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Kim Jong-un diz que economia da Coreia do Norte foi um fracasso quase total

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KCNA VIA KNS/AFP

O líder norte-coreano Kim Jong-un fala durante o primeiro dia do Oitavo Congresso do Partido dos Trabalhadores da Coreia (WPK) em Pyongyang

O líder da Coreia do Norte , Kim Jong-un, admitiu que suas políticas econômicas falharam amplamente e prometeu evitar a repetição das “dolorosas lições” do passado em uma rara reunião do partido governante do país. A fala aconteceu durante um congresso do Partido dos Trabalhadores, de acordo com  a mídia estatal norte-coreana nesta quarta-feira (06).

“Devemos promover e expandir ainda mais os sucessos e vitórias que alcançamos por meio de nossos esforços meticulosos, mas nos impedir de ter as lições dolorosas novamente.”

Kim afirmou que está enfrentando os desafios mais difíceis de seu governo de nove anos, causados ​​pelo que ele chamou de crises “sem precedentes”.

Agora, ele busca sinais de mudança na política econômica, após um ano em que a Coreia do Norte foi atingida por desastres naturais, enquanto lutava com os efeitos colaterais da pandemia de coronavírus e sanções internacionais impostas em resposta ao seu míssil nuclear e balístico programas.

Ainda segundo Kim, o comércio com a China caiu quase 80% nos primeiros 11 meses de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019, de acordo com Song Jaeguk, analista do Instituto de Pesquisa Econômica IBK em Seul. O PIB da Coreia do Norte foi estimado em 9,3% em 2020.

Embora o regime continue afirmando que não registrou um único caso de Covid-19 , o fechamento de fronteiras e a suspensão de voos internacionais prejudicaram uma economia já frágil.

Fonte: IG Mundo

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), defendeu neste domingo a investigação a respeito da disseminação de notícias falsas na internet — um problema que, segundo ele, também atinge a comissão — e disse que gigantes do setor de tecnologia, como Google, Facebook e Twitter podem contribuir para o enfrentamento a este fenômeno.

“É importante investigar a disseminação de notícias falsas na internet. No âmbito da CPI da Pandemia, também enfrentamos este problema e os representantes do YouTube, Facebook e Twitter podem contribuir sim. Bom domingo a todos”, escreveu Aziz em uma rede social, ao reproduzir uma matéria que diz que a “CPI chamará plataformas”.

A convocação de representantes das chamadas Big Techs foi aprovada no dia 23 de junho, após um requerimento apresentado pelo vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Nos requerimentos , Randolfe argumentou que empresas devem responder a respeito das medidas tomadas para conter a disseminação de notícias falsas em suas plataformas “que geram consequências reais e dificultam o combate à pandemia”.

Apesar de as convocações terem sido aprovadas, as datas para os depoimentos jamais chegaram a ser marcadas. Nos bastidores, o que se comenta é que isso ocorreu porque os trabalhos da comissão passaram a se concentrar na apuração de suspeitas de corrupção em contratos firmados pelo Ministério da Saúde com empresas de logística e na compra de vacinas.

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No último dia 12, O GLOBO mostrou que representantes dessas empresas vinham procurando senadores com o objetivo de sair da mira da CPI da Covid e evitar medidas consideradas danosas à imagem, como a convocação de seus executivos e quebra de sigilos. Havia o temor de que a CPI pudesse enveredar de forma mais profunda por uma linha investigativa sobre a participação ou omissão delas no processo de disseminação de notícias falsas sobre a Covid-19.

O GLOBO também revelou que o YouTube, que pertence ao Google, permitiu a monetização de vídeos que divulgavam informações falsas sobre a Covid-19. Em documento enviado à CPI, o Google informou que canais faturaram pelo menos R$ 230 mil com esse tipo de conteúdo.

Instalada em 27 de abril, a CPI da Covid está em recesso e retoma os trabalhos no próximo dia 3 de agosto. O prazo final de funcionamento era 7 de agosto, mas a comissão teve o funcionamento prorrogado por mais 90 dias pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Com isso, as atividades devem se estender até o início de novembro.

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