JUSTIÇA

Justiça do Trabalho de Amazonas e Roraima paga R$ 276 milhões a reclamantes

Publicados

em


O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT11) garantiu, em 2020, o pagamento de R$ 276 milhões a trabalhadores e trabalhadoras de Amazonas e Roraima que tiveram seus direitos reconhecidos, com encerramento de processos trabalhistas por meio da conciliação ou da execução. Desse total, R$ 176 milhões são oriundos de execuções, R$ 90 milhões de acordos entre as partes e R$ 9 milhões de pagamentos espontâneos.

As decisões do TRT11 também arrecadaram à União o valor R$ 29 milhões. Foram R$ 22 milhões em contribuições previdenciárias, R$ 5 milhões em imposto de renda e R$ 1,7 milhão em pagamento de custas.

Em 2020, a Justiça do Trabalho do Amazonas e Roraima recebeu 21.194 novas ações. Deste número, 3.917 foi pedido de aviso prévio, o que corresponde a 6,7% do total de novos processos no TRT11, ocupando o assunto mais pedido em 2020.

Em 2º lugar estão os pedidos de pagamento de verbas rescisórias, com 3.613 novas ações, 6,2% do total. Pedidos de pagamentos de rescisão indireta, multa de 40% do FGTS, e multa do artigo 477 da CLT ocupam, respectivamente, o terceiro, quarto e quinto lugar no ranking de assuntos das novas ações trabalhistas iniciadas em 2020 no TRT11. Os processos trabalhistas com pedidos relacionados à Covid-19 somaram 251 ações judiciais durante o ano passado, correspondendo a 0,4% dos novos casos.

Produtividade

O primeiro grau do TRT11 solucionou, no ano passado, 17.228 processos na fase de conhecimento, fase inicial do processo, que analisa o mérito dos pedidos. Na fase de execução, etapa final em que são calculados e pagos os direitos reconhecidos em juízo, foram encerrados 9.094 processos. Em 2020, o tempo médio para o julgamento de um processo trabalhista no Tribunal foi de 123 dias no primeiro grau.

O número de conciliações realizadas na 1ª instância do Regional, durante 2020, foi de 5.534, totalizando mais de R$ 152 milhões pagos aos reclamantes através da homologação dos acordos. Ao longo de todo o ano passado, o Tribunal realizou 17.776 audiências de conciliações, sendo que de março a dezembro todas elas foram realizadas de modo virtual por conta da pandemia do coronavírus. O TRT11 atingiu 41,8% da Meta 3 do CNJ, que mede o índice de conciliação realizado durante um ano.

Na segunda instância, foram recebidos 5.971 processos, e solucionadas 11.140 ações trabalhistas. O tempo médio de duração do processo no 2º grau do TRT11 foi de 302 dias.

Apoio

Ao longo de 2020, o TRT11 destinou mais de R$ 1,8 milhão para o combate ao novo coronavírus em Amazonas e Roraima. Grande parte desse valor atende a pedidos do Ministério Público do Trabalho (MPT) e é oriundo de condenações em Ações Civis Públicas e de execução de Termos de Ajustamento de Condutas (TACs).

Magistrados e servidores do TRT11, em trabalho remoto desde março de 2020, realizaram, durante todo o ano passado, 44.805 sentenças e acórdãos, 47.136 decisões e 151.797 despachos, totalizando 1.867.833 movimentos realizados.

Fonte: TRT11

Fonte: CNJ

Comentários Facebook
Propaganda

JUSTIÇA

Curso em Minas Gerais aborda depoimento especial de crianças e adolescentes

Publicados

em


A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), realizou na sexta-feira (18/6) a primeira aula do curso “Depoimento especial de crianças e adolescentes”. Outras duas aulas estão marcadas para os dias 25 de junho e 2 de julho.

O juiz da comarca de Muzambinho (MG), Flávio Umberto Moura Schmidt, explicou que o objetivo desse primeiro encontro era tirar eventuais dúvidas sobre a audiência de depoimento especial, além de pontuar aspectos práticos, legais e jurídicos da escuta protegida. De acordo com o magistrado, o acolhimento inicial da criança ou do adolescente vítima ou testemunha de violência é extremamente importante para o processo. Ele explicou como deve ser o procedimento ideal e frisou que “o acolhimento deve ocorrer desde o momento em que a criança entra no Fórum”.

Segundo a assistente social Márcia Maria Borba Lins da Silva, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o contato inicial com as vítimas é chamado de “estágio 1”, de acordo com o Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense. Ela explicou que esse estágio busca facilitar os futuros contatos com a vítima. E é quando a pessoal responsável pela entrevista forense constrói uma relação de empatia com a criança ou adolescente, visando facilitar a versão da criança sobre uma potencial ocorrência de violência contra ela.

A aula ainda teve simulação de uma audiência de depoimento, quando a assistente social entrevistou o juiz Danilo de Mello Ferraz. Segundo ele, todo o processo foi feito de maneira tão sutil que não ficou parecendo se tratar de uma entrevista.

Fonte: TJMG

Fonte: CNJ

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana