos uma grande primeira dama de uma gestão social forte e transformadora em Várzea Grande consolidando este novo ciclo vivenciado desde que ela assumiu a administração municipal em maio de 2015.

“Como fiscal da lei, me mantive distante do processo eleitoral, mas quero e vou contribuir com a administração do meu marido, pois acredito em Várzea Grande e em todo o trabalho desenvolvido pela prefeita Lucimar Sacre de Campos que demonstrou com competência que é possível se fazer mais e diferente em termos de Poder Público, seja em qual esfera for e dentro daquilo que eu puder atuar vou estar presente para que a gestão de Kalil Baracat tenha completo sucesso para a cidade e para sua gente”, disse Januária Dorilêo que nesta semana começa a percorrer as unidades de atendimento social aprofundando o conhecimento de atuação e buscando meios para melhorar ainda mais essa política.

Ela ponderou que o Poder Público Executivo tem que atuar em todas as frentes ao mesmo tempo para que as adversidades sejam vencidas e lembrou juntamente com a prefeita Lucimar Campos que os impactos da pandemia da COVID 19, em Várzea Grande, que está na região metropolitana, e, portanto, procurada pela maioria da população, foram menores, diante da rede de atendimento social através dos programas que garantiram atendimento as famílias consideradas de vulnerabilidade social.

Nas agendas traçadas entre as prefeita Lucimas Sacre de Campos e a promotora Januária Dorilêo estão a retomada das atividades dos programas sociais, Amigas Empreendedoras; Laços Maternos; Melhor Idade, Juventude Ativa e Caderno II, que estão paralisados desde a pandemia e somente algumas atividades que podem ser realizadas remotamente ou com poucas pessoas voltaram as atividades, lembrando que o primordial neste momento é preservar a questão da saúde pública.

A futura primeira dama sinalizou que pretende implementar ainda mais as políticas sociais que estão entrelaçadas com os Governos Federal e de Mato Grosso potencializando medidas importantes que visem retirar as pessoas e famílias do risco de vulnerabilidade social.

“Nós enquanto Poder Público temos que ser indutores de oportunidades, ou seja, permitir que as pessoas possam ter capacitação profissional e o acesso ao emprego e a renda para se tornarem economicamente ativos e gerirem o próprio sustento, bem como o sustento de sua família com o apoio do Poder Público em todas suas esferas com mais qualidade de vida. A obra é importante e fundamental, mas ela precisa, necessita agregar outros valores para que todas as atividades sejam contempladas no cotidiano das pessoas, das famílias de Várzea Grande”, disse Januária Dorilêo.

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Várzea Grande

Três escolas municipais de Várzea Grande são finalistas do projeto do Ministério Público

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01/12/2020    9

Três escolas municipais de Várzea Grande são finalistas do projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez”, idealizado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MP/MT) e executado em parceria com a prefeitura local, por meio da secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer. As unidades integram o programa de Educação em Tempo Ampliado (ETA). Entre os finalistas estão as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB), ‘Tenente Abílio’, ‘Salvelina Ferreira’ e ‘Dirce Leite de Campos’.

A mostra dos trabalhos reuniu na manhã de hoje (1º) alunos, professores, técnicos e articuladores do ETA, bem como duas escolas da rede publica municipal, convidada para o encerramento das atividades relativas ao atual ano letivo. Como convidados da mostra estavam representantes da EMEB do campo, ‘Euraídes de Paula’ e urbana  ‘Paulo Freire’.

Todos os alunos que integraram o projeto do Ministério Público tiveram de desenvolver roteiros de teatro que tivessem como tema central as perdas, impactos e efeitos gerados pela corrupção, especialmente no poder público. Após palestras, os estudantes são estimulados à crítica e à conscientização em relação aos desvios de recursos públicos que poderiam estar sendo aplicados em educação, saúde, saneamento básico entre outros segmentos de áreas essenciais. “Toda a dinâmica remete à reflexão acerca dos malefícios da corrupção”, destaca o promotor de Justiça Douglas Strachicini.

Cada uma das escolas finalistas criou seu próprio enredo para encenação, apoiados pelos professores e articuladores do ETA. Como explica a articuladora do ETA da EMEB ‘Tenente Abílio’,Adnilse   Souza , o tema central da dinâmica foi contextualizado com a pandemia do novo coronavírus. “Focamos nas ilustrações de jovens que furam as orientações em relação ao vírus, desrespeitando as medidas de biossegurança. Eles se esquecem ao negar o isolamento, e podem levar o vírus para dentro de casa e infectar pais, avós, parentes com alguma comorbidade”. Além disso, foi retratado o pagamento de propinas, que em meio a um cenário pandêmico, resulta em respiradores de menor qualidade, colocando em risco vidas.

Da EMEB ‘Dirce Leite de Campos’, os alunos tiveram um amplo entendimento acerca do tema e depois trocaram ideias para desenvolver o enredo da peça de teatro, como explica o articulador, Genessy Almeida. “Desvio de dinheiro, superfaturamento e maus gestores de recursos públicos, foram representados”.

Da EMEB ‘Salvelina Ferreira’, o professor de teatro e dança, Júnior Faria, ampliou o entendimento da corrupção, tratando de assuntos impactos pela ação. “Temos a questão de desvio no Auxílio Emergencial, de vendas posição nas filas da Caixa Econômica e à crítica à falta de recursos. A corrupção liquida com investimentos”.

Em todas as unidades finalistas, oito alunos de cada uma, participaram das encenações.

O secretário municipal de Educação, Silvio Fidelis, explica que as escolas finalistas – todas integrantes do ETA – mostram o quanto o projeto é um diferencial no ensino-aprendizagem da rede pública municipal. “Começamos em outubro de 2015 com o projeto, de forma piloto, em uma escola municipal. Chegamos a 2020 com 22 escolas integrando o ETA, agregando 1,7 mil alunos. Acredito que esses dados mostram a importância, o alcance e como ele tem sido um diferencial na comunidade escolar”.

Mesmo sob um período de muitas dificuldades, adotando todas as medidas que esse novo tempo requer, retomamos as aulas do ETA em setembro, reforçando o ensino e despertando talentos. “Foi preciso criar um sistema hibrido de ensino que envolve oficinas e aulas remotas, um desafio que está se mostrando vencido e de resultados”.

Os integrantes da equipe vencedora serão premiados com um tablet cada um. O professor-orientador da turma também ganhará um tablet. A escola cuja equipe sagrar-se vencedora receberá, ainda, o prêmio no valor de R$ 1 mil. Os demais estudantes ganharão medalhas por participação do projeto.

Por: Marianna Peres – Secom/VG

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