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Itália tem menor número de casos de Covid-19 em mais de 10 meses

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Funcionários médicos tratam de um paciente no hospital Brescia Poliambulanza, na Lombardia, a província mais atingida durante a primeira onda da pandemia
Piero Cruciatti/Divulgação

Funcionários médicos tratam de um paciente no hospital Brescia Poliambulanza, na Lombardia, a província mais atingida durante a primeira onda da pandemia


Itália registrou nesta segunda-feira (21) seu menor número diário de casos do novo coronavírus em mais de 10 meses.

De acordo com boletim do Ministério da Saúde, foram notificados 495 contágios em 24 horas, cifra mais baixa desde 18 de agosto (403), elevando o total de pessoas já infectadas para 4.253.460.

Com isso, a média móvel de casos diários do coronavírus Sars-CoV-2 no período de uma semana caiu para 1.100, menor valor desde 26 de agosto (1.039).

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O boletim desta segunda-feira também registra 21 novos óbitos, totalizando pelo menos 127.291 mortos na Itália desde o início da pandemia.

A média móvel de vítimas diárias em uma semana (36) é a mais baixa desde 14 de outubro (33). O país ainda soma mais de 4 milhões de pacientes curados e 76.853 casos ativos, menor valor desde 10 de outubro (74.829).

Até o momento, já foram aplicadas 46,2 milhões de vacinas anti-Covid na Itália, sendo que 15,9 milhões de pessoas, quase 30% da população vacinável (acima de 12 anos), tomaram as duas doses da AstraZeneca, da Pfizer ou da Moderna ou a dose única da Janssen e completaram o ciclo de imunização.

Devido à melhora dos números da pandemia, apenas uma das 20 regiões do país ainda não progrediu para a “faixa branca”, regime mais flexível de medidas anti-Covid: o Vale de Aosta, que abriga menos de 1% da população nacional.

A expectativa do governo, no entanto, é de que a região avance para a faixa branca na próxima segunda-feira (28). 

Fonte: IG SAÚDE

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Estudo comprovou a relação entre dinheiro e a felicidade; entenda

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Maiores rendas estão associadas a mais felicidade e bem-estar
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Maiores rendas estão associadas a mais felicidade e bem-estar

Um estudo feito pelo pesquisador Matthew A. Killingsworth da The Wharton School, da Universidade da Pensilvania, vai de encontro à crença de que “dinheiro não traz felicidade”. O trabalho, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, concluiu que quanto mais dinheiro você tem, mais feliz você provavelmente será.

A pesquisa foi feita com dados de renda e classificações de felicidade do aplicativo Track Your Happiness. Ao longo do dia, os usuários eram convidados a responder à pergunta “como você se sente agora?”, cujas opções de respostas eram “muito mal” a “muito bem”. Também foi feita a pergunta “no geral, quão satisfeito você está com sua vida?”, com respostas em uma escala de “nada” a “extremamente”.

Foram coletados dados de 1.725.994 relatórios de bem-estar feitos por 33.391 adultos em idade ativa, com emprego e que vivem nos EUA. Killingsworth descobriu que a relação entre os níveis de renda e felicidade era bastante linear, tanto em termos de bem-estar experimentado (com base em quão bem se sentiram quando solicitados ao longo do dia) e satisfação com a vida.

O estudo era quantitativo, mas Killingsworth propôs uma série de explicações sobre por que existe essa relação entre renda e bem-estar e satisfação com a vida.

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“Uma possibilidade é que as pessoas gastem dinheiro para reduzir o sofrimento e aumentar o prazer, e que o dinheiro que sobra seja aplicado de forma diferente dependendo da renda”, escreveu ele no estudo. O autor explicou no trabalho que pessoas com renda aproximada de U$ 80 mil anuais apresentaram menos sentimentos negativos. Ele ainda apontou mais uma possibilidade, de que “a mudança de renda baixa para moderada possa ser especialmente útil para evitar (ou mitigar) as causas do sofrimento”.

Ou seja, quanto mais renda disponível você tiver, mais poderá gastar para se sentir menos triste (ou mais feliz). O estudo não conseguiu encontrar um ponto de corte para a relação entre dinheiro e bem-estar (não estabeleceu a partir de quais valores  a renda começa ou não a influenciar no bem-estar).

“Também não havia um limite de renda no qual o bem-estar experimentado e satisfação com a vida divergisse. Em vez disso, rendas mais altas estavam associadas a sentir-se melhor momento a momento e estar mais satisfeito com a vida em geral”, concluiu o pesquisador no estudo, complementando: “Embora possa haver algum ponto além do qual o dinheiro perca seu poder de melhorar o bem-estar, os resultados atuais sugerem que esse ponto pode estar mais alto do que se pensava anteriormente”.

Fonte: IG SAÚDE

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