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Jovem furta carro em Mato Grosso, atira na ex, foge e morre no Rio Grande do Sul

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Jonathan de Souza, de 21 anos, cometeu crime em um estado e depois fugiu e morreu em outro
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Jonathan de Souza, de 21 anos, cometeu crime em um estado e depois fugiu e morreu em outro

Através de um compartilhamento de informação, as autoridades de Mato Grosso e Rio Grande do Sul puderam investigar o caso de Jonathan de Souza, de 21 anos. O jovem cometeu crime em um estado e depois fugiu para o outro, onde acabou morrendo após um confronto com a polícia. As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

No dia 8 de abril, Jonathan deixou sua casa em direção ao seu trabalho de entregador, mas durante percurso ele abordou um motorista de aplicativo, roubou seu automóvel e em seguida, tentou matar homem com um tiro. Vítima foi socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Rondonópolis, onde se encontra internado em estado grave.

Depois do ocorrido, no dia seguinte (09), ele foi atrás de sua ex-namorada e atirou contra ela e seu atual namorado diversas vezes, porém, não acertou nenhum disparo. Após acontecimento, homem fugiu com o carro roubado.

Com isso, seus familiares resolveram ir até uma delegacia e prestar um boletim de ocorrência para notificar o sumiço de Jonathan . Ele havia postado em suas redes sociais que iria tirar a própria vida. Dessa maneira, as autoridades puderam descobrir sobre os crimes cometidos pelo jovem. Segundo a mãe de Jonathan, jovem toma remédio controlado e não estava atendendo ligações, mas estava postando dizeres estranhos em suas redes sociais.

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A Polícia Civil de Rondonópolis consegui imagens que prova ação do criminoso roubando o carro e atirando contra o motorista do Fiat Uno. Em sequência, ele tira o homem a força de dentro do veículo, joga ele na calçada, entra no carro e sai em alta velocidade. Sua fuga começou no dia seguinte, após ter ido à casa da ex-namorada e diferir ameaças e disparos.

Com o andar das investigações, os policiais puderem encontrar que o carro roubado, havia se metido em um acidente na BR-386 em Iraí, RS. Jonathan era o condutor do carro e depois do acidente, ele teria negado socorro e sozinho, se encaminhou até um matagal na localidade.

No momento, havia uma Brigada Militar que patrulhava na região e localizou o homem andando pela via. Ao perceber que foi avistado por policiais, ele disparou contra os agentes. As autoridades revidaram ação e disparos acertaram Jonathan.

Criminoso acabou sendo socorrido, mas acabou não resistindo aos ferimentos. O celular, revólver e documentos do jovem foram apreendidos. Caso foi investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis.

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), defendeu neste domingo a investigação a respeito da disseminação de notícias falsas na internet — um problema que, segundo ele, também atinge a comissão — e disse que gigantes do setor de tecnologia, como Google, Facebook e Twitter podem contribuir para o enfrentamento a este fenômeno.

“É importante investigar a disseminação de notícias falsas na internet. No âmbito da CPI da Pandemia, também enfrentamos este problema e os representantes do YouTube, Facebook e Twitter podem contribuir sim. Bom domingo a todos”, escreveu Aziz em uma rede social, ao reproduzir uma matéria que diz que a “CPI chamará plataformas”.

A convocação de representantes das chamadas Big Techs foi aprovada no dia 23 de junho, após um requerimento apresentado pelo vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Nos requerimentos , Randolfe argumentou que empresas devem responder a respeito das medidas tomadas para conter a disseminação de notícias falsas em suas plataformas “que geram consequências reais e dificultam o combate à pandemia”.

Apesar de as convocações terem sido aprovadas, as datas para os depoimentos jamais chegaram a ser marcadas. Nos bastidores, o que se comenta é que isso ocorreu porque os trabalhos da comissão passaram a se concentrar na apuração de suspeitas de corrupção em contratos firmados pelo Ministério da Saúde com empresas de logística e na compra de vacinas.

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No último dia 12, O GLOBO mostrou que representantes dessas empresas vinham procurando senadores com o objetivo de sair da mira da CPI da Covid e evitar medidas consideradas danosas à imagem, como a convocação de seus executivos e quebra de sigilos. Havia o temor de que a CPI pudesse enveredar de forma mais profunda por uma linha investigativa sobre a participação ou omissão delas no processo de disseminação de notícias falsas sobre a Covid-19.

O GLOBO também revelou que o YouTube, que pertence ao Google, permitiu a monetização de vídeos que divulgavam informações falsas sobre a Covid-19. Em documento enviado à CPI, o Google informou que canais faturaram pelo menos R$ 230 mil com esse tipo de conteúdo.

Instalada em 27 de abril, a CPI da Covid está em recesso e retoma os trabalhos no próximo dia 3 de agosto. O prazo final de funcionamento era 7 de agosto, mas a comissão teve o funcionamento prorrogado por mais 90 dias pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Com isso, as atividades devem se estender até o início de novembro.

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