alta floresta
Índice de Desenvolvimento Humano
Ampliando a dimensão do avanço da população em áreas como cultura e política
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Ano |
1991 |
2000 |
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Índice de Desenvolvimento Humano Municipal |
0,649 |
0,779 |
|
Educação |
0,706 |
0,879 |
|
Longevidade |
0,628 |
0,753 |
|
Renda |
0,612 |
0,704 |
Evolução 1991-2000
No período 1991-2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal(IDH-M) de Alta Floresta cresceu 20,03%, passando de 0,649 em 1991 para 0,779 em 2000.
A dimensão que mais contribuiu para este crescimento foi a Educação, com 44,4%, seguida pela Longevidade, com 32,1% e pela Renda, com 23,6%.
Neste período, o hiato de desenvolvimento humano (a distância entre o IDH do município e o limite máximo do IDH, ou seja, 1 – IDH) foi reduzido em 37,0%.
Se mantivesse esta taxa de crescimento do IDH-M, o município levaria 7,8 anos para alcançar São Caetano do Sul (SP), o município com o melhor IDH-M do Brasil (0,919), e 2,7 anos para alcançar Sorriso (MT), o município com o melhor IDH-M do Estado (0,824).
Situação em 2000
Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Alta Floresta é 0,779. Segundo a classificação do PNUD, o município está entre as regiões consideradas de médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8).
Em relação aos outros municípios do Brasil, Alta Floresta apresenta uma situação boa: ocupa a 1074ª posição, sendo que 1073 municípios (19,5%) estão em situação melhor e 4433 municípios (80,5%) estão em situação pior ou igual.
Em relação aos outros municípios do Estado, Alta Floresta apresenta uma situação boa: ocupa a 24ª posição, sendo que 23 municípios (18,3%) estão em situação melhor e 102 municípios (81,7%) estão em situação pior ou igual.
Fonte: PNUD / ATLAS
alta floresta
Bombeiros combatem incêndio em campus do IFMT
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na manhã desta segunda-feira (10.8) para atender a uma ocorrência de incêndio no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) localizada na Rodovia MT-208, em Alta Floresta (a 791 km de Cuiabá).
O chamado chegou à 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) por volta das 9h45, pelo telefone de emergência 193. De acordo com o primeiro contato, um servidor relatou um possível curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado. Mesmo depois do desligamento do disjuntor, a fumaça ainda era perceptível no ambiente.
No local, a equipe constatou que as chamas estavam concentradas no terceiro pavimento e que cerca de seis salas foram atingidas, incluindo um almoxarifado. O trabalho dos bombeiros envolveu o combate direto ao fogo tanto pelo interior quanto pelo exterior do prédio, com o resfriamento das paredes e da cobertura para evitar que as chamas se espalhassem para outras áreas.
Depois de aproximadamente uma hora e meia de atuação, o incêndio foi controlado. Na sequência, as equipes realizaram o rescaldo, eliminando possíveis focos de reignição. Ninguém ficou ferido na ocorrência.
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