economia

Itaú Unibanco lança Itaú Meu Negócio para apoiar gestão de PMEs

Publicados

em


source
Itaú Unibanco lança Itaú Meu Negócio para apoiar gestão de PMEs
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Itaú Unibanco lança Itaú Meu Negócio para apoiar gestão de PMEs

O Itaú Unibanco lançou a plataforma Itaú Meu Negócio com o objetivo de oferecer um ecossistema completo de soluções, passando a apoiar seus clientes também no atendimento das suas principais necessidades não bancárias.

A primeira solução a fazer parte deste ecossistema será uma ferramenta para a gestão dos negócios, produto de uma parceria com a Omie, empresa brasileira líder no segmento de Software as a Service (SaaS).

A aproximação entre as empresas se deu, após o Itaú identificar junto a clientes empresários do segmento de pequenas e médias empresas, uma dificuldade para gerir eficientemente os diversos aspectos dos seus negócios, incluindo atividades como gestão de vendas e ordens de serviços, gestão financeira, emissão automática de notas fiscais e integração com contadores, de forma a garantir um crescimento contínuo sustentável das empresas.

Você viu?

“Atualmente, apenas uma pequena parcela das pequenas e médias empresas que são nossas clientes tem acesso a ferramentas de apoio à gestão. Então, ao conversar com vários destes clientes para identificar como poderíamos ajudá-los, o ponto que surgiu com mais recorrência foi a necessidade de suporte à gestão dos negócios. Por isso, decidimos que essa seria a primeira entrega de nossa nova plataforma. Buscamos a melhor solução do mercado e encontramos a Omie, que oferece uma ferramenta simples, intuitiva e muito poderosa de gestão. Com ela, nossos clientes terão mais tempo para focar no que realmente importa, o crescimento dos seus negócios”, explica Carlos Eduardo Peyser, diretor do Itaú Unibanco.

“Enquanto as empresas são muito pequenas, os empresários têm facilidade para acompanhar, visualmente, todas as atividades do seu negócio”, afirma Marcelo Lombardo, CEO da Omie. “Mas, quando começam a crescer, essa ‘gestão visual’ fica comprometida e eles passam a precisar de ferramentas que supram essa necessidade. É quando entramos e fazemos a diferença. A parceria com o Itaú será importante para acelerarmos nossa escala e termos a chance de ajudar ainda mais empresas. Faz parte de nosso propósito transformar o cenário do empreendedorismo no Brasil, com soluções eficientes que facilitem o dia a dia, ampliem a eficiência e a produtividade do ecossistema como um todo”, completa Lombardo.

Confira a reportagem completa aqui

Comentários Facebook
Propaganda

economia

Escassez hídrica no Sudeste e Centro-Oeste é a pior da História

Publicados

em


source
Crise hídrica: Escassez hídrica no Sudeste e Centro-Oeste é a pior da História
Fernanda Capelli

Crise hídrica: Escassez hídrica no Sudeste e Centro-Oeste é a pior da História

Os reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste chegaram ao fim de julho com o armazenamento médio mais baixo de toda a série histórica disponibilizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e que teve início em 2000. Os números para o mês são piores, inclusive, que julho de 2001, ano em que o país enfrentou um racionamento de energia.

O armazenamento médio nas duas regiões ao fim de julho deste ano era de 25,97%. Em 2001, na mesma época, o nível médio dos reservatórios era de 26,85%.

Além disso, o ONS já espera que agosto se encerre com um nível de armazenamento para o Sudeste/Centro-Oeste também piores que 2001. O órgão calcula que as barragens dessas regiões devem terminar este mês com 21,4% da capacidade de armazenamento. Em 2001, o mês de agosto terminou com 23,45% de volume de água dos reservatórios.

As regiões Sudeste e Centro-Oeste concentram mais da metade da capacidade de armazenamento do setor elétrico nacional e são represas que costumam ficar com níveis mais altos ao longo do ano.

Elas são usadas para “regularizar” o sistema, ou seja, garantir o fornecimento de energia mesmo nos momentos de seca.

Esses reservatórios também estão próximos dos principais centros de consumo e há limites de transmissão de energia entre o Norte e Nordeste para o Centro-Sul. Por isso, o nível da água do Sudeste/Centro-Oeste é o que mais preocupa o governo.

Mesmo que as hidrelétricas do Norte e do Nordeste tenham níveis melhores de armazenamento, nem tudo que é gerado pode ser transmitido para o restante do país.

O cenário com que o ONS trabalha também prevê chuvas abaixo da média histórica nas regiões. O órgão prevê que a quantidade de chuvas nas hidrelétricas de Sudeste e Centro-Oeste fiquem cerca de 40% abaixo da média histórica.

O governo nega risco de um novo racionamento. Entretanto, admite a gravidade da situação, já emitiu alerta de risco hídrico e anunciou medidas para evitar escassez de energia.

Você viu?

Uma medida provisória (MP) publicada no mês passado permite centralizar a gestão da crise no Ministério de Minas e Energia (MME) e também criar um comitê de crise.

O ONS prevê para agosto elevação de 4,6% no consumo do sistema nacional de energia, na comparação com o mesmo período de 2020. A alta é influenciada pela recuperação da economia mais forte do que a prevista no início do ano em função do avanço da vacinação no país.

Os dados do ONS também refletem a expectativa de que o consumo de energia do setor industrial se mantenha em patamares elevados e de que o de segmento de serviços se normalize nos próximos meses.

A queda no nível dos reservatórios também provoca o encarecimento das tarifas de energia no país porque, para garantir o suprimento de eletricidade, o governo aciona usinas termelétricas, que são mais caras — além de poluentes.

Deve operar pelo menos até novembro a bandeira vermelha 2 (a mais alta do sistema), que cobra um valor de R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Depois do racionamento de 2001, o Brasil promoveu a diversificação do sistema elétrico, ou seja, investiu em diferentes fontes de geração de energia, como a térmica, a eólica e a solar.

É essa diversificação, especialmente o parque de usinas termelétricas, que dá hoje mais segurança ao sistema e permite que o país atenda à demanda por energia. A interligação do sistema também deu segurança ao processo.

O governo vem tomando uma série de medidas, como privilegiar o uso dos reservatórios para a geração de energia (e reduzir a vazão da água para outros fins).

O Ministério de Minas e Energia também prepara a entrada de mais usinas térmicas no sistema, além de negociar com operadores a inauguração de usinas de geração de energia e também de linhas de transmissão de energia.

Numa tentativa de atuar pelo lado da demanda, o governo negocia com a indústria a redução do consumo no horário de pico (entre 12h e 18h), em troca de desconto nas contas de luz.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana