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Lagos artificiais modificam a paisagem e atraem turistas

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Lago Corumbá IV, foi criado há 15 anos para a exploração do potencial hidrelétrico do Rio Corumbá
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Lago Corumbá IV, foi criado há 15 anos para a exploração do potencial hidrelétrico do Rio Corumbá

Alguns lagos ao redor do mundo ajudam a compor paisagens tão deslumbrantes que fica até difícil acreditar que eles são, na verdade, frutos de intervenção humana na natureza. A criação de lagos artificiais data de cerca de 3 mil anos A.C., quando agricultores utilizavam o represamento de água para a irrigação.

Atualmente, essas obras desempenham as mais variadas funções, como armazenamento de água para abastecimento, construção de barragens hidrelétricas, controle de enchentes, prática de esportes náuticos ou criação de peixes, entre outros.

No Brasil, a criação de lagos artificiais é motivada principalmente pela geração de energia hidrelétrica. No entanto, essas obras também geram desdobramentos em diversos outros segmentos da economia e da sociedade, como o turismo, por exemplo. Atualmente, a legislação determina a exploração do potencial turístico destes lagos como forma de retorno econômico para a comunidade local e compensação por eventuais impactos ambientais provocados pela construção.

Veja a seguir alguns exemplos de lagos artificiais que se destacam no Brasil e no mundo por sua beleza e também pela intensa cadeia turística gerada a partir de suas construções:

Furnas

O Circuito Turístico Lago de Furnas é formado por 12 municípios e oferece opções de lazer como esportes náuticos e cachoeiras
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O Circuito Turístico Lago de Furnas é formado por 12 municípios e oferece opções de lazer como esportes náuticos e cachoeiras

O lago da Usina Hidrelétrica de Furnas, em Rio Grande, em Minas Gerais, é considerado por muitos como o “Mar de Minas”. Com uma superfície de 1.458 km², o lago abrange 34 municípios e contempla diversas atrações turísticas em toda a sua extensão.

O Circuito Turístico Lago de Furnas é formado por 12 municípios e oferece opções de lazer como esportes náuticos, cachoeiras, serras, trilhas ecológicas, pesca e uma rica variedade de festas populares e fazendas centenárias que remetem ao auge do café. As cidades contam com estrutura turística com hotéis-fazenda, pousadas e restaurantes que exaltam a tradicional culinária mineira.

Itaipu

Itaipu está localizado na fronteira entre Brasil e Paraguai e tem a maior usina hidrelétrica do mundo
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Itaipu está localizado na fronteira entre Brasil e Paraguai e tem a maior usina hidrelétrica do mundo

O lago de Itaipu, situado no rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, tem a maior usina hidrelétrica do mundo. Formado artificialmente em 1982, abrange uma área colossal de 1.350 km² e 66 pequenas ilhas.

O lago forma o chamado complexo turístico da Itaipu Binacional e atrai turistas tanto no lado brasileiro quanto no território paraguaio, com atrações como praias de água doce, clubes e bases náuticas. Juntamente com as célebres Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), o lago de Itaipu forma a Costa Oeste, que é atualmente o segundo maior polo de atrações turísticas do Brasil. Na parte paraguaia, o destaque é o Museu da Terra Guarani, com diversas exposições sobre a cultura dos povos nativos da região.

Lago Paranoá

Lago Paranoá foi pensado para proporcionar contraponto climático à paisagem árida da região
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Lago Paranoá foi pensado para proporcionar contraponto climático à paisagem árida da região

Uma das principais atrações de Brasília, é o que chamamos de lago urbano planejado. O lago Paranoá foi idealizado para proporcionar um contraponto climático à paisagem árida típica da região. Portanto, sua vocação principal é para recreação e paisagismo, sendo a geração de energia pela Usina Hidrelétrica do Paranoá sua utilização secundária.

Em seu entorno há clubes esportivos, ciclovias, mirantes, parques infantis, quiosques, restaurantes com música ao vivo e competições de modalidades como barcos a vela, wakeboard e wakesurf. Tudo isso emoldurado com a bela e moderna Ponte Juscelino Kubitschek, inaugurada em 2002 e que logo se transformou em um dos cartões-postais da capital federal.

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Lago Corumbá IV

Estão localizadas em seu entorno diversas pousadas, clubes e restaurantes.
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Estão localizadas em seu entorno diversas pousadas, clubes e restaurantes.

