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Indicadores de tarifas aéreas passam a ser disponibilizados em painel interativo mensal

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Os indicadores de tarifas aéreas comercializadas no mercado doméstico e internacional serão divulgados, a partir deste ano (2022), pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em um novo painel interativo, que disponibilizará mais informações estatísticas e permitirá comparação dinâmica dos dados. Anteriormente publicados no site da Agência por meio de relatórios trimestrais e em arquivos de textos, os indicadores passam a partir de agora a serem disponibilizados de forma mensal e por meio da ferramenta Microsoft Power Business Intelligence, mais conhecida como BI.

Os dados que compõem a nova ferramenta podem ser acessados no site da ANAC, nas páginas de Tarifas Aéreas Domésticas e Internacionais. No BI referente aos indicadores do mercado doméstico, especialistas, acadêmicos, executivos do setor, profissionais da imprensa e toda a sociedade interessada terão acesso a informações como preço médio do bilhete aéreo e do quilômetro pago (yield) por Unidade da Federação, ranking de tarifa comercializada por UF, proporção de bilhetes vendidos por faixa de preço, valor da tarifa e variação por empresa, comparação entre UF por período, entre outros dados.

Para ajudar a entender todo o contexto dos dados apresentados, a nova ferramenta possui também um campo sobre os indicadores macroeconômicos, com informações sobre o preço do real frente ao dólar, o valor da taxa Selic para o período, o preço médio do barril de petróleo e a inflação aferida para o período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para todos os indicadores, é possível realizar recortes por períodos.

O relatório de tarifas do mercado internacional também será atualizado com dados mensais, diferente dos anos anteriores que eram publicados anualmente. No relatório, estão sendo disponibilizadas informações por classe tarifária (econômica, executiva e primeira classe), por países e continentes. Para esse mercado, a ferramenta permite extrair a quantidade de assentos comercializados por países e por tipo de classe. Diferentemente do relatório doméstico, no internacional, o painel apresenta o preço do bilhete comercializado em dólar. 

Indicadores de janeiro

De acordo com o novo painel de dados divulgados pela ANAC na quinta-feira (14/04), a tarifa aérea média doméstica em janeiro de 2022 foi 20% superior ao valor comercializado no mesmo período de 2021, custando R$ 478,34. O preço médio pago pelo passageiro por quilômetro voado (yield tarifa aérea médio doméstico real) no mesmo período foi de R$ 0,360, alta de 22% frente ao valor praticado em janeiro de 2021. 

Os indicadores do primeiro mês do ano apontam que 24,3% dos bilhetes foram vendidos por até R$ 100,00; outros 43,4%, abaixo de R$ 300,00; e 10,2% acima de R$ 1.000,00. O painel mostra que o Distrito Federal foi a localidade com a menor média no preço do bilhete, vendido por R$ 362,58. As passagens que tiveram como origem ou destino o estado de Roraima apresentaram o maior valor médio, custando R$ 833,44.

Com informações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)

Fonte: Brasil.gov

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Vídeo: tropas russas bombardeiam conjunto habitacional em Donetsk

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Rússia bombardeou bloco de apartamentos nos arredores de Donetsk
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Rússia bombardeou bloco de apartamentos nos arredores de Donetsk

Tropas russas bombardearam um conjunto habitacional situado no vilarejo de Pisky, nos arredores de Donetsk, capital ucraniana. Imagens aéreas divulgadas nesta quinta-feira mostram os blocos de apartamentos sendo atingidos pelos mísseis. No local ocorrem intensos confrontos entre a  Rússia e a Ucrânia desde a semana passada.

Os vídeos mostram um total de 19 explosões. Algumas delas fazem surgir um “flash” na proximidade do impacto e também efeitos residuais nos arredores.

As imagens dos bombardeiros foram checadas pela rede de televisão britânica SkyNews. De acordo com a emissora, um especialista em armas afirmou que os militares russos podem ter usado bombas termobáricas.

Utilizadas em espaços urbanos, essas armas, também chamadas de bombas a vácuo, têm um potencial maior de causar mortes de civis.

O efeito destrutivo do explosivo é potencializado através de um mecanismo que permite a bomba capturar o oxigênio ao redor do artefato. Como resultado, têm-se explosões mais fortes, com temperaturas mais elevadas e que causam uma maior onda de choque.

A detonação desses artefatos acontece em duas etapas. Na primeira delas, uma explosão convencional leva ao rompimento de um recipiente que carrega um aerossol. A substância se dispersa no ar, como uma nuvem, com componentes de combustível e metal.

Em seguida, uma outra carga explosiva é detonada e transforma o gás em uma bola de fogo. O oxigênio da área no entorno é queimado e produz-se uma onda de choque mais destrutiva, com pressões e temperaturas extremas.

Apesar do uso desse tipo de armamento ser amplamente condenado por organizações de Direitos Humanos, bombas termobáricas não são proibidas pelo Direito Internacional.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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