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Jovem é preso após ameaçar explodir churrascaria brasileira nos EUA

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Homem ameaçou explodir churrascaria brasileira
Divulgação – 24.05.2022

Homem ameaçou explodir churrascaria brasileira

A Polícia de Barnstable, cidade do estado americano de Massachusetts , anunciou ter prendido Eduardo Filho, de 29 anos, no sábado. O homem é suspeito de ter ameaçado explodir a churrascaria Fogo Brazilian Barbeque, na noite da última sexta-feira.

Por volta das 18h, Eduardo Filho teria deixado uma mala no restaurante e depois ligado para o local e avisado que, caso alguém tocasse nela, iria detonar uma explosão. A polícia chegou ao local acompanhada do Corpo de Bombeiros e o restaurante foi evacuado.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram a movimentação das autoridades no lado de fora do restaurante: Segundo as autoridades, dentro da mala não havia nenhum dispositivo explosivo. Eduardo Filho é acusado de fazer uma ameaça terrorista. Ele está detido sob uma fiança de US$ 25 mil.

Eduardo Filho foi localizado pela polícia no dia seguinte à ameaça ter feito o restaurante ser evacuado. Ele estava na ilha de Martha’s Vineyard, onde foi detido.

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Fonte: IG Mundo

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
Reprodução

Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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