Um dos mais novos desta lista, foi criado há 15 anos para a exploração do potencial hidrelétrico do Rio Corumbá. O lago engloba sete municípios em Goiás e se consolidou como o principal cartão-postal da região. Grandes empreendimentos começam a surgir no entorno do lago, e os visitantes já podem contar com uma oferta considerável de opções para diversão e lazer.

Diante de suas dimensões grandiosas, com área de 173 km² e capacidade de 3,7 trilhões de litros de água, em seu entorno estão localizadas diversas pousadas, clubes e restaurantes. Um dos destaques é a Fazenda Canoa, condomínio reserva voltado para o contato com a natureza e a prática de esportes náuticos.

Lago Kariba

Entre as principais atrações está o Parque Nacional Matusadona, no Zimbábue, que estimula a recreação e a preservação da vida selvagem
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Entre as principais atrações está o Parque Nacional Matusadona, no Zimbábue, que estimula a recreação e a preservação da vida selvagem

O lago Kariba foi criado a partir da barragem no rio Zambezi, na fronteira entre a Zâmbia e o Zimbábue, em 1959. Trata-se do maior lago artificial do mundo, com extensão impressionante de 5,4 mil km² e cerca de 300 ilhas. Por conta das limitações econômicas dos dois países, ainda não desenvolveu plenamente suas potencialidades turísticas, mas o segmento vem ganhando força por lá nas últimas décadas.

Entre as principais atrações está o Parque Nacional Matusadona, no Zimbábue, que estimula a recreação e a preservação da vida selvagem, além de atividades relacionadas à pesca esportiva e trilhas ecológicas.

Lago Nasser

O Lago Nasser foi criado por meio de uma barragem no Rio Nilo em 1971
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O Lago Nasser foi criado por meio de uma barragem no Rio Nilo em 1971

Com área de 5.250 km², o Lago Nasser foi criado por meio de uma barragem no Rio Nilo em 1971. Como curiosidade, a região que foi inundada para a criação da represa contava com diversos sítios arqueológicos construídos na Antiguidade.

Os monumentos pertencentes aos templos de Abu Simbel foram desmontados pedra por pedra, sob supervisão de arqueólogos e estudiosos, e realocados em um território próximo, situado na margem oeste do Lago Nasser, fora do alcance das águas. Este complexo, conhecido como Monumentos Núbios, foi declarado patrimônio mundial pela Unesco e atualmente atrai milhares de visitantes de todo o planeta.

Lago Williston

Criado em 1968 e com área inundada de mais de 1700 km², é um dos principais lagos artificiais do Canadá
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Criado em 1968 e com área inundada de mais de 1700 km², é um dos principais lagos artificiais do Canadá

Conhecido como o país com maior número de lagos de água doce do mundo, o Canadá também possui os exemplos de intervenções humanas na natureza. Um dos principais lagos artificiais do país é o Lago Williston, criado em 1968 e com área inundada de mais de 1,7 mil km².

Localizado ao norte da província da Colúmbia Britânica, no sudoeste do país, o Lago Williston se destaca pelas paisagens montanhosas e pela existência de diversos parques ao longo da extensão. Ele faz jus à cultura local, que utiliza os numerosos lagos como uma das principais formas de lazer da população. O Williston conta com diversos resorts, pousadas e estâncias, que oferecem atividades como esqui, cavalgadas, pesca no gelo e passeios de caiaque.


Fonte: IG Turismo

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Família deixa carreira e apartamento para viver em motorhome: “Vida minimalista”

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Família deixa carreira e apartamento para viver em motorhome; “Foi uma das melhores decisões de nossas vidas”
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Família deixa carreira e apartamento para viver em motorhome; “Foi uma das melhores decisões de nossas vidas”

Clara, Bruno e Bernardo formam uma família nômade, ou seja, não têm residência fixa. Eles sempre foram apaixonados por viajar, mas foi em 2019 que optaram por abandonar a carreira e o apartamento para viver nas estradas, em um motorhome. Bernardo, de seis anos, conhece pouco da vida considerada tradicional, pois logo nos primeiros anos foi apresentado ao estilo de vida itinerante. A ideia de mudar drasticamente, no entanto, foi inicialmente plantada pelo marido, Bruno, que conheceu o motorhome ainda quando criança.

