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Janguiê Diniz adquire startup educacional e estuda abrir capital em Nasdaq

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Empresário Janguiê Diniz adquiriu startup especializada em tecnologia educacional
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Empresário Janguiê Diniz adquiriu startup especializada em tecnologia educacional

O empresário Janguiê Diniz , fundador do grupo Ser Educacional, adquiriu nesta segunda-feira (03) a startup Edulabzz , especializada em tecnologia para educação. O valor da operação não foi informado.

A plataforma é conhecida como a “Neflix da Educação” e permite que os usuários criem plataformas digitais, com custo que varia entre R$ 2 e R$ 5.

“A Edulabzz já é uma empresa de sucesso e vem ofertando produtos e serviços que estão revolucionando o mercado educacional, com qualidade e robustez. É, sem dúvida, um case de sucesso que tem muito ainda a crescer”, afirma Diniz.

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Com a aquisição, Diniz estuda a possibilidade de abrir capital na Bolsa de Valores dos Estados Unidos (Nasdaq) e se consolidar entre as maiores potências educacionais do mundo. 

“Eu já investia na Edulabzz, pois acreditava em seu potencial como desenvolvedora de soluções criativas e inovadoras no setor de educação. Agora, passamos a trabalhar em conjunto para que a empresa se desenvolva ainda mais e possa, em breve, fazer uma oferta de ações na Nasdaq que a leve a outro patamar”, pontua o empresário. 

A plataforma possui aplicativos para auxiliar estudantes e professores durante o processo de aprendizado. É possível criar atividades, exercícios, quizzes, provas online e aulas em diversos formatos, além de acompanhar relatórios, tanto dos alunos quanto dos professores, em tempo real.

“Neste momento estamos implantando uma inteligência artificial na plataforma, com a qual será possível recomendar conteúdos, cursos e aulas de forma adaptativa e personalizada, de acordo com as interações do aluno na plataforma, algo semelhante à Netflix, ao Facebook e ao Google. A plataforma irá conseguir definir padrões individuais para cada usuário através do seu interesse e dificuldade de aprendizagem, pois cada clique no sistema, cada resposta correta ou errada será analisada pelo algoritmo e gerará um perfil personalizado de cada aluno”, explica Lucas Moraes, fundador e CEO da Edulabzz.

“Antes da pandemia, o Toolzz – uma das marcas da Edulabzz – já era uma referência internacional em tecnologia educacional 4.0, porém, com as medidas restritivas, fomos forçados a implementar, em cinco meses, todas as inovações que estavam previstas para os próximos cinco anos.”, completou Moraes.

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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril; confira

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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril; confira
Lorena Amaro

Inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril; confira

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda registrou, em abril, uma desaceleração para todas as faixas de renda, interrompendo a tendência de crescimento sentida em dois meses consecutivos.

O estudo foi divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta sexta-feira (14), e revelou que as taxas de inflação das famílias de renda média alta e alta, que possuem renda domiciliar entre R$ 8.254,83 e 16.509,66 e acima desse valor, passaram de 1,08% e 1,0% em março para 0,20% e 0,23%, respectivamente, em abril. Já as famílias de renda muito baixa, com renda domiciliar inferior a R﹩ 1.650,50, tiveram um menor alívio inflacionário, com uma variação dos preços passando de 0,71% para 0,45%

Diferente do ocorrido em janeiro e março, o segmento com a maior contribuição inflacionária deixou de ser o de Transportes e passou a ser o grupo de Saúde e Cuidados Pessoais. Esse impacto veio pelos 2,7% de aumento dos preços dos produtos farmacêuticos.

Para as famílias de renda mais baixa, além do preço dos remédios, o grupo alimentos e bebidas foi o segundo com maior foco inflacionário para essa classe, principalmente por conta do aumento do preço das carnes (1,0%), das aves e ovos (1,5%) e dos leites e derivados (1,5%).

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As famílias mais pobres tiveram um alívio, por outro lado, nas quedas das tarifas de energia elétrica (-0,04%) e dos ônibus intermunicipais (-0,11%), e com a redução do preço do botijão de gás (de 5,0% em março para 1,1% em abril).

Inflação

Além de terem menor impacto com o aumento dos medicamentos e alimentos, as famílias mais ricas contaram com a deflação de 0,9% dos combustíveis e de 11,3% dos transportes por aplicativo e também com a desaceleração dos preços dos serviços pessoais. Esse alívio só não foi maior para esses domicílios por causa do aumento de 6,4% do preço das passagens aéreas.

A variação acumulada do ano, já com os resultados de abril incorporados, revela que a inflação sofrida pela classe de renda mais baixa está menor do que o segmento mais rico da população, com taxas de 2,1% e 2,5%, respectivamente.

Essa diferença é explicada pela desaceleração dos alimentos e pela alta dos combustíveis registradas no primeiro trimestre de 2021. Já a variação acumulada em doze meses revela que a taxa de inflação das famílias mais pobres (7,7%) segue em um patamar bem acima que a observada no segmento mais rico da população (5,2%).

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