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Líder da oposição russa pode morrer na cadeia, diz médica

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Alexei Navalny, principal opositor russo
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Alexei Navalny, principal opositor russo

O estado de saúde de Alexei Navalny , líder da oposição russa que está preso desde fevereiro, piorou drasticamente após o início de uma greve de fome. Médicos do crítico de Vladimir Putin afirmam que o político de 44 anos corre risco de vida.

Anastasia Vasilieva, médica pessoal de Navalny , publicou cópias de exames de sangue que revelam falta de potássio no organismo. Segundo ela, trata-se de um quadro de insuficiência renal que pode levar a uma parada cardíaca. 

Alexei Navalny foi preso por violar regras da liberdade condicional de um processo anterior, onde foi acusado de fraude. Ele viajou para a Alemanha para se recuperar de um envenenamento químico que sofreu em 2020, durante a campanha da eleição regional da Sibéria. Apoiadores do político da oposição dizem que o governo russo foi responsável pelo envenenamento. 

Há duas semanas, iniciou a greve de fome que causou o agravamento de seu estado de saúde. Apoiadores de Navalny organizam manifestações para o próximo dia 21, que devem acontecer em todo o país. 

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden , se manifestou no último sábado (17) sobre a forma que Alexei Navalny é tratado pelas autoridades russas. “É totalmente injusto. Totalmente inapropriado”, disse o líder do governo americano. 

Fonte: IG Mundo

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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
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G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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