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Janaina Paschoal recorre a Doria para uso de cloroquina no Estado de SP

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Sérgio Galdino

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As deputadas estaduais do PSL Janaina Paschoal e Letícia Aguiar solicitaram ao Ministério Público de São Paulo que às 645 cidades do Estado adotem o protocolo do Ministério da Saúde, que orienta médicos da rede pública a receitarem cloroquina  e da hidroxicloroquina a pacientes infectados pela Covid-19 .

O protocolo, publicado em maio, orienta o uso dos dois medicamentos somados à azitromicina desde os primeiros dias após a aparição de sintomas da doença causada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2).

Janaina Paschoal  – que não usou cloroquina quando contraiu o vírus – disse que não é uma entusiasta do remédio, mas sim de medicar no início.

“No sistema privado, essa é a regra. No público, os médicos ficam receosos, pois o protocolo do Conselho de Secretários da Saúde manda não medicar casos leves e moderados. O que eu defendo é permitir que médicos e pacientes decidam em conjunto”, iniciou ela ao Uol .

“Entendo que medicar o paciente no início diminui as chances de a doença agravar e de precisar de intubação. Tenho ouvido médicos do país todo, inclusive médicos brasileiros que trabalharam no exterior”, continuou.

A deputada já havia recorrido ao governador João Doria (PSDB) e a outras instâncias estaduais antes, mas sem sucesso. “Já falei com o governador a respeito, com o ex-secretário da Saúde [José Henrique Germann], com o atual Secretário Executivo da Saúde [Jean Gorinchteyn], com o Presidente do Conselho de Secretários Estaduais. Não sei se surtirá efeito. Fui também ao CRM (Conselho Regional de Medicina)”, disse.

“Não estou falando de tomar remédio para prevenir. Estou falando de pessoas sintomáticas. Enquanto demonizam um medicamento de 70 anos, festejam uma vacina que ninguém sabe quais foram os efeitos na segunda fase de testagem”, declarou a deputada.

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Ministério da Justiça contabiliza 82 prisões no segundo turno

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Agência Brasil

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Além das prisões, oito inquéritos já foram instaurados e 37 termos circunstanciados foram lavrados


Balanço publicado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, registra que, até as 19h deste domingo de eleições, 361 ocorrências foram registradas e 82 prisões ou conduções foram realizadas. Além das prisões, oito inquéritos já foram instaurados e 37 termos circunstanciados foram lavrados. Segundo a pasta, uma arma e oito veículos foram apreendidos até o momento, além de R$ 20 mil e diversos materiais de campanha.


Dos 257 crimes eleitorais registrados até o momento, 83 foram por boca de urna; 12 por compra de votos; cinco por concentração de eleitores; 97 por desobediência às ordens da Justiça Eleitoral; 48 por desordem que prejudique os trabalhos eleitorais; um por falsidade ideológica; dois por “fatos e imputações inverídicas” (fake news); sete por impedimento ou embaraço ao exercício do voto; e dois por transporte de eleitores.

Há também 76 ocorrências de indicações de desinformação sobre o processo eleitoral. Entre os 16 incidentes de segurança pública e defesa social, seis foram por bloqueio de vias; quatro por atendimentos de urgência e emergência; quatro por falta de energia; e dois por manifestações.

Integrantes da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Ministério da Defesa, Tribunal Superior Eleitoral, representantes dos estados e de outros órgãos do governo federal têm acesso às ocorrências. A Operação Eleições 2020 conta com efetivo de 96.879 agentes e o apoio de 14.556 viaturas.

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