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Jovem se afoga no rio Araguaia após cair em redemoinho de água

Com o calor aumenta a quantidade de pessoas que buscam os rios para um mergulho

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CBMMT

Rapaz se divertia próximo à ponte quando se afogou

Rapaz se divertia próximo à ponte quando se afogou

Um jovem de 22 anos morreu afogado nesta terça-feira (24.09) no Rio Araguaia. O Corpo de Bombeiros Militar de Barra do Garças foi acionado para atender a ocorrência no município de Pontal de Araguaia (a 486 km de Cuiabá).

 

Três jovens se divertiam na água, por volta das 14h, próximo à ponte nova do futuro anel viário, quando um deles, João Pedro da Silva Chagas, acabou caindo em um rebojo (redemoinho que se forma na água) e desapareceu. A equipe de mergulhadores dos Bombeiros encontrou o corpo do jovem após 30 minutos de buscas, a 20 metros do local onde desapareceu e a quatro metros de profundidade.

 

O corpo do jovem foi entregue aos familiares.

 

O Corpo de Bombeiros alerta a população da região que os redemoinhos são muito comuns no Rio Araguaia e, por isso, é preciso ter atenção e evitar locais onde eles se formam.

 

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Várzea Grande

Desmistificando o Autismo reúne mais de 2,4 mil profissionais em Várzea Grande

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Mais de 2.400 profissionais da educação participaram, na noite desta segunda-feira (8), da capacitação “Desmistificando o Autismo e a Educação Inclusiva”, realizada em Várzea Grande. Essa capacitação foi estruturada pela vereadora por Cuiabá Maysa Leão (Republicanos), e já passou por 23 municípios do estado de Mato Grosso, impactando mais de 15.000 pessoas nos últimos 4 anos.

Ativista, especialista em TEA, TDAH e Inclusão pela PUC-PR, Maysa é uma das principais referências em Mato Grosso na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e da educação inclusiva. A edição da capacitação em Várzea Grande contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, que reuniu educadores, técnicos em educação, gestores e especialistas para esse debate sobre inclusão escolar, diagnóstico, terapias e Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Ao compartilhar sua trajetória, Maysa relembrou que sua atuação na causa nasceu da experiência como mãe de João Lucas, autista. Desde então, transformou a vivência familiar em uma missão pública de conscientização, acolhimento e defesa de políticas públicas voltadas às pessoas neurodivergentes. “Eu não escolhi essa pauta por acaso. Ela entrou na minha vida através do meu filho e mudou completamente a forma como eu enxergo a educação, a inclusão e os direitos das pessoas com deficiência”, afirmou.

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A abertura do evento foi realizada pelo servidor público e autista Davi Moretti, que falou sobre os desafios enfrentados por pessoas neurodivergentes e a necessidade de fortalecer a inclusão nas escolas. “Quero que a educação inclusiva chegue até a ponta, que é a escola. Hoje eu luto pela igualdade dessas crianças e pela construção de oportunidades para todos”, destacou.

A programação também contou com a participação da fonoaudióloga Claudiane Marques Campos, que abordou a Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), ferramenta essencial para ampliar a comunicação e a participação de pessoas com dificuldades na fala. A especialista apresentou estratégias e recursos que podem ser utilizados pelos profissionais da educação para promover mais autonomia e inclusão no ambiente escolar.

A prefeita Flávia Moretti ressaltou a importância da iniciativa para a qualificação da rede municipal de ensino. “Aprender nunca é demais. Ter a oportunidade de compartilhar conhecimento com a Maysa Leão é importante para que os educadores levem esse aprendizado para as escolas, para os alunos e para as famílias”. Já a secretária municipal de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que investir na formação continuada dos profissionais é fundamental para garantir uma educação cada vez mais inclusiva e acolhedora.

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Encerrando a capacitação, Maysa reforçou que a transformação da realidade das pessoas com deficiência passa pelo conhecimento e pela preparação dos profissionais que estão diariamente nas salas de aula. “Cada professor que sai daqui mais preparado representa uma criança em desenvolvimento. O meu sonho é que famílias e educadores não precisem mais lutar para que a inclusão aconteça de forma estruturada nas escolas. E isso começa com formação continuada, e compromisso com execução das políticas de inclusão”, concluiu.

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