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Irmão de prefeito atira e mata candidato a vereador após live; veja vídeo

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carro estacionado
Candidato foi morto a tiros

O político Cássio Remis, candidato a vereador pelo partido PSDB  da cidade de Patrocínio, em Minas Gerais, morreu após ser atingido por um tiro disparado pelo irmão do prefeito e secretário de obras do município, Jorge Marra, na tarde desta quinta-feira (24).

Marra, que está foragido, já era suspeito do crime por aparecer interrompendo uma transmissão ao vivo do candidato a vereador, que denunciava condições das ruas na cidade. “Está aqui agora o secretário querendo chegar para me agredir”, diz o candidato, enquanto mostra um homem de máscara descendo de um veículo antes de ter transmissão interrompida.

 

 

Imagens de uma câmera de segurança do local do crime, reafirmaram a suspeita e mostraram o suspeito buscando uma arma no carro e disparando contra a vítima. Cinco tiros atingiram Cássio Remis, que morreu na hora.

O corpo do candidato é velado na Câmara Municipal de Patrocínio na manhã desta sexta-feira (25). Testemunhas do crime devem ser ouvidas nesta sexta-feira. O prefeito da cidade e irmão do suspeito, Deiró Marra, informou que pediu a exoneração do secretário do cargo. A prisão preventiva do suspeito vai ser pedida pela polícia civil.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, divulgou nota de pesar considrando o assassinato como “brutal”. “É inadimissível que o ambiente político se transforme nisso”, disse, prestando solidariedade à família e pedindo a prisão do suspeito.

Veja, abaixo, vídeo de câmeras de segurança que mostram momento do crime:

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Ministério da Saúde sabia de risco de incêndio no Bonsucesso desde abril de 2019

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Hospital Federal de Bonsucesso com pacientes sendo retirados de dentro dele
Reprodução/Twitter

Hospital Federal de Bonsucesso foi atingido por incêndio na manhã desta terça-feira (27)

O Ministério da Saúde sabia, pelo menos desde abril de 2019, que havia risco de incêndios no Hospital Federal de Bonsucesso , na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro . Um relatório produzido por engenheiros a pedido da pasta na época apontou uma série de problemas na estrutura de combate a chamas da unidade hospitalar. A informação é do jornal O Estado de São Paulo .

Mesmo após o sinal de alerta, nada foi feito e, um ano e meio depois, o hospital foi atingido por um incêndio, deixando até agora duas pacientes mortas. Uma delas era mulher de 42 anos e outra uma idosa de 82 anos. As duas estavam com a Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Questionado nesta terça sobre a falta de providências para sanar o risco de incêndio no hospital, o Ministério da Saúde não se manifestou. Por meio de nota, a pasta se limitou a lamentar o episódio.

Em setembro de 2019, de posse desse relatório, a Defensoria Pública da União cobrou providências da direção do HFB para ajustar o hospital às normas de segurança e solicitou ao  Corpo de Bombeiros  que fizesse uma vistoria na unidade de saúde.

“Depois disso, a Defensoria fez seu papel de reforçar reiteradamente a necessidade de providência urgente aos órgãos competentes”, informou, em nota, a Defensoria.

Ao menos desde 2007 os profissionais de saúde denunciavam problemas elétricos e risco de incêndio no Hospital de Bonsucesso, segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Alexandre Telles.

“As primeiras denúncias são de 13 anos atrás, e a única providência até hoje foi a compra de extintores de incêndio, no ano passado. A fiação nunca foi trocada”, disse o médico.

Além disso, Telles afirma que faltou treinamento e coordenação para salvar os pacientes. “Os funcionários não sabiam para onde levar os pacientes, porque nunca tinham tido treinamento, não havia um protocolo”, completou.

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