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Francisney Liberato 

Em visita à Malásia, em setembro de 2019, precisamente, na belíssima capital Kuala Lumpur, pude notar a organização da cidade, habitantes bastante receptivos e consideráveis construções.

 

Na cidade há um lugar que é um dos principais símbolos da nação, as famosas Petronas Twin Towers, ou Torres Petronas. Pelo tempo em que estive na cidade, fui visitá-las todos os dias, tanto de dia, quanto de noite, devido a sua beleza, como também ao maior shopping da Capital, anexo as duas torres.

 

Os arranha-céus foram concluídos em 1998, possuem 88 andares e 452 metros de altura. A estrutura de aço e vedação em vidro, foi desenhada com base na arte islâmica, uma herança muçulmana na cidade.

 

O que me chama atenção desses tão famosos edifícios, além da sua exuberância, é que eles são ligados por uma passarela, a qual é possível atravessar de um prédio para outro.

Creio que sem a passarela, seria apenas mais dois edifícios bonitos, como existem em várias cidades do mundo, todavia, a ponte que às unem, representa uma ligação profunda entre elas e que as tornam ainda mais interessantes

Ao observar as torres, é possível fazer o paralelo com a vida cotidiana e seus aspectos do relacionamento interpessoal, da união que devemos ter pelos nossos irmãos de sangue, irmãos da fé, colegas de trabalho, de estudos e por qualquer pessoa que esteja próximas a nós de algum modo.

 

Somos seres humanos feitos para sermos interligados uns com os outros. É bom ter este intuito como estilo de vida. Sei que temos posições, entendimentos, pensamentos, e às vezes ideias diferentes uns dos outros, contudo, ainda assim devemos nos manter unidos.

 

Na caminhada desta vida, pode ser que você já tenha ferido muitas pessoas, como em outros momentos, tenha sido ferido, no entanto, tais situações fazem parte da natureza humana, sendo assim, não podemos fazer disso um muro que nos impedirá de viver uma vida em constante construção.

 

As torres da Malásia são exemplos de união e ligação que devemos ter quando lidamos com os seres humanos, pois é indispensável sermos construtores de passarelas neste mundo.

 

Não permita que as diferenças e desentendimentos afastem de você a convivência em paz com a família, amigos e pessoas que você ama.

 

Seja um construtor de pontes inseparáveis! A grandeza e a beleza da vida está na união.

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Secretário de Controle Externo, Auditor Público Externo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador. Autor do Livro “Mude sua vida em 50 dias”.

 

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A hora da colheita

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Francisney Liberato

Francisney Liberato

Aquele que espera pelo que plantou nunca se decepcionará. Ainda que demore, o tempo certo para que todas as coisas se cumpram, não se atrasa.

 

Qual seria o momento ideal para uma colheita? Se você é um agricultor e planta o milho, quanto tempo é necessário para colhê-lo? O momento certo da colheita traz outros fatores indispensáveis para o sucesso do plantio.

 

Segundo especialistas do ramo, antes de começarmos a pensar na colheita, é relevante que se planeje o plantio. Você precisa analisar o solo adequado para se plantar o milho, avaliar se o solo precisa de correções para que a plantação seja bem-sucedida.

 

É importante deixar o espaçamento adequado para o plantio. A depender do tipo do milho, alguns podem necessitar de mais espaços, já outros tipos, não; saber escolher bem as sementes; cuidar para que as pragas não invadam e destruam a sua plantação; suprir com irrigação necessária; colocar a temperatura apropriada. O milho precisa de muita iluminação da luz solar. Guardadas as variações das espécies dos milhos, a colheita pode acontecer em cerca de três meses ou levar até dez meses.

 

Então, qual é o tempo necessário para colheita do milho? Conforme acima dito entre três e doze meses. De todo modo, o milho precisa de tempo, entre a sua preparação até chegar o momento da colheita.

 

Já temos debatidos em outros textos sobre o plantio e sempre dei ênfase, na lição de quem planta, colhe; quem não planta, não colhe. Quem planta banana, colherá banana. Quem planta melancia, colherá melancia. Não tem como ser diferente disso, é a lógica do plantio e da colheita.

 

Além dos fatores já mencionados, é importante frisarmos de que todo plantio depende de tempo para a sua maturidade.

Na nossa vida comportamental, muitos não plantam nada, e pretendem colher; outros plantam errado e desejam colher o certo. Além do mais, é necessário tempo para que o fruto esteja maduro. Ninguém em sã consciência planta a semente hoje e espera que o fruto nasça amanhã

Qual é o momento da colheita? Depende, pois assim como o milho, que existem de vários tipos e espécies, e cada qual com o seu tempo de maturidade, nós, como seres humanos não somos diferentes disso, pois, cada indivíduo tem a sua particularidade e o seu tempo para se tornar maduro. Contudo, infelizmente, alguns nunca conseguirão obter a maturidade e gozar da colheita correta.

 

Levando em consideração a criatura ímpar que é o ser humano, a variação de cada um, o solo em que ele está vivendo, o ambiente, os cuidados que têm com a sua plantação, o zelo para que a plantação dê resultados satisfatórios, é difícil o dizer o tempo exato da colheita.

 

O momento da colheita não sabemos quando será. Porém, de um cenário eu tenho certeza, quem planta, colhe, pode ser que a colheita demore um pouco, além do seu esperado, porém, no momento exato, você colherá os frutos desejados.

 

*Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

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