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Intercâmbio com amor: a história de um casal brasileiro que noivou no exterior

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Casal casa no exterior
Arquivo Pessoal/Reprodução Liberty Mountain Resort)

Casal casa no exterior




Fazer intercâmbio não é somente roteiro de solteiros. O casal, Isaque Bispo e Luna Previatti, são belos exemplos de que não só esse tipo de viagem pode ser feita por casais, como ainda tem espaço belas histórias de amor. O casal trabalhou no exterior por duas temporadas seguidas e, em 2020, Isaque preparou uma surpresa com um pedido de casamento para a companheira na Pensilvânia (Estados Unidos).

“Fomos para Liberty Resort Mountain na Pensilvânia, Tiramos folga juntos e fomos esquiar. Pedi ela em casamento no topo da montanha, foi lindo. Depois a gente ganhou da fotógrafa da Liberty umas fotos profissionais pra lembrar do momento”, conta o noivo.

“Estávamos trabalhando em um resort de ski… Lá no topo da montanha tinha um deck e nós sentamos pra olhar a paisagem. Foi então que ele colocou a minha mão no coração dele e eu senti o anel que estava pendurado num cordão por dentro da roupa dele. Eu fiquei super emocionada e chorei”, relembra Luna.


Constantemente casais sentem uma dificuldade em se mudar para outros países, seja para estudar ou trabalhar, por conta da distância. Por isso, o intercâmbio em casal é uma tendência que vem se desenvolvendo aos poucos e proporciona as mesmas experiências de uma viagem individual, mas com a companhia da pessoa amada.

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Para Luna, quando Isaque viajou sozinho, foi horrível passar esse tempo todo longe. Além disso, ela comenta que ele não chegou a passear tanto sozinho como quando viajaram juntos. “Chegamos até a alugar carro para viajar”, relembra. 

Já Isaque, que viajou sozinho entre 2017 e 2018, concorda que a experiência foi melhor ao lado da amada. “Ir com seu parceiro faz com que você aproveite muito mais. Ao invés de só trabalhar eu viajei e curti bem mais”, explica o intercambista.

“Saudade é um sentimento que prejudica vários aspectos da sua saúde mental com efeitos inclusive no modo como você socializa com as pessoas a sua volta. Quando seu parceiro tá do seu lado a viagem é bem mais feliz e colorida”, continua.

Ele complementa dizendo que o homesick, nome dado à saudade de casa que aflige muitos intercambistas, não o atrapalhou quando viajou com a Luna. Durante 2020, eles reformaram todo o apartamento e, finalmente, em novembro conseguiram se mudar e começar suas vidas juntos. “Ainda não nos casamos, pois estamos esperando essa pandemia passar e poder convidar nossos amigos com segurança”, esclarece Luna.

Os benefícios de viajar juntos

Além de estar com quem se gosta e driblar a saudade, a mudança para o exterior pode, inclusive, trazer menos insegurança se houver o apoio do parceiro. Para que isso aconteça, é importante que os dois possuam o interesse em viajar e compartilhar essa jornada diferente em outro país. 

A decisão conjunta e a modalidade de viajar a dois facilita a superação de desafios, diminui os custos (já que um pacote para dois poderá ter descontos) e gastos (como aluguel, alimentação e passeios na cidade), além de melhorar a relação do casal.

Neste tipo de viagem o roteiro pode ser personalizado de acordo com as vontades dos viajantes. Claro que o destino é o mesmo, mas se a escolha for aprender um novo idioma e os níveis de conhecimento forem distintos, as turmas também serão diferentes. Basta pesquisar sobre o que não pode faltar na viagem, o melhor custo benefício, os documentos e burocracias necessárias e, claro, procurar uma agência de intercâmbios especializada.

