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Instituto Estação das Letras promove segunda edição do “Viver de Escrever”

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Evento terá workshops
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Evento terá workshops

A segunda edição do “Viver de Escrever”, evento encabeçado pelo Instituto das Letras e voltado para escritores, professores e interessados no assunto, terá mesas de discussões sobre o universo da criação literária com diversas frentes e temas. A mesa de abertura contará com o escritor Milton Hatoum e a fundadora da Casa, Suzana Vargas, em uma conversa sobre leitura como munição fundamental para quem se aventura pelos caminhos da criação literária.

O evento será online e terá programação gratuita, será realizado no sábado, 25 de setembro, das 10h às 18h, e contará com participações como Rogério Pereira, Ítalo Moriconi e Nuno Rau, traçando um panorama da prosa e da poesia contemporânea, além de Stella Maris Rezende e Marcia Cristina Silva abordando percepções sobre a literatura feita para crianças e jovens.

Fechando o evento, Viviane Mosé fará um Concerto especial de Poesia, evento que faz parte do calendário fixo do IEL e é realizado no último sábado do mês. Mosé fará a leitura dos poemas mais significativos de sua trajetória e conversará com o público presente.

Segundo Suzana Vargas, o 2º Viver de Escrever impôs-se depois da realização do primeiro no ano passado devido às diversas solicitações que chegaram da parte de alunos e simpatizantes. “Na verdade, trata-se de um evento que interessa a todos aqueles que veem na literatura um caminho existencial e de sobrevivência”, conta.

A programação do evento está disponível nas redes sociais do Instituto, no  Facebook e no Instagram  e tem o apoio de Amazon/KDP, Jacaré Livros, Rede de Amigos IEL e Jornal Rascunho.

Para pautas e sugestões:  [email protected]

Fonte: IG GENTE

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SBT recusa acordo com Rachel Sheherazade em processo de R$ 20 milhões

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Rachel Sheherazade e Silvio Santos
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Rachel Sheherazade e Silvio Santos

O SBT não aceitou o acordo de conciliação na Justiça no processo contra Rachel Sheherazade. A jornalista pede indenização de R$ 20 milhões da emissora.

Segundo o portal ‘Notícias da TV’, o juiz Ronaldo Luís de Oliveira tentou a conciliação entre emissora e jornalista, mas o SBT contestou acusações de Rachel e rejeitou a tentativa. 

A jornalista, demitida em 2020 do SBT, iniciou o processo na Justiça no valor de R$ 20 milhões contra a emissora. Ela, que foi âncora do principal jornal da casa por quase 10 anos, acusa o canal e o dono, Silvio Santos, de assédio, censura e fraude. 

No processo que a Folha de S.Paulo teve acesso, a defesa da jornalista alega que a contratação como PJ (pessoa jurídica), visava fraudar a legislação trabalhista, fiscal e previdenciária. A prática, segundo Rachel, visava afastar o registro na carteira de trabalho e pagamento de direitos decorrentes do registro. 

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A ação corre no TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), na 3ª Vara do Trabalho de Osasco, na Grande SP. No final do contrato, em 2020, Sheherazade faturava mais de R$ 200 mil por mês.

O processo também inclui a indenização por assédio e danos morais. A defesa da ex-apresentadora acusa o SBT de diminuir a participação nos jornais e reduzir a quantidade de matérias onde apareceria, apontando ser prática de censura. Uma troca de e-mails de um diretor da emissora anexada no processo diz que os textos de Sheherazade em redes sociais envergonham a ele e a colegas. 

Para ela, uma das atitudes de assédio mais graves foi durante a entrega do ‘Troféu Imprensa 2017’, em que a apresentadora teria sido tratada de modo “depreciativo, preconceituoso, vexatório, humilhante e constrangedor” por Silvio Santos.

Na ocasião, Sheherazade disse que foi contratada para dar opiniões, Silvio rebateu, dizendo que a contratou para “continuar com sua beleza”. 

Fonte: IG GENTE

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