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Li Martins recorda quando descobriu aborto espontâneo: “Imediatamente paralisei”

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Li Martins conta sobre aborto espontâneo
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Li Martins conta sobre aborto espontâneo

A cantora Li Martins, conhecida por ter feito parte da banda Rouge , contou que sofreu um abroto espontâneo . Ela estava esperando um segundo filho fruto do casamento com JP Mantovani, com quem já tem Antonella, de 4 anos. A artista relembrou o dia em que descobriu a perda do bebê e fala que se sentiu paralisada ao receber a notícia.

“Quando o médico disse que não existia mais batimentos eu imediatamente paralisei e acho que, inconscientemente, bloqueei qualquer tipo de emoção ali. A Antonella estava comigo acompanhando tudo de perto, muito entusiasmada com a ideia de ganhar um irmãozinho. Eu não queria que ela sofresse. Então, sinto que guardei essa informação numa gaveta, fechei e não quis mais mexer. Eu tinha que ser forte! Então achava que eu estava bem apesar de tudo”, conta em entrevista à Quem.

Li também fala que ela e o marido também tinham receio de como iriam explicar o aborto para a filha, mas conta que a menina entendeu o que aconteceu e de certa forma tem apoiado bastante a mãe. “Nós tentamos explicar de uma forma simples e sem usar palavras como vida e morte, pois acho que para ela ainda é difícil entender. Então só dissemos que a sementinha na barriga da mamãe parou de crescer e que o irmãozinho não vai mais nascer”, continua.

A cantora fala que Antonella às vezes passa e beija a barriga dela e isso a ajuda muito. Ela também agradeceu ao apoio do marido nesse período difícil e falou que JP não entende completamente o luto, mas compreende o momento em que a esposa está passando.

Para Li Martins, o pior momento do luto está sendo agora, principalmente depois que viu o feto em um ultrassom. “O pior momento está sendo agora! Na semana passada fiz outra USG, pois já estou com sangramento. Estamos monitorando e achava que já não ia ver mais nada ali, mas no exame pude ver o bebê ali ainda, sem vida, isso mexeu demais comigo. Foi como abrir aquela gaveta e reviver tudo de novo, mas agora me permiti viver o meu luto. Senti que precisava encarar a realidade, o luto e o sofrimento fazem parte do processo, mais cedo ou mais tarde eu teria que enfrentar e esse processo dói. É a pior dor que já senti porque não é uma dor física, é realmente uma dor que não sei nem explicar! Parece que nada vai fazer passar”, conta.

A ex-participante do “Power Couple” não descarta uma nova gravidez, mas prefere dar um tempo antes de tentar engravidar novamente e quer buscar ajuda médica para entender o que fez com que ela perdesse esse bebê. “Quero muito ter mais um filho. Mas estou muito abalada e com muito medo ainda. Quero investigar melhor o que pode ter acontecido dessa vez, quero buscar profissionais que me ajudem a entender o que houve, como está a minha saúde, fazer tudo que precisa ser feito para me preparar para uma nova gestação e não correr o risco de passar por isso outra vez. Com certeza essa experiência deixou marcas que nem o tempo será capaz de apagar. Acredito que com o tempo a gente aprende a lidar com a dor, mas a lembrança vai ficar para sempre”, conclui.

Fonte: IG GENTE

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André Martinelli sobre psicóloga no “BBB”: “Hoje precisam mais”

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André Martinelli relembra de quando participou do
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André Martinelli relembra de quando participou do “BBB 13”

Nesta quarta-feira (26), os participantes do “BBB 22” tiveram acesso pela primeira vez ao atendimento da psicóloga do programa. André Martinelli, que participou do “BBB 13” e do “No Limite”, analisa que hoje em dia os brothers estão mais interessados no atendimento psicológico do que quando esteve na casa mais vigiada do país.

“Tinha psicóloga. Eu não cheguei a falar com ela dentro do programa. Acho que teve uma pessoa que fez atendimento. Antigamente não mostrava muito, não tinha tanto atendimento. Hoje, as pessoas estão precisando mais. Tinha médico também e uma vez até chamei. É um atendimento limitado, sem conversa. É sobre sintomas e como resolver”, relembra o modelo em entrevista ao Podmiga.

Além da procura pela psicóloga do programa, o modelo também enxerga outras mudanças na dinâmica do “BBB” com o passar dos anos. Em 2013, quando esteve no reality, as redes sociais não eram tão fortes quanto atualmente e ele diz que essa força da internet acaba impactando também nas proporções do cancelamento dos participantes.

“Hoje em dia a internet movimenta pensamentos. O pensamento de ódio flui mais na internet do que o de amor. A web quer engajar. Tem muita gente disposta a odiar as outras e elas se sentem bem com isso. Mudou muito da minha época [BBB13] para cá. Eu acho muito precoce você julgar uma pessoa em dois dias. É o caso do Rodrigo, que era amado, mas agora as pessoas não querem perto. Porque está com a energia carregada”, diz.


Fonte: IG GENTE

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