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Irmã de Jairinho nega ter orientado babá e diz que não sabia das agressões

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Thalita Fernandes Santos, irmã de Jairinho, prestou depoimento à polícia na noite desta quarta (14)
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Thalita Fernandes Santos, irmã de Jairinho, prestou depoimento à polícia na noite desta quarta (14)

Thalita Fernandes Santos , irmã do vereador e padrasto do menino Henry Borel , Dr. Jairinho (sem partido), negou as acusações de que teria dado orientações à babá depois da morte da criança. Thalita também disse que as brigas entre o irmão e a professora Monique Medeiros eram normais.

Ela prestou depoimento à polícia na noite desta quarta-feira (14) durante aproximadamente cinco horas. Nesta terça (13), a babá Thayná de Oliveira Ferreira disse ter sido orientada pela irmã do vereador antes de dar a sua versão aos policiais. Segundo fontes ligadas à Polícia Civil ouvidas pelo portal  UOL , Thalita confirmou os eventuais desentendimentos do casal, mas afirmou que eram brigas normais de casal, sem qualquer episódio de violência.

Os novos advogados da mãe de Henry pediram que ela preste um novo depoimento para restabelecer “a verdade” sobre os fatos. A defesa de Monique fez referências a uma situação de “opressão e medo” ao falarem sobre a relação do casal. O novo depoimento dela, no entanto, ainda não foi confirmado.

Versão da babá

Em novo depoimento , a babá voltou atrás e revelou ter presenciado ao menos três episódios de agressões. Ela afirmou ter sido convencida a mentir da primeira vez e que recebeu uma ligação de Thalita dias após a morte do menino para ir até a sua casa. Quando chegou ao local, disse ter encontrado a empregada Rosângela de Souza Matos , que também é testemunha na investigação. De lá, as duas teriam sido levadas por um motorista até o escritório do advogado André França Barreto, que deixou o caso ontem .

Além disso, a  babá disse que Rosângela, Thalita e a  avó materna de Henry também tinham conhecimento das agressões sofridas pela criança. A situação foi negada ontem pela irmã de Jairinho , que chegou à 16º DP por volta das 16h com o rosto coberto por um casaco e acompanhada por um homem que parecia ser seu segurança. Com o fim do depoimento, Thalita deixou o local por uma saída lateral e entrou em um veículo preto sem falar com a imprensa.

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BRASIL E MUNDO

Justiça revoga prisão domiciliar do ex-deputado Eduardo Cunha

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Ex-deputado Eduardo Cunha
Antonio Cruz/Agência Brasil

Ex-deputado Eduardo Cunha

O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), revogou hoje (6) a prisão domiciliar do ex-deputado federal Eduardo Cunha. 

O magistrado atendeu ao pedido de habeas corpus protocolado pela defesa no processo que está relacionado à Operação Sepsis, investigação que apurou o suposto pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS). 

Na decisão, o desembargador disse que Cunha está preso há mais de quatro anos e não há riscos para o andamento do processo. 

“Ocorre que, passado mais um ano de sua prisão domiciliar, constato não haver mais necessidade de manutenção de sua prisão domiciliar, notadamente, pelo tempo que em que a medida constritiva foi determinada, em razão de não se ter notícia do descumprimento das obrigações impostas e, também, pela demora em se marcar o julgamento da apelação já interposta em favor do requerente”, decidiu. 

Na semana passada, em outra decisão, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, revogou outro mandado de prisão contra o ex-deputado. 

Na decisão, a 8ª Turma determinou que Cunha está proibido de deixar o país e deve entregar à Justiça todos os passaportes que possui. 

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