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Líder religioso da Coreia do Sul é preso por atrapalhar combate à Covid-19

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Lee Man-hee é líder da Igreja Shincheonji de Jesus no país

Neste sábado (1º), o líder de uma seita religiosa na Coreia do Sul foi preso após ser acusado de atrapalhar o  combate à pandemia da Covid-19 no país ao divulgar dados incorretos e listas falsas sobre as reuniões da igreja da qual faz parte.

Segundo informações da agência de notícias France Presse, Lee Man-hee, de 88 anos, é o principal nomes da igreja Shincheonji de Jesus na Coreia do Sul e também foi acusado de desviar quase R$ 25 milhões (5.6 bilhões de won) de fundos da instituição e realizar eventos em instalações públicas sem autorização.

Ainda de acordo com a publicação, mais de 5.200 sul-coreanos relacionados com a seita já haviam sido infectados até o último dia 19, o que representa quase 40% do número de casos confirmados em todo o país desde o início da pandemia.

Por este motivo, a igreja estaria indicando a seus membros que não divulgassem informações sobre a doença ou respondessem perguntas judiciais, evitando assim que sofressem discriminações.

Até o momento, segundo dados coletados pela Universidade Johns Hopkins, a Coreia do Sul soma 14.336 infecções pela Covid-19 e 301 mortes, o que faz com que o país seja elogiado pela forma como vem combateno o vírus.

Fonte: IG Mundo

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Operação mira policiais civis suspeitos de extorsão no Rio de Janeiro

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Reprodução/ Polícia Civil Campo Grande

Operação mira policiais civis suspeitos de extorsão no Rio de Janeiro

Uma operação realizada nesta quinta-feira mira a prisão de policiais civis do Rio de Janeiro suspeitos de extorsão. A força-tarefa realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a corregedoria da corporação pretende cumprir seis mandados de prisão, cinco deles contra agentes em atividade.

De acordo com o ” G1″, um dos presos foi identificado como o policial civil Vinícius Lando Forni, conhecido como “Gaúcho”.

As investigações do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), apontam que os crimes foram cometidos entre os anos de 2015 e 2017.

Os policiais suspeitos trabalhavam na 28ª DP (Campinho), na Zona Norte no Rio, e cobravam propinas de proprietários de veículos envolvidos com algum tipo de irregularidade.

De acordo com o MPRJ, além de Forni, são alvos da operação Rogério Teixeira de Aguiar, Joel Tonassi de Oliveira, Vladimir Machado, Leonardo Alexandre Silvano de Andrade e Carlos Augustus Lima da Cruz Junior. Apenas Carlos não é policial civil.

A operação é resultado da colaboração premiada realizada em 2017 por um informante da polícia que participava do grupo criminoso. Em julho do mesmo ano, ele foi vítima de homicídio. As circustâncias do crime ainda não foram esclarecidas.

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