“Tinha visto os motorhomes e trailers só quando era pequeno num camping em Caldas Novas [interior de Goiás], cidade das águas quentes. Só via de longe ou em filmes americanos e parecia algo muito distante na nossa realidade. Em 2018, começamos a assistir canais no youtube que mostravam viajantes em diferentes tipos de veículos e decidimos que íamos fazer um carro viajante. Apostamos em uma barraca de teto com uma minicamper artesanal sobre uma caminhonete e assim saímos para viver na estrada. Participamos de alguns encontros de viajantes e entramos pela primeira vez em um motorhome de verdade com cama, banheiro, cozinha e tudo mais, então passamos a sonhar com algo do tipo”, relata. 

A partir de então, o casal passou a buscar a melhor forma de construir o próprio motorhome. Desse modo, durante a pandemia, em 2020, os dois compraram uma van, ano 1998, após fecharem uma parceria com um construtor em São Paulo. A família havia acabado de voltar de uma viagem ao Ushuaia, a cidade do Fim do Mundo, na Argentina, e decidiu comprar a casa sobre rodas. Em setembro daquele ano, conseguiram adquirir o veículo e fizeram uma viagem.

“Acabamos vendendo nosso motorhome para um casal de Minas Gerais e decidimos comprar uma van maior e mais nova para fazer algo mais adequado à nossa realidade e vontade. Em 2021, construímos nosso atual motorhome em uma Renault Master, ano 2009, em Goiânia, nossa cidade, e ficou simplesmente lindo. Agora estamos vivendo ótimos momentos na Cacilda, o nome que batizamos nossa casinha viajante”, conta Bruno.

Antes de passar a morar no motorhome, Bruno era professor, enquanto Clara estudava psicologia. De acordo com ele, habitar nas estradas representa um sonho de liberdade, além de ser um exercício de desapego. Ele afirma que sempre tiveram o objetivo de aproveitar mais a vida e conhecer o mundo.

“Eu sempre gostei de viagens. A Clara e o Bê acabaram conhecendo esse encanto viajando comigo nas férias. Mas essa vontade de conhecer mais lugares e pessoas foi aumentando cada vez que pegamos as estradas. Fomos então amadurecendo a ideia de viver onde mais nos sentíamos felizes e percorrendo caminhos. Percebendo que era possível ganhar dinheiro usando a internet, buscamos nos organizar para morar no mundo, literalmente. Em janeiro de 2019, fomos morar na estrada. Foi uma das melhores decisões de nossas vidas. Hoje não nos vemos fazendo outra coisa na vida. A vontade de viajar cada vez aumenta mais. Nos tornamos viajantes profissionais”, diz Bruno.

Decisão sem apoio familiar

Amigos e familiares não foram tão receptivos com a decisão, afinal, afastar-se da estabilidade financeira, bem como da zona de conforto pode parecer amedrontador. Clara lembra que, no início, a ideia foi bem assustadora para eles também. Partir para o mundo, viver de uma forma mais simples e sem o conforto de uma casa convencional era algo que assustava. Ela declara que, para os parentes e amigos essa era só uma fase que logo ia passar e todos voltariam à uma vida convencional.

“Com o tempo, eles foram percebendo que estávamos muito mais engajados nessa vida e fazendo de tudo para dar certo e que voltar para a nossa rotina era uma questão que não estava em pauta para nós. Claro que tiveram muitos julgamentos, como ainda há hoje em dia, muitos apontando os dedos e dizendo que lá na frente íamos quebrar a cara porque era impossível viver da internet e viver com a liberdade que estávamos tendo. Alguns parentes mais próximos, como nossos pais, já aceitam essa ideia e, apesar de querer sempre mais próximo e perto de casa, acabam embarcando conosco em alguma aventura. Minha mãe e meu pai, por exemplo, já foram nos encontrar em alguns lugares. Acabou que fizemos nossa família ser um pouco mais nômades também”, pontua Clara.

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Cotidiano no motorhome

Bruno comenta que, entre as principais dificuldades enfrentadas, estava a de tomar o primeiro passo em direção ao sonho de residir em um motorhome. Antes, a família morava em um apartamento comum, os adultos iam para os respectivos trabalhos presenciais e o filho para a escola. Mudar essa mentalidade foi algo muito difícil, explica ele, pois muitas pessoas próximas os desencorajava e os chamava de ‘loucos’. Passado esse momento em que decidiram seguir o propósito, tudo ficou quase perfeito.

