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Jovem que saiu da França para Cuiabá e desapareceu, é encontrado após 11 dias

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A família procurava João Vitor há 11 dias. Ele que saiu em um voo de Paris, com destino a Cuiabá, mas desapareceu no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) quando fazia uma conexão.

O jovem João Vitor dos Santos Moraes, de 19 anos, que estava desaparecido há 11 dias, após sair da França em um voo para Mato Grosso, foi encontrado nesta terça-feira (24.05), em Suzano, na Grande São Paulo. O jovem estava perdido e foi encontrado perto de uma estação do município, segundo as informações iniciais.

De acordo com a mãe do jovem, Divina Celma Santos da Luz, depois da divulgação nas mídias, a família recebeu uma mensagem de um morador de Suzano (SP).

“Um moço que passou de bicicleta na rua perto de uma estação recolheu ele para casa e hoje ligou para nós de manhã. Ele ligou a câmera, já vimos nosso filho e estamos indo para a casa desse rapaz buscá-lo”, contou.

O pai, Jari Aparecido da Silva Morais, informou que está saindo de Guarulhos (SP), onde a família estava fazendo buscas pelo rapaz, e está a caminho de Suzano nesta manhã para encontrá-lo. A família ainda não tem os detalhes do que aconteceu de fato e como o João Vítor foi parar em outra cidade.

*Com informações do G1

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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