Fonte: IG Turismo

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São Paulo 468 anos: o que conhecer na capital com roteiro de um dia

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São Paulo, capital
Vanessa Bumbeers/Unsplash

São Paulo, capital

A capital mais populosa do país completa 468 anos nesta terça-feira (25) e foi listada como um dos melhores 50 lugares para se visitar em 2022 por uma revista norte-americana de turismo. Nela, São Paulo ganhou destaque pela arte, cultura, luxo, design e moda. Além disso, a publicação “Travel+Leisure” chamou a atenção para o fato de que muitos dos destinos citados, incluindo a capital paulista, possuem acomodações privadas e destinos com atividades ao ar livre, algo que interessa muito aos viajantes pós-pandemia.

Entre os vários pontos imperdíveis da cidade que nunca dorme, é possível organizar o roteiro de um dia inteiro para absorver o melhor que a capital tem a oferecer e celebrar os 468 anos de história. Para começar bem, por que não tomar um café da manhã perto da Avenida Paulista? O famoso pão na chapa ou pão com requeijão é um tópico indispensável na vida dos paulistanos. 

Nos arredores da Paulista, o que não faltam são boas padarias que oferecem essas delícias. Aproveitando que está na região, vale a pena conhecer a avenida mais movimentada da cidade, que abriga grande diversidade. Além dela, o ideal é dar uma passada pelo Parque do Ibirapuera também, que é o mais visitado no cotidiano dos moradores da capital – que, em 2017, foi o mais visitado da América Latina, com aproximadamente 14 milhões ao total. 

Além da grande área verde, o Ibirapuera oferece espaço para prática de esportes, piqueniques e relaxamento ao ar livre. Depois, o destino mais legal para curtir o começo da tarde é o Beco do Batman, reduto do grafite paulistano. Para quem é fã de arte urbana, não tem como deixar de visitar. Ele fica bem escondido nas ruelas da Vila Madalena, nas ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque. Uma curiosidade interessante é que o nome aparentemente surgiu porque, nos anos 1980, um desenho do Batman apareceu do dia para noite em uma das paredes do beco.

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A essa altura, ainda há tempo de ir até a Catedral da Sé, incluindo também o centro histórico. A catedral é uma das igrejas mais emblemáticas da cidade e uma das maiores do mundo, concentrando muito da história do município. O primeiro projeto do espaço foi feito em 1591 e era chamada de “Velha Sé”, com participação ativa do cacique Tibiriçá, primeiro índio catequizado pelo padre José de Anchieta.

Desde essa época, a catedral passou por várias transformações até chegar ao que é atualmente. Perto dela, está o Pateo Collegio, onde José de Anchieta fundou São Paulo. Lá, funciona o Museu Anchieta e a Biblioteca do Padre Antônio Vieira, que contam a história da cidade. Bem pertinho dali está o bairro da Liberdade, com forte tradição japonesa, onde é possível encontrar aos finais de semana uma feira com arte oriental, além de uma vasta opção de restaurantes e lojas com artigos nipônicos.

Para complementar ainda mais o trajeto histórico e cultural, ir ao MASP é indispensável. O principal museu da capital tem um dos acervos artísticos mais importantes de todo país. O Museu das Artes de São Paulo é a principal joia paulistana para os amantes de arte. 

Ao passo em que o dia termina, por que não assistir ao pôr-do-sol no Mirante Nove de Julho? Ele fica a uma quadra da Paulista e oferece uma vista belíssima da capital. Além disso, lá também é um palco importante para manifestações culturais na cidade, incluindo música, feiras de variedades, oficinas, exposições, arte urbana, cinema ao ar livre e um maravilhoso café/bar.

Por fim, para encerrar o dia com chave de ouro, um jantar na Rua Augusta é uma boa pedida. Ela é sem dúvidas uma das ruas mais famosas da capital, além de bastante democrática e descolada. Com opções para lojas, bares, restaurantes e baladas, a Augusta nunca para. Também está perto da Paulista e é ideal para buscar por um barzinho agradável para jantar.

Fonte: IG Turismo

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