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“Mas também não foi um mar de rosas. Ficar nós três 24 horas do dia juntos tem seus desafios. Morar todos em um espaço pequeno, às vezes faz calor, às vezes frio. Às vezes choveo por dias e tudo fica meio entediante. É difícil, mas num geral tem muito mais momentos bons do que ruins. Quando descemos a Argentina na barraca foi o momento mais difícil, mais desafiador. Pegamos muito frio e muita chuva. Não foi fácil. Hoje, no motorhome, é bem mais tranquilo. Outra dificuldade que enfrentamos foi aprender a ganhar dinheiro viajando. Demoramos um ano para realmente entender como a banda toca nesse mundo digital. Quando passamos a conseguir grana de forma on-line, os perrengues foram diminuindo. Quando você precisa economizar muito, fica tudo mais complicado”, detalha. 

O cotidiano a bordo de um motorhome é bastante semelhante à rotina em uma casa usual, de acordo com Bruno. A grande diferença é estar em um lugar diferente a cada dia, como abrir a porta “de casa” e ver uma praia, um gramado, prédios interessantes, cidades cenográficas e praças. Contudo, viver em um motorhome é uma experiência desafiadora, principalmente pelo espaço diminuto e pela adoção de hábitos minimalistas. O minimalismo preza pelo acúmulo mínimo de bens, levando seus adeptos a viverem com poucos itens materiais.

“É preciso se desapegar de muitas coisas, aprender a tomar banho mais rápido porque nem sempre tem muita água disponível. Precisamos enfrentar o medo de dormir, às vezes, em locais abertos. De resto, a experiência é muito bacana. Não é à toa que é o sonho de tanta gente”, enuncia Bruno. 

Desde que começaram a percorrer as estradas, a família já conheceu inúmeras cidades do Brasil e da América do Sul, como Uruguai, Argentina e Chile. Naturais de Goiânia, eles passaram por todas as regiões brasileiras, com exceção do Norte do Brasil, onde tiveram uma estadia rápida em Tocantins.

“A América do Sul é muito grande e ainda temos muito o que conhecer. É muito difícil eleger as mais bonitas porque todas têm seu encanto. Acredito que podemos destacar algumas que nos gerou experiências muito bacanas: a cidade de Ushuaia, no sul da Patagônia, Argentina, foi a nossa maior conquista. Além de ser muito bonita estando entre montanhas nevadas e um canal de mar superlindo, é a cidade mais ao sul do mundo. Tá em nossa lista com certeza. A cidadezinha de Pipa, no Rio Grande do Norte, também é lindíssima com aquele ar de encanto bem simples. Podemos destacar também a cidade de Garopaba, em Santa Catarina, que possui praias lindíssimas ao seu redor. Punta Del Este, no Uruguai, também é muito encantadora”, diz Bruno. 

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Infância nas estradas

A primeira viagem de carro de Bernardo foi de Goiânia até João Pessoa, depois a família realizou pequenas rotas: algumas cidades de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Quando ele tinha três anos, em julho de 2018, decidiram ser mais ousados e ir até Mendoza, na Argentina, de carro. Foi aí que descobriram que ele era muito fã de viajar e se adaptava aos lugares e diferentes rotinas. “Hoje, ele ama a Cacilda e quer mostrar e falar dela para todos os amigos e família. Diz ele que, quando crescer, vai viajar pelo mundo, primeiro de mochilão e depois de motorhome”, relata Clara. 

Os estudos de Bernardo são feitos de forma remota, acompanhados de perto por Clara, responsável pelo ensino da criança. Esse formato foi possível apenas por conta da pandemia, mas deu certo. A mãe conta que ele tem lembranças de ir para a escola e ficar no integral, onde permaneceu dos 11 meses aos três anos. Em 2020, antes da pandemia, o menino foi matriculado em uma escola em Goiânia, para que pudesse frequentar as aulas antes de começarem as viagens, mas com a pandemia, ele começou a estudar em casa e Clara percebeu que o rendimento dele nas aulas on-line era muito menor do que quando ela se sentava ao lado dele para explicar o conteúdo.

“Funciona assim: a professora me manda o planejamento semanal das aulas e atividades que ela fará com os alunos e eu explico para ele. Claro que antes de tomar qualquer decisão, a escola conversou com a secretaria da educação, que autorizou esse modelo. Para avaliar todo o desenvolvimento, Bernardo conversa com a professora por videochamada diariamente e eu mando um relatório semanal, mostrando a foto de cada atividade que ele fez e como ele se saiu nas atividades. Além disso, quando estamos em Goiânia, ele frequenta a escola, para fazer avaliações e interagir com os amigos da sala dele e ser avaliado na questão social e também intelectual. Então, no motorhome, temos uma rotina de sempre depois do almoço ter aula e, somente depois das aulas, ele pode brincar”, explica Clara.

Fonte: IG Turismo

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