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Lira diz que parcelar o pagamento de precatórios não é calote

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Lira preside a reunião de líderes
Lira preside a reunião de líderes nesta terça-feira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), negou que a proposta de emenda constitucional a ser encaminhada pelo Poder Executivo para ampliar a possibilidade de parcelamento de precatórios seja calote. Segundo ele, a previsão para o pagamento de dívidas de precatórios da União chega a R$ 90 bilhões em 2022 e não há como pagar esse valor sem estourar o teto de gastos. Em 2021, o valor foi de R$ 55 bilhões.

“Não queremos romper o teto, e o Brasil não pode dar calote. A ideia da PEC é ajustar esses pagamentos e fazer um parcelamento com o restante dos débitos. [Esse valor de R$ 90 bilhões] engessa e estraga o Orçamento e as contas publicas”, disse Lira.

O presidente da Câmara também negou que a votação dessa PEC inclua o novo programa social para substituir o Bolsa Família. Segundo ele, isso não está previsto na proposta do governo. Lira afirmou que o novo programa será apresentado via Medida Provisória com um valor aproximado de R$ 300.

Pauta
Lira informou ainda que os trabalhos legislativos deste semestre serão focados na aprovação das reformas estruturantes e de projetos importantes. Segundo ele, nesta semana pode ser votada a proposta que estabelece critérios para a regularização fundiária de imóveis da União, incluindo assentamentos (PL 2633/20).

Ele quer votar ainda esta semana a proposta que permite a privatização dos Correios e a MP 1045, que trata do primeiro emprego para jovens aprendizes.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

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Bolsonaro quer vice que não tenha “ambição pela cadeira” presidencial

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Presidente Jair Bolsonaro
O Antagonista

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar da formação de sua possível candidatura à reeleição da presidência da República. O chefe do Executivo disse que ” Mourão não está fora, mas também não está garantido. Segundo ele, a busca é por um vice que não tenha “ambição pela cadeira [presidencial]”.

Ao justificar sua fala, o presidente explicou: “Porque não existe impeachment sem povo e sem vice. Então essa preocupação existe”.

“Hoje em dia eu tenho condições de ter algumas pessoas no radar, que poderiam ser convidadas, mesmo sabendo que é um sacrifício estar do meu lado, porque eu sou um cara chato. Não é paz e amor o tempo todo não”, disse Bolsonaro durante o programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan.

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